Lena era aquela amiga de longa data que todo homem olha duas vezes. Aos 44 anos, casada há quase vinte com o mesmo homem, ela carregava um corpo generoso, gordinha do jeito que eu sempre achei irresistível: seios pesados e macios que balançavam quando ela ria, quadris largos, uma barriguinha fofa que transbordava por cima da calça jeans justa, e uma bunda grande, redonda, que parecia implorar por atenção. Seu rosto ainda era bonito, com olhos castanhos expressivos, boca carnuda e cabelos castanhos ondulados que caíam pelos ombros. Ela sabia que era gostosa, mas fingia não notar os olhares. Eu a conhecia desde a faculdade. Sempre fomos próximos, daqueles amigos que trocam confidências, mas nunca ultrapassamos a linha. Até que, há alguns meses, comecei a perceber que o casamento dela estava morno. O marido viajava muito a trabalho, e Lena reclamava cada vez mais da falta de tesão, de toque, de safadeza. Foi aí que decidi: eu ia comer a Lena. E não seria fácil. Comecei devagar. Mensagens inocentes que viravam flertes. “Você continua linda pra caralho, sabia?” Ela respondia com emoji de riso, mas demorava mais para responder. Eu insistia. Mandava áudios com a voz rouca contando piadas com duplo sentido. Quando nos encontrávamos para um café, eu sentava do lado dela, deixava minha perna encostar na dela “sem querer”, e elogiava seu corpo abertamente. “Porra, Lena, essa blusa tá marcando esses peitos deliciosos. Tá querendo me matar hoje?” Ela corava, puxava o decote, mas sorria. “Para com isso, seu safado. Sou casada, esqueceu?” Mas eu não parava. Aumentei a pressão. Comecei a mandar fotos minhas sem camisa depois da academia, dizendo que estava pensando nela. Uma noite, depois de algumas taças de vinho num bar, eu a encostei na parede do estacionamento e sussurrei no ouvido dela: “Eu sonho com você sentando essa bunda gorda no meu pau, Lena. Imagina como seria bom... teu marido nunca vai te comer do jeito que eu quero te comer.” Ela tremeu, respirou fundo e me empurrou de leve. “Você é louco. Eu não posso.” Deu trabalho pra caralho. Foram semanas de lábia. Eu ligava tarde da noite, quando o marido dela dormia, e falava tudo o que queria fazer com ela. Descrevia como ia chupar aqueles peitos grandes até ela implorar, como ia comer ela de quatro agarrando aquela cintura fofa, como ia enchê-la de porra até vazar. Lena gemía baixinho do outro lado da linha, mas ainda resistia: “Eu sou casada... não posso trair...” A virada aconteceu numa sexta-feira à noite. O marido dela tinha viajado para São Paulo. Eu apareci na casa dela com uma garrafa de vinho e sem calcinha na minha cabeça — literalmente. Bati na porta e, quando ela abriu de robe, eu entrei sem pedir licença. — Lena, hoje você vai ser minha puta — falei direto, segurando o rosto dela e dando um beijo forte. Ela resistiu no começo. Empurrou meu peito, disse que não, que era errado. Mas eu não soltei. Beijei seu pescoço, mordi de leve, desci as mãos pelas costas e apertei aquela bunda grossa por baixo do robe. — Você tá molhada já, né? Para de fingir que não quer. Eu sei que teu marido não te fode mais direito. Lena gemeu quando meus dedos encontraram a calcinha encharcada. Eu a empurrei contra o sofá da sala, abri o robe e deixei aqueles peitos enormes caírem livres. Eram pesados, com mamilos escuros e duros. Eu agarrei os dois, chupei com fome, mordi de leve enquanto ela segurava minha cabeça, gemendo “não... ahh... para...”. Eu não parei. Desci beijando aquela barriga macia, cheirando o perfume misturado com o cheiro de mulher excitada. Quando cheguei na boceta, tirei a calcinha dela devagar. Estava inchada, brilhando de tesão, com os lábios grossos e um clitóris inchado. Eu lambi devagar, depois enfiei a língua fundo, chupando como um desesperado. Lena agarrou meus cabelos e começou a rebolar na minha cara. — Porra... que delícia... faz tanto tempo... Eu comi ela com a boca até ela gozar pela primeira vez, tremendo e apertando as coxas gordas na minha cabeça. Quando ela ainda estava ofegante, eu tirei a roupa, mostrei meu pau duro latejando e bati na cara dela. — Chupa, Lena. Mostra pra mim como você é safada de verdade. Ela hesitou só dois segundos. Depois abriu aquela boca carnuda e engoliu meu pau até o fundo. Chupava com vontade, babando, olhando pra cima com aqueles olhos de puta arrependida. Eu segurava a cabeça dela e fodia sua garganta, elogiando: — Isso, gostosa... engole tudo. Sua boca de casada tá feita pra chupar pau mesmo. Depois de deixar ela babar bastante, eu a virei de quatro no sofá. Aquela bunda grande e branca ficou empinada pra mim, com a boceta pingando. Eu bati forte na carne macia, deixei a marca da mão, e enfiei tudo de uma vez. Lena gritou de prazer. — Ai meu Deus... tá tão fundo... me fode, vai... Eu meti com força, segurando aqueles quadris largos, batendo minha pélvis contra aquela bunda gorda. O som de tapa ecoava na sala. Eu puxava o cabelo dela, dava tapas, chamava de “minha puta casada”, “vadia gostosa”. Lena gozou pela segunda vez, apertando meu pau com a boceta quente e molhada. Não parei. Virei ela de lado, levantei uma perna grossa e continuei metendo, vendo aqueles peitos balançando loucamente. Depois deitei ela de costas, abri bem as pernas e fodi bem fundo, olhando nos olhos dela. — Goza pra mim de novo, Lena. Quero sentir essa boceta de casada me ordenhando. Ela gozou pela terceira vez, arranhando minhas costas, gemendo meu nome alto. Quando senti que ia gozar, tirei e mandei ela abrir a boca. Jorrei tudo na língua dela, muito, grosso. Lena engoliu parte e deixou o resto escorrer nos peitos. Mas não acabou aí. Depois de um descanso com vinho, eu a comi mais duas vezes naquela noite: uma no quarto dela, na cama que ela divide com o marido, e outra no banheiro, embaixo do chuveiro, fodendo aquele cu gordinho que ela nunca tinha dado pra ninguém. Lena virou minha puta particular. Depois daquela noite, sempre que o marido viajava, ela me chamava. Mandava foto da boceta molhada, pedia pra eu ir comer ela. Aprendeu a sentar gostoso, a rebolar aquela bunda enquanto eu puxava o cabelo, a pedir pra eu gozar dentro, enchendo ela toda. A conquista deu muito trabalho, muita lábia e paciência. Mas valeu cada segundo. Porque foder a Lena era viciante — uma mulher casada, gordinha, safada reprimida que finalmente se libertou pra virar a puta que sempre quis ser.
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