Ela se chamava Larissa, uma colega de trabalho virtual que eu conhecia há meses por causa de reuniões semanais no Zoom. Morava em Floripa, era casada, mas o fogo nos olhos dela quando falava comigo por privado sempre entregava que tinha muito mais ali. Naquela noite, o marido dela estava assistindo futebol na sala, volume alto o suficiente para abafar qualquer som suspeito. Larissa me ligou no WhatsApp video, trancou a porta do quarto, mas deixou só encostada. — Ele tá na sala... se mexer eu paro na hora — sussurrou ela, mordendo o lábio inferior enquanto ajustava o ângulo da câmera do celular em cima da cômoda. A luz do abajur era baixa, dourada, iluminando o corpo dela de 32 anos que sempre me deixava louco nas chamadas. Cabelo castanho ondulado caindo nos ombros, pele bronzeada de quem vive na praia, e um conjunto de lingerie preta rendada que mal continha os seios cheios. — Tira devagar pra mim, Larissa... quero ver tudo — pedi, já com a mão dentro da calça, pau latejando só de olhar pra ela. Ela sorriu safada, mas os olhos não paravam de desviar para a porta entreaberta. Começou deslizando as alças do sutiã pelos ombros, bem lento, revelando os mamilos rosados e duros. Apertou os próprios seios com as duas mãos, gemendo baixinho enquanto os massageava, puxando os bicos entre os dedos. — Tá duro pra mim? Mostra... quero ver esse pau grosso que me deixa molhada nas reuniões — murmurou, voz rouca. Eu abaixei a câmera e mostrei. Ela lambeu os lábios, apertando as coxas uma contra a outra. Virou de costas, empinando a bunda empinada e firme, e desceu a calcinha devagar, revelando a boceta depilada, já brilhando de tesão. A calcinha ficou presa nos tornozelos enquanto ela abria as pernas e se inclinava, mostrando tudo. — Olha como eu tô encharcada... só de imaginar você me comendo — disse, passando dois dedos pela fenda molhada e abrindo os lábios para eu ver o interior rosado e pulsante. De repente ela congelou. Passos na sala. O marido levantando do sofá. Larissa agarrou o celular e se jogou na cama, cobrindo o corpo com o lençol até o pescoço, coração disparado. Ficou olhando fixo para a porta, respirando rápido. Os passos passaram pelo corredor e foram para a cozinha. Ela soltou o ar, rindo nervosa. — Porra, quase... ele foi pegar cerveja. Continua... eu tô pingando. Jogou o lençol para o lado e abriu as pernas bem na frente da câmera, de quatro na cama, bunda virada para mim. Começou a se tocar com força: dois dedos entrando e saindo da boceta molhada, fazendo barulho molhado que eu ouvia perfeitamente. O clitóris inchado, brilhando. — Quero que você me foda forte... imagina metendo esse pau todo em mim enquanto ele tá lá na sala — gemeu, acelerando os movimentos. Os seios balançavam a cada estocada dos próprios dedos. Eu batia punheta no mesmo ritmo, mandando áudio rouco dizendo tudo que faria com ela: chupar aquela boceta até ela tremer, virar ela de lado e meter fundo, apertar aquela bunda enquanto gozava dentro. Larissa estava fora de si. Virou de frente de novo, pernas bem abertas, três dedos agora fodendo a boceta com força. Olhava para a câmera, depois para a porta, depois para a câmera de novo. O risco deixava ela ainda mais louca. — Tô quase... caralho... me pede pra gozar — implorou, voz falhando. — Goza pra mim, Larissa. Goza bem gostoso pensando no meu pau te arrombando. Ela mordeu o travesseiro para abafar o gemido quando o orgasmo bateu. O corpo inteiro tremeu, quadril rebolando contra a mão, boceta contraindo visivelmente, escorrendo mel pelos dedos e coxas. Ficou se esfregando devagar durante o pós-gozo, olhos semicerrados de prazer. Mas não parou. Ainda ofegante, pegou o vibrador que estava escondido debaixo do travesseiro — um rosa forte, grosso. Ligou no máximo e encostou direto no clitóris inchado. — Agora você... goza pra mim. Quero ver esse pau explodindo — pediu, enfiando o vibrador inteiro na boceta molhada e começando a meter com força. O barulho era obsceno. Ela olhava para a porta a cada estocada, o perigo deixando tudo mais intenso. Eu não aguentei mais. Gozei forte, jatos grossos enquanto via ela se foder com o brinquedo, seios pulando, cara de puta safada. Ela gozou de novo, mais forte, abafando o grito no travesseiro. O corpo convulsionando, pernas tremendo. Tirou o vibrador e mostrou a boceta aberta, latejando, escorrendo gozo. Ficamos em silêncio por uns segundos, só respirando. Passos de novo na sala. O marido voltando para o sofá. Larissa sorriu, maliciosa, ainda nua e brilhando de suor.
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