Ana tinha 32 anos, corpo de quem já pariu dois filhos, mas ainda mantinha uma forma que chamava atenção. Seios grandes e pesados, cintura com aquelas curvas suaves de mãe, quadril largo e uma bunda redonda que esticava o uniforme vermelho do supermercado toda vez que ela se inclinava no caixa. Cabelos castanhos presos num rabo de cavalo, rosto bonito com sardas leves e um olhar cansado, mas ainda cheio de fogo escondido. Eu ia ao mercado quase todos os dias só para vê-la. Sempre escolhia a fila dela. No começo, era só um "boa tarde" e um sorriso. Depois comecei a elogiar. Primeiro o cabelo, depois o perfume, depois o jeito como ela mordia o lábio inferior quando estava concentrada passando os produtos. — Você é casada, né? — perguntei um dia, já sabendo a resposta. — Sou — respondeu ela, sem levantar os olhos. — E mãe de dois. Menino de 9 e menina de 6. Mesmo assim, continuei insistindo. Levei chocolates, disse que ela tinha o sorriso mais bonito do turno da tarde, elogiei suas unhas feitas, o cheiro de seu shampoo. Ana resistia. Sempre. — Olha, você é gentil, mas eu sou casada. Meu marido é bom pra mim. Não faço essas coisas — dizia, firme, mas eu notava que a voz dela ficava um pouco mais rouca quando eu me aproximava do balcão. Durante duas semanas eu flertei pesado. Dizia baixinho, só pra ela ouvir: — Aposto que seu marido não te come mais como você merece... Aposto que você fica molhada só de imaginar alguém te pegando com vontade atrás desse caixa. Ela ficava vermelha, olhava pros lados com medo que alguém escutasse e respondia baixo: — Para com isso. Eu não sou assim. Mas eu via o jeito como as coxas dela se apertavam uma contra a outra na cadeira. Numa sexta-feira à noite, o supermercado estava quase vazio. Eram quase dez horas, meu horário de sempre. Quando chegou minha vez, Ana estava sozinha no caixa. Eu coloquei só uma garrafa de vinho e um chocolate. — Hoje você vai me dar uma chance, Ana? — perguntei direto. Ela suspirou, passou a mão no rosto. — Você é insistente pra caralho... Meu marido tá viajando. As crianças estão com minha mãe. Mas eu não sei... — Só um café — menti. Ela mordeu o lábio com força. Olhou pro relógio. Depois pra mim. — Só um café. Nada mais. E ninguém nunca pode saber. Quarenta minutos depois, estávamos no banco de trás do meu carro, estacionado no fundo do estacionamento escuro do supermercado. No começo ela ainda resistia. Beijava devagar, com vergonha. Quando enfiei a mão por baixo da saia do uniforme e toquei sua calcinha, ela segurou meu pulso. — Vai devagar... eu não faço isso... Mas eu continuei. Esfreguei o clitóris por cima do tecido até sentir que ela estava encharcada. Ana gemia baixinho, encostada no banco, olhos fechados. — Porra... faz tanto tempo... — sussurrou. Tirei sua calcinha. Estava molhada demais, um fio grosso de tesão escorrendo. Coloquei dois dedos e ela arqueou as costas. — Ahhh... caralho... A resistência caiu de vez. De repente, a Ana certinha, casada e mãe de dois, virou outra pessoa. Ela mesma puxou o zíper da minha calça, tirou meu pau duro e enfiou na boca com fome. Chupava fazendo barulho, olhando pra cima com olhos de puta. — Você quer foder uma casada, né? Então fode — disse, com a voz safada. Eu a virei de quatro no banco. Levantei o uniforme, expondo aquela bunda grande e branca. Dei um tapa forte e enfiei tudo de uma vez. Ana soltou um gemido alto, quase um grito. — Isso! Me fode gostoso! Mais forte! Eu metia fundo, segurando aqueles quadris largos, vendo a carne dela balançar a cada estocada. Ana empinava mais, rebolava, pedia mais. — Me chama de puta... diz que eu sou uma vadia casada — pediu, ofegante. — Você é uma puta, Ana. Uma puta casada que tá levando pau de estranho no estacionamento. Isso pareceu enlouquecê-la. Ela gozou pela primeira vez tremendo inteira, apertando meu pau com a buceta molhada. Mas não parou. Virou de frente, abriu as pernas bem abertas e mandou: — Goza dentro. Goza tudo dentro de mim. Eu não aguentei. Enchi ela de porra quente enquanto Ana me olhava com um sorriso safado, mordendo o lábio. Quando terminamos, ela se arrumou, ainda com meu sêmen escorrendo pelas coxas. Antes de descer do carro, me deu um beijo molhado e disse baixinho: — Meu marido volta na segunda. Se você quiser me comer de novo... me chama no caixa. Mas só quando eu quiser. E saiu rebolando, com o uniforme amarrotado e o olhar de quem tinha acabado de descobrir o quanto gostava de ser uma puta.
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