A Conquista de Lena - Parte Final



Acordei com o corpo dolorido de tanto foder, o cheiro dela ainda grudado na minha pele. Mal tinha tomado café quando meu celular vibrou. Era Lena.
Lena (10:47):
Não consigo parar de pensar em você. Acordei molhada de novo… tô com vergonha do que fizemos ontem, mas minha boceta não para de latejar. O que você fez comigo?
Sorri. A casada estava cedendo rápido.
Eu:
Bom dia, minha puta. Tá arrependida ou tá com saudade do meu pau? Manda uma foto dessa boceta agora pra eu ver como ficou depois de ontem.
Demorou uns cinco minutos. A foto chegou: Lena no banheiro da suíte, robe aberto, pernas abertas em cima da pia. A boceta gordinha ainda estava vermelha e inchada, com um brilho evidente de tesão. Os peitos pesados caídos, mamilos duros.
Lena (11:03):
Olha o que você fez… tá sensível pra caralho. Meu marido chega só amanhã à noite. Tô sozinha em casa e não consigo parar de me tocar pensando na sua boca me chupando.
Eu liguei na hora. Ela atendeu no segundo toque, a voz já manhosa.
— Oi… — sussurrou.
— Tira a roupa agora e senta na cama. Quero que você se masturbe enquanto fala comigo.
Ouvi o barulho de tecido caindo. Lena gemeu baixinho quando os dedos tocaram a boceta.
— Tá bem molhada? — perguntei.
— Ensopada… ainda tem um pouco da sua porra vazando de ontem. Eu limpei, mas… ahh… tô enfiando dois dedos agora.
Eu fiquei duro só de ouvir. Falei bem devagar, sujo:
— Imagina minha língua naquele clitóris inchado, Lena. Eu chupando forte enquanto você senta na minha cara com essa bunda gorda. Quero que você goze agora, mas não para de falar. Me conta como se sente sendo uma vadia casada.
Ela gemeu mais alto, a respiração acelerada:
— Eu me sinto… puta… me sinto tão safada… nunca gozei tanto na vida. Quero seu pau de novo… quero que você me foda na cama do meu marido hoje. Por favor…
— Então se arruma. Quero você de vestido curto, sem calcinha. Vou passar aí em uma hora. E deixa a porta destrancada.
Quando cheguei, a porta estava entreaberta. Entrei e encontrei Lena na sala, de um vestido soltinho preto que mal cobria as coxas grossas. Sem sutiã, os bicos dos peitos marcando o tecido. Ela veio até mim e me beijou com fome, esfregando o corpo contra o meu.
— Eu tentei me controlar… juro que tentei — murmurou entre beijos. — Mas acordei louca pra te sentir dentro de novo.
Eu não perdi tempo. Levantei o vestido dela ali mesmo na sala e enfiei dois dedos na boceta quente. Estava encharcada, escorrendo pela coxa.
— Olha só pra você… uma noite e já virou minha puta viciada.
Levei ela pro quarto do casal. Empurrei Lena na cama de casal, abri suas pernas e comecei a chupar com vontade. Ela segurava minha cabeça com as duas mãos, rebolando na minha cara, gemendo alto:
— Isso… chupa minha boceta de casada… come ela com a boca… ahh caralho!
Depois de fazer ela gozar na minha língua, eu tirei a roupa e bati meu pau duro na cara dela.
— Chupa. Mostra o quanto você quer isso.
Lena mamou com tesão, babando inteiro, tentando engolir o máximo possível. Olhos lacrimejando, mas sem parar. Eu segurava o cabelo dela e fodia sua garganta.
Em seguida, eu a coloquei de quatro na cama do marido. Agarrei aquela bunda grande com as duas mãos, abri bem e enfiei tudo de uma vez. O barulho molhado encheu o quarto.
— Me fode forte… — ela pediu, voz rouca. — Marca essa boceta como sua.
Eu meti com tudo, dando tapas fortes na bunda, puxando o cabelo, chamando ela de tudo:
— Sua vadia… traindo o marido na cama dele… rebola essa bunda gorda pra mim.
Lena gozou duas vezes nessa posição, tremendo, apertando o lençol. Depois eu deitei e mandei ela sentar. Aquela buceta quente e molhada desceu devagar, engolindo meu pau inteiro. Os peitos enormes balançavam na minha cara enquanto ela cavalgava.
— Olha pra mim enquanto você me fode, Lena. Quero ver a cara de puta que você faz.
Ela rebolava gostoso, gemendo alto, suada, os cabelos grudados no rosto. Eu chupava e mordia os mamilos enquanto ela quicava cada vez mais rápido.
— Vou gozar de novo… porra… tô gozando no seu pau!
Quando senti que ia explodir, segurei a cintura dela e gozei fundo, enchendo aquela boceta casada de porra quente. Lena tremeu inteira, gozando junto, olhos revirando.
Ficamos deitados um tempo, meu pau ainda dentro dela, porra escorrendo. Ela passou os dedos na mistura e levou à boca, lambendo.
— Nunca pensei que ia gostar tanto de ser traidora… — confessou baixinho, com um sorriso safado. — Quero mais. Quero que você me foda sempre que eu chamar.
Eu ri e mordi o lóbulo da orelha dela:
— Então se prepara, Lena. Agora você é minha puta de verdade. E hoje ainda não acabou.
Naquela tarde, comemos mais duas vezes: uma rapidinha no sofá enquanto ela preparava um lanche, e outra no final da tarde, bem devagar e profundo, olhando nos olhos, antes dela ter que arrumar a casa para o marido chegar no dia seguinte.
Lena estava completamente rendida. A amiga casada, gordinha e reprimida tinha virado uma vadia insaciável.
Foto 1 do Conto erotico: A Conquista de Lena - Parte Final

Foto 2 do Conto erotico: A Conquista de Lena - Parte Final


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Conquista de Lena - Parte Final

Codigo do conto:
265654

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
29/06/2026

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