Afilhada Puta no meio das arvores

Era uma tarde quente de verão na chácara da família, escondida no meio de um bosque denso de árvores antigas, onde o sol filtrava através das folhas verdes, criando sombras dançantes no gramado. A festa de família estava animada: tios, primos, avós e parentes distantes riam ao redor da churrasqueira, com o cheiro de carne assada misturando-se ao ar úmido. Eu, como padrinho dela, estava ali como sempre, fingindo ser o tio protetor, mas meus olhos não paravam de vagar para ela – minha afilhada, Sofia, agora com 24 anos, uma mulher feita, com curvas que me enlouqueciam há anos.
Sofia era uma putinha nata, daquelas que sabiam exatamente o poder que tinham. Seus peitos eram deliciosos, fartos e firmes, apertados em um top decotado que mal continha aqueles mamilos durinhos, sempre eriçados como se implorassem por atenção. Ela usava uma saia curta florida, que balançava a cada passo, revelando coxas grossas e bronzeadas. Seus cabelos castanhos caíam soltos pelas costas, e aqueles olhos verdes piscavam para mim com uma malícia que ninguém mais notava. Ela era louca para me dar, eu sabia. Desde que completou 18, trocávamos olhares proibidos, toques acidentais que faziam meu pau latejar. Hoje, na festa, ela estava ainda mais safada, roçando em mim "sem querer" enquanto servia bebidas, sussurrando no meu ouvido: "Padrinho, você tá me olhando tanto... quer provar algo doce?"
A família estava distraída com o jogo de futebol na TV improvisada na varanda, as crianças correndo pelo gramado, e os mais velhos contando histórias antigas. Eu a vi se afastando da multidão, acenando discretamente para que eu a seguisse. Meu coração acelerou. Caminhei atrás dela, entrando no meio das árvores, onde o som da festa virava um murmúrio distante. O bosque era úmido, com folhas úmidas no chão e o cheiro de terra molhada. Ela parou atrás de uma árvore grossa, encostando-se no tronco áspero, e me olhou com um sorriso devasso. "Vem, padrinho. Ninguém vai notar a gente sumir por uma hora."
Eu me aproximei, meu corpo colando no dela. Seus peitos subiam e desciam com a respiração rápida, aqueles mamilos durinhos marcando o tecido fino do top. Agarrei sua cintura, puxando-a para mim, e ela gemeu baixinho, esfregando o quadril no meu pau já duro. "Você é uma putinha safada, Sofia. Sempre soube que queria isso." Ela riu, uma risada rouca e cheia de desejo, enfiando a mão por dentro da minha camisa, arranhando meu peito. "Sou sua putinha, padrinho. Me fode como se eu fosse uma vadia qualquer. Me usa."
Não esperei mais. Levantei seu top com pressa, expondo aqueles peitos deliciosos ao ar fresco do bosque. Eram perfeitos, redondos e pesados, com auréolas rosadas e mamilos eretos como pedrinhas duras. Agarrei um deles com a boca, chupando forte, mordiscando o mamilo enquanto ela arqueava as costas, gemendo alto o suficiente para ecoar entre as árvores. "Ah, padrinho... chupa mais forte! Me machuca um pouco..." Sua mão desceu para minha calça, abrindo o zíper e libertando meu pau latejante. Ela o apertou com força, masturbando devagar, o pré-gozo lubrificando seus dedos. "Tão grosso... sempre imaginei você me arrombando."
Empurrei-a contra a árvore, o tronco áspero arranhando suas costas nuas, mas ela não se importava – pelo contrário, gemia mais alto, como se a dor a excitasse. Levantei sua saia, descobrindo que ela não usava calcinha. Sua buceta estava encharcada, os lábios inchados e brilhantes de tesão, o clitóris pulsando visivelmente. "Você veio preparada, né, sua vadia? Louca pra me dar nessa festa de família." Ela assentiu, mordendo o lábio inferior, e abriu as pernas mais. Enfiei dois dedos nela de uma vez, sentindo o calor apertado e molhado, bombeando rápido enquanto chupava o outro peito. Seus mamilos estavam vermelhos de tanto que eu mordia, e ela puxava meu cabelo, forçando minha boca mais fundo. "Me fode com os dedos... ah, sim, mais rápido! Me faz gozar antes de você me comer toda."
Seus gemidos eram depravados, ecoando no bosque como um convite ao pecado. Ela gozou rápido, o corpo tremendo, esguichando um pouco nos meus dedos, o líquido escorrendo pelas coxas. "Puta que pariu, padrinho... agora me come. Me arromba nessa árvore." Eu a virei de costas, empinando sua bunda redonda e perfeita. O tronco da árvore raspava em seus peitos nus enquanto eu posicionava meu pau na entrada dela. Entrei devagar no começo, sentindo cada centímetro da sua buceta apertada me engolindo, mas ela empurrou para trás, forçando tudo de uma vez. "Fode forte! Não tem pena da sua afilhada putinha!"
Comecei a meter com força, as estocadas ecoando com tapas molhados, minhas bolas batendo na sua bunda. O bosque parecia vivo ao nosso redor – folhas caindo, pássaros voando assustados, mas nada importava. Eu puxava seu cabelo, arqueando suas costas, enquanto mordia seu pescoço, deixando marcas que ela teria que esconder depois. "Você é minha agora, Sofia. Vou te encher de porra nessa festa." Ela rebolava contra mim, gemendo palavras sujas: "Me enche, padrinho! Me faz sua vadia grávida se quiser. Me usa como um buraco qualquer." Seus peitos balançavam com cada estocada, os mamilos roçando no tronco áspero, deixando-a ainda mais excitada.
Mudei de posição, deitando-a no chão úmido de folhas, abrindo suas pernas como uma boneca. Montei nela, metendo fundo enquanto chupava aqueles mamilos durinhos de novo, alternando entre mordidas e lambidas. Ela arranhava minhas costas, deixando marcas vermelhas, e gozou de novo, apertando meu pau como um torno, me levando ao limite. "Goza dentro, padrinho! Me inunda!" Eu gozei forte, jatos quentes enchendo sua buceta, escorrendo para fora enquanto eu continuava metendo, prolongando o prazer.
Ficamos ali, ofegantes, no meio das árvores, com o som distante da festa nos chamando de volta. Ela se arrumou, lambendo os dedos sujos de porra, e piscou: "Isso foi só o começo, padrinho. Na próxima família, eu quero mais." Caminhamos de volta como se nada tivesse acontecido, mas eu sabia que aquela chácara agora era nosso segredo depravado.
Foto 1 do Conto erotico: Afilhada Puta no meio das arvores


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Comentários


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gatabisolteira Comentou em 26/01/2026

Pena eu não encontrar um padrinho assim para comer minha bucetinha e cuzinho bem fundo!

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klavfarbr Comentou em 26/01/2026

Afilhada safadinha💘




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Afilhada Puta no meio das arvores

Codigo do conto:
253138

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
26/01/2026

Quant.de Votos:
3

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