Laura a amiga delicia da minha filha

Era um fim de semana quente de verão na chácara da família, lá em Minas. Eu, Pedro, tinha levado minha filha Laura e duas amigas dela para passar uns dias longe da cidade. Uma delas era a Júlia, a gordinha mais gostosa que eu já tinha visto. Tinha 22 anos, mesma idade da Laura, mas o corpo dela era bem diferente: pele morena clara, cabelo castanho cacheado caindo pelos ombros, seios enormes e pesados que balançavam a cada passo, uma barriga macia e redonda que transbordava por cima da cintura do shortinho, quadris largos e uma bunda enorme, empinada, daquelas que tremiam quando ela andava.
Júlia era tímida no começo, mas eu percebia o jeito que ela me olhava quando achava que ninguém estava vendo. Na piscina, ela usava um biquíni vermelho que mal continha aquelas curvas generosas. Os seios quase saltavam para fora toda vez que ela ria, e quando saía da água, o tecido ficava colado, marcando os bicos grossos e escuros.
No sábado à tarde, Laura e a outra amiga resolveram ir até a cidade comprar sorvete. Ficamos só eu e a Júlia na chácara. Ela disse que ia tomar sol no deque de madeira atrás da casa. Eu fui “consertar” umas coisas no quintal, mas na verdade não conseguia tirar os olhos dela.
De longe, vi quando Júlia passou protetor solar. Ela estava de bruços, o biquíni desamarrado nas costas. As mãos gorduchinhas deslizavam pelo corpo, espalhando o creme nas coxas grossas, na bunda que subia redonda e tentadora. Meu pau começou a latejar dentro da bermuda só de olhar.
— Tio Pedro, pode me ajudar com as costas? — ela pediu com uma vozinha manhosa, virando o rosto para mim.
Eu me aproximei. O cheiro de coco do protetor misturado com o perfume doce dela me deixou tonto. Minhas mãos grandes tocaram aquela pele quente, macia, cheia de carne. Espalhei o creme devagar, descendo pelas costas, sentindo as dobrinhas na cintura, até chegar na curva da bunda. Ela não reclamou quando meus dedos escorregaram por baixo do biquíni, apertando de leve aquelas nádegas pesadas.
— Hmm... tá gostoso — murmurou ela, empinando mais o quadril.
Não aguentei. Agarrei aquela bunda com as duas mãos, abrindo as bandas. Júlia soltou um gemidinho safado. Meu dedo médio desceu entre as coxas grossas e encontrou a boceta já molhada, inchada, os lábios carnudos escorregadios.
— Tio... a gente não devia... — sussurrou, mas abriu as pernas mesmo assim.
Enfiei dois dedos de uma vez naquela xota quente e apertada. Ela era bem molhadinha, daqueles cremes grossos que escorrem pela coxa. Júlia rebolava devagar, gemendo baixinho enquanto eu dedava ela com força, o som molhado ecoando no deque.
Virei ela de frente. Os seios enormes caíram pesados para os lados. Eram lindos, cheios de veias, com auréolas grandes e escuras. Chupei um bico com fome, mordendo de leve, enquanto apertava o outro seio, fazendo a carne transbordar entre meus dedos. Júlia segurava minha cabeça, gemendo alto agora:
— Ai, tio Pedro... chupa mais forte... isso...
Desci beijando aquela barriga macia, lambendo o umbigo, até chegar na boceta depilada, inchada de tesão. Abri bem aquelas coxas grossas e enfiei a língua. O gosto era doce e azedinho, delicioso. Chupei o clitóris gordinho enquanto enfiava dois dedos fundo, fazendo ela tremer inteira. Júlia gozou pela primeira vez com a boca na xota dela, apertando minha cabeça entre as coxas e soltando um gemido longo e safado.
Eu estava duro pra caralho. Tirei a bermuda e mostrei meu pau grosso e latejando. Os olhos dela brilharam.
— Nossa... é bem grande — sussurrou.
Coloquei ela de quatro no deque. A bunda enorme ficou empinada na minha frente, balançando. Cuspi na mão, passei na cabeça do pau e empurrei devagar. A xota dela era quente, apertada e molhada pra porra. Entrei até o fundo, sentindo aquela carne gordinha apertando meu pau.
Comecei a meter com força. O barulho da pele batendo ecoava: plap, plap, plap. As bandas da bunda dela tremiam a cada estocada. Agarrei aqueles quadris largos, puxando ela contra mim enquanto metia fundo, batendo no fundo da boceta.
— Me fode, tio... me fode gostoso... — ela pedia, rebolando, empinando mais.
Virei ela de lado, levantando uma perna grossa no ombro. Assim eu conseguia ver os seios balançando e a cara de puta dela enquanto eu socava. Júlia gozou de novo, apertando meu pau com força, escorrendo gozo pelas coxas.
Tirei e mandei ela de joelhos. Segurei o cabelo cacheado e enfiei o pau na boca quente. Ela chupava como uma vadia, babando tudo, engasgando um pouco enquanto eu fodia a garganta dela. Os seios enormes balançavam com o movimento.
Não aguentei mais. Puxei o pau e gozei forte no rosto e nos peitos dela. Jatos grossos e brancos cobriram aquela cara safada, escorrendo pelos lábios e pingando nos mamilos.
Júlia lambeu o que conseguiu, sorrindo safada.
— Da próxima vez que a Laura quiser vir pra chácara... me avisa, tio. Eu venho junto.
Foto 1 do Conto erotico: Laura a amiga delicia da minha filha


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Laura a amiga delicia da minha filha

Codigo do conto:
261273

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
05/05/2026

Quant.de Votos:
3

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