Caixa de Supermercado - Parte 3

Depois de gozarmos pela segunda vez na cama, Ana estava deitada de lado, respirando pesado, com meu sêmen escorrendo devagar de sua buceta inchada. O quarto do motel cheirava a sexo. Ela olhou para o teto por um tempo, depois virou o rosto para mim.
— Eu preciso tomar um banho... tô toda melada. Meu marido chega amanhã cedo e eu não posso voltar pra casa cheirando a porra.
Levantei da cama e puxei ela pela mão.
— Então vamos tomar banho juntos.
Ana hesitou um segundo, mas acabou aceitando. Entramos no banheiro do motel. Era um box amplo com chuveiro forte. Liguei a água quente enquanto ela prendia o cabelo. Assim que a água começou a cair sobre nossos corpos, eu me colei atrás dela, meu pau já meio duro roçando na fenda da sua bunda grande e molhada.
— Para... — murmurou ela, mas sem muita convicção. — Já fizemos demais hoje.
Minhas mãos deslizaram por seus seios pesados, apertando os mamilos enquanto a água escorria entre eles. Desci uma mão e comecei a esfregar sua buceta ainda cheia de porra. Ana gemeu baixinho, encostando a testa nos azulejos.
— Você não cansa, né? — sussurrou.
— Quero te comer no cu hoje — falei direto no ouvido dela, mordendo o lóbulo.
Ana ficou tensa na hora.
— Não. Isso não. Nunca fiz anal. Meu marido nunca pediu e eu não quero.
Tentei convencer, passando o pau entre suas nádegas enquanto ensaboava ela.
— Só a cabecinha... prometo ir devagar. Você vai gostar.
Ela ficou em silêncio por quase um minuto, só a água caindo. Eu continuei esfregando seu clitóris por trás. Aos poucos o corpo dela foi relaxando de novo.
— Você é um safado do caralho... — murmurou finalmente. — Se doer muito, você para.
Virei ela de frente para a parede, empinei aquela bunda grande e molhada. Passei bastante sabonete no pau e no cuzinho virgem dela, massageando com o dedo. Ana respirava rápido, nervosa.
— Vai devagar... por favor...
Coloquei a cabeça do pau na entrada rosada e empurrei bem devagar. Ana soltou um gemido longo e apertado quando a cabeça entrou.
— Ai meu Deus... tá muito grosso... para um pouco...
Esperei ela se acostumar, acariciando suas costas. Depois empurrei mais um pouco. Aos poucos, centímetro por centímetro, fui enfiando até metade do pau no cu dela.
Ana gemia alto, uma mistura de dor e prazer.
— Porra... tá me arrombando... vai mais devagar...
Comecei a meter devagar, entrando e saindo só um pouco. A água quente caía sobre nós. Depois de alguns minutos, Ana começou a rebolar levemente para trás.
— Tá... tá ficando bom... — confessou, surpresa.
Aumentei o ritmo. Segurei firme nos quadris largos dela e comecei a foder seu cu com mais força. O barulho molhado ecoava no box.
Ana perdeu totalmente o controle.
— Isso... mete no meu cu! Mais forte! Ai caralho, eu sou mesmo uma puta...
— Diz que você é uma vadia casada que adora dar o cu — ordenei, metendo fundo.
— Eu sou uma vadia casada! Uma mãe de família que tá levando no cu no motel! Me arromba! Me usa!
Ela estava completamente entregue. Uma mão desceu e começou a esfregar o próprio clitóris enquanto eu socava seu cu sem dó. O cuzinho dela apertava meu pau deliciosamente.
— Vou gozar... vou gozar com pau no cu! — gritou.
Ana tremeu inteira, gozando forte, as pernas quase cedendo. Eu segurei ela firme e meti mais fundo ainda até não aguentar. Gozei dentro do cu dela, enchendo com jatos grossos e quentes.
Ficamos um tempo assim, eu ainda dentro dela, a água lavando nossos corpos suados. Quando saí, um fio de porra escorreu do cuzinho arrombado dela.
Ana virou para mim, o rosto corado, olhar de quem tinha acabado de descobrir um novo vício. Me deu um beijo molhado e profundo, depois falou baixinho:
— Nunca pensei que ia gostar disso... Você me transformou numa puta completa.
Saímos do banho. Enquanto se vestia, ela me olhou uma última vez:
— Meu marido volta amanhã. Vou tentar ser a boa esposa de novo... mas se eu te mandar mensagem dizendo que tô molhada... você vem me foder onde eu mandar. Buceta, boca ou cu. Entendeu?
Sorri e respondi:
— Entendi. Sempre que a mãe de família quiser virar puta, é só chamar.
Ana saiu do motel rebolando devagar, o andar um pouco diferente por causa do cu dolorido e cheio. Sabia que não ia demorar muito até ela me chamar de novo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Caixa de Supermercado - Parte 3

Codigo do conto:
262823

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
24/05/2026

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