A chuva caía pesada quando a vi encostada no muro de um prédio antigo. Clara estava visivelmente mal: uma mão na barriga enorme de sete meses e meio, o rosto pálido, respiração curta. O vestido molhado colava no corpo como uma segunda pele, marcando cada curva. A barriga redonda e pesada projetava-se para frente, os seios inchados quase saltando do decote, mamilos escuros e duros evidentes. — Precisa de ajuda? — perguntei, parando o carro. Ela assentiu, fraca. — Estou tonta… o bebê está muito agitado hoje. Moro logo ali, na casa amarela no final da rua. Pode me levar? Eu a ajudei a entrar no carro. Durante o curto trajeto, sua mão descansava sobre a barriga, e eu não conseguia parar de olhar. O cheiro dela — pele quente, chuva e algo doce de grávida — enchia o carro. Chegamos à casa simples mas arrumada. Assim que entramos, ela tirou os sapatos e pediu que eu a ajudasse até o quarto. O cômodo estava quente, com uma cama grande, luz amarelada de um abajur e o cheiro dela por toda parte. — Fica um pouco… por favor — murmurou ela, sentando na beira da cama. — Não quero ficar sozinha agora. Eu me sentei ao lado. Clara pegou minha mão e colocou diretamente sobre a barriga tensa. A pele estava quente, esticada ao limite. Senti um chute forte contra minha palma. — Ele gostou de você — disse ela, com um sorriso safado surgindo no rosto. Seus olhos desceram para o volume na minha calça. — E eu… eu tô há meses morrendo de tesão. A gravidez me deixou uma puta completa. Sem esperar resposta, ela puxou o vestido para cima e tirou pela cabeça. Estava só de calcinha branca e sutiã. A barriga imensa, redonda e perfeita, brilhava sob a luz fraca. Estrias finas claras marcavam os lados, o umbigo completamente saltado. Os seios estavam enormes, cheios de leite, veias azuladas visíveis. Eu me ajoelhei na frente dela e beijei aquela barriga devagar. Minha língua percorreu cada centímetro, sentindo os chutes do bebê enquanto Clara gemia baixinho, segurando minha cabeça. — Lambe… adoro quando lambem minha barriga — sussurrou. Desci beijando até a calcinha. O tecido estava encharcado. Puxei para o lado e vi a boceta inchada, lábios grossos, rosados e brilhando de tesão, clitóris bem saliente. O cheiro era forte, doce e almiscarado. Enfiei o rosto ali e chupei com fome. Clara abriu as pernas o máximo que a barriga permitia e gemeu alto, rebolando contra minha língua. — Isso… chupa meu clitóris… enfia a língua dentro… ahhh porra! Dois dedos meus entraram fácil na boceta quente e molhada. Ela estava apertada, mas escorregadia. Enquanto eu chupava e metia os dedos, mamava nos seios enormes, tirando o sutiã. Um jato fino de leite quente espirrou na minha língua quando suguei com força. Clara gritou de prazer. — Bebe… bebe meu leitinho enquanto me fode com os dedos. Eu estava louco. Tirei a roupa, pau latejando, cabeça roxa e babando. Clara olhou com olhos famintos. — Quero ele todo. Agora. Deitei ela de lado, uma perna levantada. Posicionei o pau na entrada molhada e empurrei devagar, sentindo cada dobra quente engolindo meu pau. Quando estava todo enterrado, comecei a meter com ritmo forte. A barriga balançava a cada estocada, os seios pesados sacudindo. Eu segurava a barriga com uma mão enquanto metia, sentindo os chutes do bebê contra minha palma. — Mais forte! Me fode como se eu fosse sua vadia grávida! — ela gritava. Mudei de posição. Sentei na beira da cama e puxei ela para cima de mim, de frente. Clara desceu devagar, a barriga enorme pressionando contra meu abdômen. Segurei aquela barriga pesada com as duas mãos enquanto ela cavalgava, subindo e descendo com força. Os seios batiam no meu rosto. Eu mordia os mamilos, sugava o leite que escorria, e metia para cima com tudo. O barulho molhado da boceta era obsceno. Ela gozou pela primeira vez assim, tremendo inteira, unhas cravadas nas minhas costas, boceta apertando meu pau em espasmos fortes enquanto esguichava quente. Não parei. Virei ela de quatro, barriga pendurada. A bunda grande e macia empinada para mim. Enfiei tudo de uma vez e meti fundo, segurando os quadris largos. Dava tapas na bunda enquanto a fodia com força. Clara gritava: — Me enche… quero leite quente na boceta! Goza dentro! Eu metia cada vez mais rápido, bolas batendo contra o clitóris inchado. Segurei os cabelos dela e puxei para trás, fodendo como um animal. Gozei com um rugido, jorrando jatos grossos e longos bem no fundo, enchendo a boceta grávida até transbordar. Clara gozou junto, segunda vez, gemendo como uma cadela no cio. Ficamos ofegantes por alguns minutos. Meu pau ainda dentro dela, sêmen escorrendo pelas coxas grossas. Mas ela não tinha terminado. — Ainda quero mais… — sussurrou, virando o rosto. — Me limpa com a boca primeiro. Eu me ajoelhei e chupei minha própria porra misturada com o mel dela daquela boceta inchada e usada. Clara gemia, empurrando a bunda contra meu rosto. Depois disso, ela me empurrou deitado na cama e sentou na minha cara, barriga enorme sobre meu peito. Esfregou a boceta molhada e cheia de porra na minha língua enquanto massageava os próprios seios, espirrando leite nos meus ombros. Quando meu pau ficou duro novamente, ela virou de lado, levantou uma perna e me puxou para trás. Meti de conchinha, devagar e fundo, uma mão segurando a barriga, a outra beliscando o clitóris. Fodemos assim por longos minutos, suados, gemendo, até eu gozar pela segunda vez, enchendo ela ainda mais. Já passava da meia-noite quando ela, exausta mas ainda safada, deitou de costas com as pernas bem abertas, barriga enorme subindo e descendo. — Vem… me fode mais uma vez bem devagar. Quero sentir cada centímetro. Entrei nela devagar, olhando nos olhos. Metemos lento, intenso, minha boca nos seios dela, mãos na barriga. Quando gozamos juntos pela última vez, Clara me abraçou forte, tremendo, e sussurrou no meu ouvido: — Pode ir embora amanhã de manhã… mas sempre que eu me sentir mal de novo, vou te chamar. Essa boceta grávida agora é sua quando quiser.
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