A noite em Moema estava quente, úmida, daquele jeito que faz a pele grudar na roupa e a mente viajar. Eu estava no balcão de um bar movimentado na Rua Diogo de Faria, cerveja gelada na mão, quando ela apareceu. Alta, pele morena dourada, cabelo preto liso caindo até a metade das costas. Vestia um vestido preto curto, justo, que marcava os seios firmes e uma bunda redonda que chamava atenção a cada passo. Os olhos castanhos eram afiados, quase predadores. Ela se sentou duas banquetas ao lado e pediu uma caipirinha de limão. Nossos olhares se cruzaram. Sorri. Ela sorriu de volta, sem timidez. — Tá sozinho hoje? — perguntou, voz rouca, sensual. — Agora não mais — respondi, me aproximando. O papo fluiu rápido. Nome: Larissa. 28 anos. Trabalhava com marketing, morava perto, mas odiava dormir cedo. Ria alto, tocava meu braço, cruzava as pernas de forma que o vestido subia um pouco mais. Em vinte minutos já estávamos colados, minha mão na curva da sua cintura, sentindo o calor da pele dela através do tecido fino. O cheiro dela era doce, misturado com perfume caro e tesão. — Eu não costumo fazer isso... — mentiu ela, mordendo o lábio. — Nem eu — menti de volta, apertando levemente sua carne. Trinta minutos depois estávamos num táxi. Mãos bobas no banco de trás. Beijos molhados, língua dela invadindo minha boca com fome. Eu apertava sua coxa, subindo devagar até sentir a umidade da calcinha. Ela gemia baixinho no meu ouvido: — Quero você me fodendo hoje. Chegamos no motel discreto na Marginal, suíte luxuosa com hidromassagem, espelhos no teto e na parede. Assim que a porta fechou, o clima explodiu. Larissa me empurrou contra a parede e caiu de joelhos com um sorriso safado. Abriu meu cinto rápido, baixou a calça e cueca num só movimento. Meu pau já estava duro, latejando. Ela olhou pra cima, olhos brilhando de desejo: — Caralho, que gostoso... Lambeu da base até a cabeça devagar, girando a língua quente e molhada. Depois engoliu tudo de uma vez, fundo, sem piedade. Chupava com força, babando, fazendo barulho obsceno enquanto uma mão massageava minhas bolas. Eu segurava o cabelo dela, guiando o ritmo, fodendo sua boca com estocadas curtas. Ela gemia vibrando no meu pau, olhos lacrimejando de prazer. — Isso, mama gostoso... porra, que boca boa. Levantei ela de repente, tirei o vestido num puxão. Os seios saltaram livres, mamilos escuros e duros. Calcinha preta minúscula já encharcada. Joguei ela na cama king size. Abri suas pernas com força e mergulhei o rosto naquela boceta depilada, inchada de tesão. Cheiro forte de mulher excitada. Lambi o clitóris inchado, chupando forte, enfiando dois dedos grossos nela enquanto ela se contorcia. — Ai, caralho! Assim... chupa minha buceta! — gritava, segurando minha cabeça, rebolando na minha cara. Ela gozou pela primeira vez rápido, tremendo, esguichando um pouco na minha língua. Corpo arqueado, gemidos roucos. Não dei tempo. Virei ela de quatro, bunda empinada perfeita. Dei um tapa forte, marcando a pele morena. Posicionei a cabeça do pau na entrada molhada e meti tudo de uma vez, fundo, até as bolas. Larissa gritou de prazer. — Isso! Me fode forte! Quero sentir inteiro! Comecei a socar com energia, ritmo bruto. O som de pele contra pele ecoava no quarto. Peguei no cabelo dela como rédea, puxando enquanto metia. Cada estocada fazia a bunda dela balançar gostoso. Eu alternava: devagar e fundo, depois rápido e curto, batendo no fundo da boceta dela. — Mais forte! Me quebra! — implorava. Troquei de posição. Deitei ela de lado, levantei uma perna dela no ombro e voltei a meter, agora olhando nos olhos. Beijava ela com força, mordia o pescoço, chupava os mamilos enquanto meu pau entrava e saía brilhando de tanto tesão dela. O suor escorria entre nossos corpos. Virei ela de novo, agora por cima. Larissa sentou no meu pau devagar, rebolando, descendo até engolir tudo. Cavalgou com fúria, mãos no meu peito, unhas cravadas. Os seios pulando na minha cara. Eu segurava a bunda dela, ajudando o movimento, metendo de baixo pra cima com força. — Tá gostando dessa rola, vadia? — rosnei. — Tô amando... me enche toda... vou gozar de novo! Ela gozou gritando, boceta apertando meu pau em espasmos. Levantei com ela no colo, ainda dentro, e fodi de pé, contra a parede. Pernas dela enlaçadas na minha cintura. Estocadas brutais, profundas. O corpo dela tremia inteiro. Por fim, joguei ela de volta na cama, abri suas pernas bem abertas e meti com tudo, missionário selvagem. Olhos nos olhos. Eu sentia o orgasmo vindo. — Goza dentro... quero sentir — pediu, voz manhosa. Explodi. Jatos grossos e quentes enchendo ela inteira enquanto ela gozava pela terceira vez, unhas nas minhas costas, corpo convulsionando. Ficamos ali, suados, ofegantes, meu pau ainda pulsando dentro dela. Larissa sorriu, passou a mão no meu peito: — Isso foi só o começo da noite, né? Eu ri, já sentindo o pau endurecer de novo.
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