Minha sogra, dona Clara, sempre foi a imagem da decência. Aos 58 anos, viúva há sete, ela mantinha a casa impecável, ia à missa todo domingo, usava saias na altura do joelho, blusas de botão até o último casa e nunca falava palavrão. Quando falava de sexo — o que era raríssimo — era sempre com um tom de reprovação suave, como quem comenta um pecado alheio. “Essas moças de hoje em dia não têm mais vergonha na cara”, dizia, enquanto passava o dedo na moldura da foto de casamento dela com meu falecido sogro. Mas tinha coisas que não mentiam. Os seios dela, por exemplo. Grandes, pesados, daquele tipo que mesmo dentro de sutiãs reforçados e blusas largas ainda desenhavam duas bolas generosas e altas no peito. Quando ela se abaixava para pegar algo no armário baixo da cozinha, a blusa abria um vão e eu via o bojo do sutiã de renda bege lutando para conter tudo aquilo. E a barriga. Não era magra, nem chapada — era redonda, macia, daquela gordurinha gostosa que se acumula na cintura e desce pros quadris largos. O corpo dela tinha peso, presença. Quando passava por mim no corredor estreito da casa, eu sentia o calor que saía dela e o cheiro suave de sabonete de lavanda misturado com algo mais íntimo, mais animal. Eu nunca tinha feito nada. Nunca tinha falado nada. Mas ela sabia que eu olhava. Sabia que eu demorava dois segundos a mais quando ela se curvava pra tirar o bolo do forno. Sabia que meus olhos desciam pras coxas grossas quando ela sentava no sofá e a saia subia um pouco. A virada aconteceu numa sexta-feira à noite. Minha esposa tinha viajado pra um congresso de três dias. Eu fiquei na casa delas pra “dar uma força” — consertar o chuveiro que pingava, trocar lâmpada, essas coisas. Clara insistiu que eu dormisse lá. “Não vai fazer sentido voltar pra casa só pra dormir, fica aqui no quartinho dos fundos.” Às onze e pouco da noite eu ouvi barulho na cozinha. Levantei, descalço. A luz estava acesa. Ela estava de camisola longa de algodão azul-claro, aquela que tem botõezinhos na frente, mangas curtas e um decote discreto… mas que, naquela noite, estava desabotoada até o meio do peito. Os seios pareciam prestes a pular pra fora. Ela segurava um copo d’água com as duas mãos e bebia devagar, olhando pro nada. — Não consegue dormir? — perguntei, parado na porta. Ela se assustou, o copo quase caiu. Virou o rosto pra mim e eu vi: estava corada. Não era só o calor da cozinha. Era vergonha misturada com outra coisa. — É… o calor… — murmurou, e levou a mão instintivamente pro decote, tentando fechar um botão que já estava aberto. Mas não fechou. Eu entrei. Devagar. Sem falar nada. Parei perto dela, a uns 40 cm. Ela não recuou. Só respirava mais rápido. O peito subia e descia, fazendo os seios balançarem levemente dentro da camisola fina. — Clara… — falei baixo. — Você já percebeu que eu olho pra você? Ela engoliu em seco. Não respondeu. Só baixou os olhos. — Todo dia. Todo santo dia eu olho pros seus peitos. Pra sua bunda quando você anda. Pra sua barriga quando você senta. E você sabe. Silêncio. Só a respiração dela, cada vez mais pesada. — Eu acho que você gosta — continuei. — Acho que você fica molhada quando percebe que eu estou olhando. Ela deu um passo pra trás, bateu na pia. A mão foi pro peito de novo, mas dessa vez não pra fechar. Foi pra apertar. Como se doesse de tesão. — Não fala essas coisas… — sussurrou, voz tremendo. — Eu sou sua sogra… isso é pecado… Mas enquanto falava isso, o mamilo direito já estava duro, marcando a camisola. Dois botõezinhos escuros e inchados. Eu cheguei mais perto. Coloquei a mão na cintura dela, bem na curva onde a barriga encontra o quadril. Ela não empurrou. Só fechou os olhos. — Então me manda parar — falei, quase colado na orelha dela. — Fala que quer que eu pare. Silêncio. Minha mão subiu devagar, contornando a barriga macia, até segurar um seio inteiro por cima da camisola. Era pesado. Quente. O mamilo roçava na palma da minha mão. Apertei devagar, sentindo a carne ceder. Ela soltou um gemido baixo, quase um soluço. — Meu Deus… — murmurou. — Meu Deus do céu… Eu abri mais dois botões. Os seios pularam pra fora. Grandes, redondos, com veias azuis discretas sob a pele clara. Aréolas largas, cor de café com leite, mamilos grossos e compridos. Passei o polegar num deles. Ela tremeu inteira. — Você é uma mulher certinha de dia… — falei enquanto chupava o outro mamilo devagar, sentindo o gosto de pele e um leve suor. — Mas de noite você é uma puta safada, não é? Ela negou com a cabeça, mas ao mesmo tempo empurrou o peito contra minha boca. Desci a mão por baixo da camisola. As coxas estavam quentes, úmidas. Quando cheguei na calcinha, senti o tecido encharcado. Passei o dedo por cima e ela abriu as pernas um pouco, quase sem querer. — Olha como você tá molhada… — mostrei o dedo brilhando. — Essa bucetinha apertadinha tá pingando, Clara. Ela cobriu o rosto com as duas mãos. Vergonha absoluta. Mas não fechou as pernas. Ajoelhei. Levantei a camisola até a cintura. A barriga redonda, a calcinha de algodão branca toda marcada de molhado. Puxei a calcinha pra baixo devagar. Os pelos eram grisalhos, bem aparados, mas ainda fartos. Abri as coxas dela com as mãos. A buceta se abriu um pouco — lábios grossos, inchados, cor-de-rosa escuro, brilhando de tanto mel. O clitóris já estava de fora, pequeno e duro. Passei a língua bem devagar, de baixo pra cima. Ela deu um grito abafado e agarrou meu cabelo. — Não… não faz isso… é errado… — gemia, mas empurrava a buceta contra minha boca. Chupei devagar, sentindo o gosto forte, salgado, maduro. A buceta apertava minha língua toda vez que eu entrava. Era realmente apertadinha, mesmo estando tão molhada. Os lábios se fechavam em volta dela como se não quisessem soltar. Levantei. Tirei a calça. Meu pau estava duro há tanto tempo que doía. Ela olhou pra ele com uma mistura de pavor e fome. — Vai entrar tudo… — falei. — E você vai gemer baixinho pra não acordar os vizinhos. Segurei ela pela bunda, levantei um pouco até sentar na pia. Abri as coxas dela. A buceta se abriu inteira, vermelha, pulsando. Encostei a cabeça e empurrei devagar. Ela era apertada mesmo. Muito. Precisei forçar um pouco. Ela cravou as unhas nos meus ombros e mordeu o próprio lábio pra não gritar. Quando entrei até o fundo, senti a buceta se contrair inteira em volta do pau, como se quisesse me expulsar e me prender ao mesmo tempo. — Tá sentindo? — perguntei, parado lá dentro, sem mexer. — Tá sentindo seu genro te arrombando? Ela balançou a cabeça, lágrimas nos olhos, mas começou a rebolar devagar, quase sem querer. Fodi ela ali mesmo, na pia da cozinha. Devagar no começo, sentindo cada centímetro daquela buceta apertada se abrir pra mim. Depois mais rápido. Os seios balançando loucamente, a barriga tremendo a cada estocada. Ela gemia baixo, coisas desconexas: — Meu Deus… que vergonha… que delícia… não para… por favor não para… Quando ela gozou, a buceta apertou tão forte que quase me expulsou. Um jorro quente escorreu pelas minhas bolas. Ela tapou a própria boca com a mão pra não gritar. Eu não aguentei. Gozei dentro, bem fundo, sentindo ela tremer em cima de mim. Depois ficamos ali, ofegantes. Ela com a camisola aberta, seios pra fora, buceta escorrendo porra e mel pelas coxas. Eu ainda dentro dela. Ela olhou pra mim, olhos vermelhos, rosto molhado de suor e lágrimas. — Isso nunca pode acontecer de novo… — sussurrou. Mas quando eu saí de dentro dela, ela abriu mais as pernas, como quem mostra o estrago que eu fiz. E nós dois sabíamos que ia acontecer de novo.
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