Eram quase dez da noite quando terminamos a apresentação. O escritório já estava vazio, só restávamos eu e a estagiária, Larissa. Ela tinha 22 anos, corpo de academia, pele morena clara, cabelos pretos longos e lisos, e um rosto de quem sabia exatamente o efeito que causava. A saia lápis preta marcava a bunda empinada e as coxas grossas, enquanto a blusa social branca deixava entrever o sutiã de renda bege. — Chefe, você me dá uma carona? Meu carro está na oficina — pediu ela, com aquele sorriso inocente que não tinha nada de inocente. Aceitei. Entramos no meu carro, um sedan escuro com vidros bem escurecidos. Dirigi pela cidade, mas em vez de ir direto para a casa dela, peguei um caminho mais longo. Larissa percebeu. Colocou a mão na minha coxa e subiu devagar. — Eu sei que você me olha desde o primeiro dia — sussurrou. — Quer me comer, né? Não respondi com palavras. Parei o carro numa rua deserta do bairro industrial, atrás de um antigo galpão abandonado. Nenhum poste de luz funcionava, só o luar e as luzes fracas do painel iluminavam o interior. Silêncio total, apenas o som distante de algum caminhão na avenida principal. Assim que parei o motor, Larissa já estava em cima de mim. Beijou-me com fome, língua quente e molhada invadindo minha boca enquanto suas mãos abriam minha camisa. Eu segurei aqueles cabelos longos e puxei sua cabeça para trás, mordendo seu pescoço. Ela gemeu alto. — Tira minha blusa — ordenou. Desabotoei a blusa devagar, revelando os seios médios e firmes dentro do sutiã de renda. Chupei os mamilos por cima do tecido até ela arquear as costas. Abri o sutiã e liberei os peitos. Eram perfeitos, mamilos escuros e duros. Coloquei um na boca e suguei com força enquanto apertava o outro. Larissa rebolava no meu colo, esfregando a boceta por cima da saia contra o volume da minha calça. — Quero seu pau… tô molhada pra caralho desde as seis da tarde — confessou. Levantei a saia dela até a cintura. A calcinha fio-dental preta estava encharcada. Puxei para o lado e enfiei dois dedos na boceta lisinha e apertada. Ela estava encharcada, quente, com um cheiro doce e jovem que me deixou louco. Dediquei o polegar no clitóris inchado enquanto metia os dedos ritmadamente. Larissa gemia no meu ouvido, mordendo minha orelha. — Três dedos… me abre com três — pediu. Coloquei o terceiro dedo e ela começou a quicar no meu colo, fodendo minha mão. O som molhado ecoava dentro do carro. Quando ela gozou pela primeira vez, apertou minha mão com força e esguichou um pouco, molhando minha calça e o banco. Eu abri o zíper e tirei o pau para fora. Estava duro, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Larissa olhou com desejo e desceu o banco do passageiro o máximo possível. Ela se ajoelhou no espaço apertado entre os bancos e enfiou meu pau na boca quente. Chupou com vontade, lambendo toda a extensão, descendo até as bolas e voltando sugando forte. A saliva escorria pelo queixo enquanto ela me olhava nos olhos. — Quero sentar — disse, ofegante. Puxei o banco do motorista todo para trás. Larissa tirou a calcinha, subiu em mim e desceu devagar, engolindo meu pau centímetro por centímetro. A boceta dela era apertada, quente e molhada. Quando estava toda sentada, começou a rebolar devagar, sentindo cada veia. Depois acelerou, subindo e descendo com força. Os seios pulavam na minha cara. Eu segurava a bunda redonda e dava tapas fortes enquanto ela cavalgava. — Isso, chefe… me fode… usa sua estagiária como uma puta — gemia ela. O carro balançava visivelmente. O vidro embaçava com nossa respiração quente. Virei ela de lado, uma perna dela por cima do console central. Meti de lado, fundo e forte. Nessa posição eu conseguia ver meu pau entrando e saindo da boceta inchada, brilhando com os fluidos dela. Larissa segurava o painel com uma mão e o teto com a outra, gemendo sem parar. — Quero de quatro — pediu. Ela se virou para o banco de trás, empinando aquela bunda perfeita. Eu passei para trás também, apertado, desconfortável e ainda mais excitante. Segurei os cabelos longos como rédea e meti com tudo. O barulho de pele contra pele era alto dentro do carro. Dava tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas enquanto a fodia sem piedade. — Goza dentro… eu tomo anticoncepcional… me enche — implorou. Segurei os quadris com força e meti fundo várias vezes até gozar violentamente, jorrando jatos grossos bem no fundo da boceta dela. Larissa gozou junto, tremendo, apertando meu pau com espasmos fortes. Mas não acabou. Depois de alguns minutos recuperando o fôlego, ela virou para mim com um sorriso safado: — Ainda tô com tesão… Eu a deitei no banco de trás, abri bem as pernas dela e desci a boca na boceta cheia de porra. Chupei tudo, minha porra misturada com o mel dela, enquanto enfiava a língua fundo. Larissa segurava minha cabeça, rebolando contra meu rosto. Depois, sentei no banco de trás e puxei ela de costas para mim, posição cowgirl invertida. Ela sentou novamente, agora de costas, e cavalgou olhando para o para-brisa embaçado. Eu metia os dedos no cuzinho apertado dela enquanto ela quicava. Larissa enlouqueceu. — Quero gozar de novo… me fode o cu depois — pediu. Eu lubrifiquei o pau com a mistura que escorria da boceta dela e pressionei contra o cuzinho virgem e apertado. Entrei devagar, centímetro por centímetro. Larissa gemia de dor e prazer ao mesmo tempo. Quando estava todo dentro, comecei a meter devagar, depois mais rápido. Uma mão no clitóris, a outra apertando um seio. Ela gozou pela terceira vez, quase desmaiando de tanto prazer. Gozei pela segunda vez, agora dentro da bunda dela, enchendo os dois buracos.
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