Caixa de Supermercado - Final

Já fazia um mês desde aquela tarde no motel. Nesse tempo, Ana havia me mandado mensagens escondidas quase todas as semanas. Às vezes era só um “tô molhada pensando em você”, outras vezes fotos discretas da calcinha úmida no banheiro do mercado. Ela ainda tentava resistir, mas cada vez menos.
Era um sábado à tarde. A mãe dela tinha chamado todos para um almoço de família. O marido de Ana estava viajando de novo a trabalho, e as crianças tinham ficado para dormir na casa de uma tia. Ana me mandou mensagem de manhã:
“Minha mãe mora numa casa com quintal grande. Vou dar um jeito de você entrar pela porta dos fundos depois do almoço. Mas tem que ser rápido e silencioso.”
Cheguei por volta das 14h30. A mãe dela, uma senhora de uns 58 anos, estava na cozinha lavando louça. Ana estava linda: vestido leve florido, curto o suficiente para mostrar as coxas grossas, cabelo solto e um olhar que já entregava tesão.
Consegui entrar discretamente pela porta dos fundos, como combinado. Ana me esperava no quarto de hóspedes, no final do corredor. Assim que entrei, ela trancou a porta.
— Você é completamente louco por vir aqui… — sussurrou ela, nervosa. — Minha mãe tá em casa. Se ela ouvir qualquer coisa…
Eu não deixei ela terminar. Segurei sua nuca e enfiei a língua na boca dela. Ana resistiu por uns segundos, mas logo gemeu baixinho e correspondeu.
— Eu tô muito safada hoje… — confessou, já descendo a mão para apertar meu pau por cima da calça. — Faz um mês que só penso em você me comendo.
Tirei o vestido dela rápido. Ana estava sem sutiã. Seus seios grandes e pesados pularam livres, mamilos duros. A calcinha branca já tinha uma mancha grande de tesão.
Caímos na cama. Eu abri as pernas dela e comecei a chupar sua buceta com fome. Ana tapava a boca com o braço para não gemer alto.
— Ai porra… assim… chupa minha buceta casada… — sussurrava.
Ela gozou rápido na minha boca, tremendo e apertando as coxas na minha cabeça.
Depois ela me empurrou, ficou de quatro na cama e empinou aquela bunda grande:
— Me fode. Agora. Quero sentir você bem fundo.
Enfiei tudo na buceta molhada dela de uma vez. Ana mordeu o travesseiro para abafar o gemido. Eu metia forte, fazendo as carnes da bunda dela balançarem.
— Mais forte… me arromba… — pediu.
De repente, ouvimos passos no corredor. A mãe dela passou perto da porta. Ana ficou paralisada, mas eu não parei. Continuei metendo devagar, fundo, enquanto ela tapava a boca com as duas mãos.
Quando os passos se afastaram, Ana virou o rosto, olhos cheios de tesão e safadeza:
— Eu sou uma puta horrível… minha mãe tá aqui e eu tô levando pau.
— Então pede no cu — falei.
Dessa vez ela não resistiu nem um pouco. Ana cuspiu na própria mão, passou no cuzinho e falou:
— Enfia. Quero sentir você no meu cu enquanto minha mãe tá em casa.
Coloquei a cabeça e empurrei. O cu dela já estava mais acostumado. Entrei quase todo de uma vez. Ana soltou um gemido abafado, mas empurrou a bunda para trás, pedindo mais.
Comecei a foder o cu dela com força. O barulho molhado das estocadas ecoava baixinho no quarto. Ana estava descontrolada:
— Isso… mete no meu cu… sou uma vadia traíra… uma mãe de dois que adora dar o rabo pra outro homem…
Eu segurei o cabelo dela como rédea e meti mais fundo ainda.
— Goza no meu cu… enche ele de porra quente — pediu, quase sem voz.
Não aguentei. Gozei forte dentro do cu dela, jatos grossos enchendo seu intestino enquanto Ana gozava também, tremendo inteira, buceta pingando no lençol.
Ficamos ofegantes por um minuto. Ana virou, me deu um beijo molhado e falou com um sorriso safado:
— Daqui a pouco minha mãe vai sair pra igreja. Se você quiser, pode me foder de novo no sofá da sala antes dela voltar…
Ela se levantou, com porra escorrendo do cu, e colocou o vestido de volta como se nada tivesse acontecido. Antes de abrir a porta, olhou pra trás:
— Você me transformou numa puta sem limite. E o pior é que eu tô adorando.
Foto 1 do Conto erotico: Caixa de Supermercado - Final


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


262823 - Caixa de Supermercado - Parte 3 - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
262822 - Caixa de Supermercado - Parte - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
262821 - Caixa do Supermecado - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
262135 - Eu meu amigo do trabalho comendo a estagiária de engenharia - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
262134 - Lariisa, a desconhecida - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
261650 - A foda virtual - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
261516 - Frentista do Posto - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
261501 - Frentista do Posto 2 - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
261324 - Sexo virtual - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
261309 - Parte Final Surprendente - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
261307 - Laura A amiga delicia da minha - parte 2 - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
261273 - Laura a amiga delicia da minha filha - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
261151 - Helena Velhinha Final - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
261150 - Helena Velhinha Parte 1 - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
261138 - Vizinha Safada - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
261106 - Minha empregada - Categoria: Heterosexual - Votos: 5
261073 - Comendo a estagiária no carro - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
261068 - Comendo uma puta grávida - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
261053 - Minha cunhada safada - Categoria: Incesto - Votos: 12
254276 - Esposa Vadia do Diretor - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
253667 - Minha Sogra Certinha - Final - Categoria: Incesto - Votos: 17
253646 - Minha Sogra certinha - 2 - Categoria: Incesto - Votos: 5
253645 - Minha Sogra certinha - 2 - Categoria: Incesto - Votos: 16
253617 - Minha Sogra certinha - 1 - Categoria: Incesto - Votos: 21
253225 - Minha irmã dando pro meu cunhado e eu assistindo escondido - Categoria: Incesto - Votos: 6
253176 - Baixinha Delicia da Limpeza - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
253138 - Afilhada Puta no meio das arvores - Categoria: Heterosexual - Votos: 7
253136 - Sogra Vadia - Categoria: Heterosexual - Votos: 17
247680 - Empregada rabuda - Categoria: Coroas - Votos: 11
246553 - Minha sobrinha me viu batendo punheta - Continuação - Categoria: Incesto - Votos: 8

Ficha do conto

Foto Perfil gafa11x
gafa11x

Nome do conto:
Caixa de Supermercado - Final

Codigo do conto:
262824

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
24/05/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
1