Minha irmã dando pro meu cunhado e eu assistindo escondido
Era uma noite quente em Curitiba, o ar abafado do verão brasileiro infiltrando-se pela casa. Eu, Pedro, tinha acabado de chegar de um dia exaustivo no trabalho, mas algo me fez parar no corredor escuro. Ouvi gemidos vindos do quarto da minha irmã, aquela peituda irresistível chamada Ana. Ela era uma deusa: seios fartos que balançavam como melões maduros, curvas que faziam qualquer homem salivar, e uma bunda redonda e empinada que implorava por atenção. Meu cunhado, o Ricardo, o cara forte e tatuado que ela casou há dois anos, estava lá com ela. Eu sabia que eles transavam como animais, mas nunca tinha tido a chance de ver. Até aquela noite. Eu me aproximei devagar da porta entreaberta, o coração acelerado, o pau já endurecendo só de imaginar. Espiei pelo canto, escondido nas sombras, e o que vi me deixou louco de tesão. Ana estava de quatro na cama king size, os peitos enormes pendurados e balançando a cada estocada, os mamilos rosados e duros como pedras. Ricardo estava atrás dela, nu e suado, as mãos firmes nas ancas dela, metendo com força, o pau grosso e veinoso desaparecendo na buceta molhada e depilada dela. O quarto cheirava a sexo: suor, lubrificante e o aroma doce da excitação dela. "Ah, porra, Ricardo, me fode mais forte! Essa sua rola grossa me arromba toda, caralho!", gemeu Ana, a voz rouca e provocante, jogando o cabelo loiro para trás enquanto empinava mais a bunda. Seus peitos batiam um no outro com um som molhado, e eu via o suor escorrendo entre eles, formando gotas que pingavam no lençol. Ricardo riu, uma risada gutural e safada, dando um tapa forte na bunda dela, deixando uma marca vermelha. "Sua vadia peituda, você adora isso, né? Adora ser minha putinha particular, sentindo essa pica te preenchendo até o talo. Olha só como sua buceta aperta, querendo leite quente." Ele acelerou o ritmo, as bolas batendo contra o clitóris inchado dela, o som de pele contra pele ecoando como um tapa erótico. Eu não aguentei. Meu pau estava latejando na calça, duro como ferro. Desabotoei devagar, sem fazer barulho, e tirei ele pra fora – grosso, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-gozo. Comecei a bater punheta ali mesmo, no canto da porta, os olhos fixos na cena. Cada movimento da mão no meu pau era sincronizado com as estocadas dele na minha irmã. "Porra, isso é demais", pensei, mordendo o lábio pra não gemer alto. Ana virou a cabeça, os olhos semicerrados de prazer, e gritou: "Me chama de sua puta, Ricardo! Diz que esses peitos são só seus pra mamar e apertar enquanto me come!" Ela arqueou as costas, os seios balançando violentamente agora, e Ricardo obedeceu, inclinando-se pra frente e agarrando um deles com a mão grande, apertando o mamilo entre os dedos. "Isso, sua puta safada! Esses tetões são meus, pra eu chupar até você gozar gritando. Sente como sua buceta tá piscando? Vai gozar na minha rola, vai?" Ele puxou o cabelo dela, forçando-a a olhar pra ele por cima do ombro, e meteu mais fundo, o pau inteiro sumindo na carne quente e úmida. Ana uivou de prazer: "Sim, caralho! Me enche de porra, me faz sua vadia grávida se quiser! Fode essa buceta peituda até eu não aguentar mais!" O corpo dela tremia, os músculos das coxas contraídos, e eu via o suco dela escorrendo pelas pernas, molhando os lençóis. Meu punho voava no meu pau agora, apertando a base pra não gozar rápido demais. O tesão era insuportável – ver minha irmã, aquela gostosa peituda, sendo dominada pelo cunhado, os dois suados e selvagens. Ricardo grunhiu: "Porra, Ana, você é a melhor foda do mundo. Essa bunda empinada, esses peitos balançando... Vou gozar fundo, te deixar pingando de esperma." Ele acelerou, os músculos das costas flexionando, e Ana gozou primeiro, o corpo convulsionando, gritando: "Aaaah, sim! Gozando na sua rola, seu safado! Me fode, me fode!" Ricardo não aguentou e urrou, metendo uma última vez e enchendo ela de porra quente, o excesso escorrendo pela buceta rosada e inchada. Eu não resisti mais – vendo aquilo, gozei na minha mão, jatos quentes espirrando no chão do corredor, o corpo todo tremendo de êxtase proibido. Eles caíram na cama, ofegantes, rindo baixinho, sem ideia de que eu estava ali, saciado e ainda duro de tesão. Saí devagar, o coração disparado, sabendo que aquela imagem ficaria na minha mente pra sempre.
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