Ela se chamava Vanessa. Aos 32 anos, era a frentista mais conhecida do Posto Ipiranga da Avenida Beira-Rio, em Campnas. Casada há nove anos com um caminhoneiro que passava mais tempo na estrada do que em casa, Vanessa carregava no corpo as curvas que faziam os motoristas atrasarem só para vê-la. Peitos grandes, firmes, que esticavam o uniforme azul-claro da empresa até o limite do botão superior. Bunda redonda, empinada, que balançava com um ritmo hipnótico quando ela caminhava entre as bombas com a mangueira na mão. Cabelos castanhos longos, presos num rabo de cavalo alto, pele morena-clara sempre levemente brilhante de suor no calor da tarde. Eu era o tipo que parava ali quase todos os dias. Gerente de uma distribuidora, sempre com o tanque quase vazio e o desejo bem cheio. No começo eram só sorrisos educados. Depois vieram as piadas, os olhares mais demorados. Ela sabia o efeito que causava. Quando se inclinava para limpar o para-brisa, os seios pesados pressionavam contra o tecido fino, marcando os mamilos escuros por baixo do sutiã. Eu fingia não notar. Ela fingia não perceber que eu notava. Uma tarde chuvosa de outono mudou tudo. O posto estava quase vazio. A chuva caía forte, tamborilando no telhado de metal. Eu parei o carro na bomba mais afastada. Vanessa saiu da guarita correndo, o uniforme molhado colando no corpo como uma segunda pele. Os cabelos soltos agora, úmidos, grudados no pescoço. Os mamilos rígidos, evidentes. — Cheio, né? — perguntou ela, com aquele sorriso de canto de boca que eu já conhecia. — Cheio — respondi, mas meus olhos estavam no decote molhado. Ela percebeu. Demorou mais que o necessário para limpar o vidro. Quando terminou, em vez de voltar para a guarita, encostou-se na porta do meu carro, a chuva escorrendo pelo seu corpo. — Meu marido chega só amanhã de manhã. E eu tô cansada de ficar sozinha nessa chuva. O convite estava feito. Sem rodeios. Meu pau já latejava dentro da calça. — Entra — eu disse. Ela olhou para os lados. O outro frentista estava dentro da loja, distraído. Vanessa entrou no banco do passageiro, o uniforme encharcado deixando uma mancha úmida no assento. O cheiro dela — suor, perfume barato de baunilha e algo mais primal — encheu o carro. Dirigi até o fundo do posto, onde havia um pequeno bosque de eucaliptos usados como estacionamento improvisado para caminhões. Parei atrás de um trailer abandonado. A chuva batia forte nas janelas, nos isolando do mundo. Vanessa não esperou. Virou-se para mim, os olhos escuros brilhando de desejo reprimido. — Faz tempo que eu quero isso — confessou, a voz rouca. — Todo dia você chega, me olha como se quisesse me comer aqui mesmo entre as bombas. Ela abriu o botão superior do uniforme. Depois o segundo. Os seios grandes saltaram para fora, presos num sutiã preto de renda barata que mal continha tanta carne. Eu me inclinei e capturei um mamilo com a boca, chupando forte enquanto ela gemia, segurando minha nuca. O gosto salgado da chuva misturado com o cheiro de pele quente me deixou louco. — Tira tudo — ordenei. Vanessa tirou o uniforme molhado com dificuldade no espaço apertado do carro. A calcinha preta estava ensopada, mas não era só de chuva. Eu enfiei a mão entre suas coxas grossas e senti a boceta inchada, molhada, os lábios carnudos escorregando nos meus dedos. Ela era depilada, só uma pequena tira de pelos acima do clitóris. Dois dedos entraram fácil. Ela estava apertada, quente, pulsando. — Ai, caralho... — gemeu, rebolando no meu dedo. — Me fode logo. Eu abaixei o banco do passageiro. Vanessa montou em mim, a calcinha puxada para o lado. Meu pau, grosso e latejante, roçava na entrada molhada. Ela desceu devagar, saboreando cada centímetro. A boceta quente engoliu tudo, apertando como um punho. Quando estava toda empalada, ela parou, respirando fundo, os seios enormes balançando na minha cara. — Que pau gostoso... — sussurrou, começando a cavalgar. O carro balançava com o ritmo. A chuva abafava os sons molhados de pele contra pele, o barulho obsceno da boceta encharcada subindo e descendo. Eu agarrava aquela bunda maciça com as duas mãos, abrindo as bandas, sentindo o cuzinho piscar enquanto ela quicava. Chupei seus mamilos, mordi de leve, deixei marcas vermelhas na pele morena. Vanessa gozou primeiro, tremendo inteira, a boceta contraindo forte em volta do meu pau. Ela mordeu meu ombro para não gritar. O orgasmo foi longo, molhado, escorrendo pelas minhas bolas. Eu ainda não tinha gozado. Virei ela de quatro no banco de trás, o espaço apertado tornando tudo mais safado. A bunda enorme empinada na minha frente, brilhando de suor e chuva. Abri as bandas e cuspi direto no cuzinho rosado. Ela gemeu quando sentiu o dedo invadindo ali. — Você quer no cu também, vadia casada? — perguntei, esfregando a cabeça do pau na entrada apertada. — Quero... mas devagar... faz tempo que não dou. Entrei devagar. O cu dela era virgem de pau grosso. Centímetro por centímetro, sentindo ela se abrir. Vanessa gemia alto agora, sem se importar se alguém ouvia. Quando estava todo dentro, comecei a estocar. Primeiro lento, depois mais fundo, mais forte. A bunda tremia a cada impacto. Eu dava tapas fortes, deixando a pele vermelha. — Me fode esse cu... sou sua puta hoje... Eu alternava: tirava do cu e enfiava na boceta, depois voltava pro cu. Ela gozou de novo, dessa vez squirtando um pouco, molhando o banco inteiro. O cheiro de sexo enchia o carro. Quando não aguentei mais, puxei o pau e gozei forte nas costas dela, jatos grossos e quentes escorrendo pela coluna até a fenda da bunda. Vanessa virou, pegou meu pau ainda pulsante na boca e chupou o resto, lambendo cada gota, os olhos fixos nos meus. Ficamos ali, ofegantes, a chuva diminuindo lá fora. — Amanhã meu marido volta — disse ela, passando o dedo na porra que escorria na sua pele e levando à boca. — Mas depois de amanhã ele viaja de novo. E eu vou estar aqui, no mesmo horário. Eu sorri, ainda duro. — Então amanhã eu venho encher o tanque de novo. Vanessa se vestiu devagar, o uniforme molhado colando de novo no corpo marcado. Antes de sair do carro, virou e me deu um beijo molhado, a língua safada dançando com a minha. — Da próxima vez quero na minha casa. Na cama que eu durmo com ele. Quero você me comendo enquanto olho a foto de casamento na parede. Ela piscou e saiu andando rebolando, a bunda ainda vermelha dos tapas, o uniforme desarrumado, carregando o cheiro de sexo proibido. Eu fiquei ali, o coração acelerado, sabendo que aquilo era só o começo. Vanessa não era só uma frentista gostosa. Era uma esposa reprimida, uma puta latente que acabara de acordar. E eu tinha acabado de me tornar o vício dela. Os dias seguintes foram uma espiral de tesão. Encontros rápidos no carro, rapidinhas no banheiro do posto quando o movimento permitia, uma vez até no pequeno escritório atrás da loja, com ela sentada na mesa, pernas abertas, enquanto eu ajoelhava e comia aquela boceta casada até ela gozar na minha boca.
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