Helena Velhinha Parte 1

Ela se chamava Helena. Tinha 69 anos, cabelos prateados longos e ondulados que caíam sobre os ombros, pele macia marcada pelo tempo de forma elegante, olhos castanhos profundos cheios de uma malícia que desmentia qualquer ideia de velhice. Nos conhecemos no pequeno café do bairro em Curitiba, onde eu ia quase todas as tardes. Ela sentava sempre na mesma mesa, lendo um livro com os óculos na ponta do nariz. Um dia, trocamos um olhar mais demorado. No outro, um sorriso. Na terceira tarde, ela me chamou para sentar com ela.
— Você me olha como se quisesse me devorar, rapaz — disse ela com a voz rouca e baixa, um sorriso safado nos lábios carnudos.
Eu não neguei. Aos 42 anos, eu me sentia atraído por ela de uma forma visceral. Helena tinha um corpo ainda cheio, seios pesados que esticavam o tecido da blusa, quadris largos, pernas grossas e uma bunda generosa que eu não conseguia parar de imaginar. O cheiro dela — um misto de perfume floral antigo e pele quente — me deixava louco.
Duas semanas depois, ela me convidou para ir à casa dela. Um apartamento aconchegante, cheio de livros e plantas. Mal fechei a porta e ela me puxou pelo colarinho, beijando-me com fome. Sua língua era quente, experiente, explorando minha boca enquanto suas mãos desciam pelo meu peito.
— Faz tempo que não sinto um homem de verdade — murmurou contra meus lábios. — Quero que você me foda como se eu fosse uma mulher de 30. Sem piedade.
Minhas mãos subiram por baixo da blusa dela, encontrando os seios macios e pesados, os mamilos já duros como pedrinhas. Apertei-os com desejo, sentindo o peso delicioso. Helena gemeu alto, arqueando as costas. Tirei sua blusa e o sutiã, revelando aqueles peitos maravilhosos, um pouco caídos pelo tempo, mas absolutamente deliciosos. Chupei um mamilo com força, depois o outro, lambendo e mordiscando enquanto ela segurava minha cabeça contra o peito, gemendo meu nome.
— Isso, chupa... morde devagar... ah, caralho, que boca gostosa.
Eu estava duro como pedra. Ela percebeu e desceu a mão, apertando meu pau por cima da calça.
— Nossa... tá latejando. Tão grosso... — sussurrou com tesão na voz.
Ajoelhou-se devagar, olhando para mim com aqueles olhos cheios de luxúria. Abriu minha calça e puxou meu pau para fora, já babando pré-gozo. Helena lambeu da base até a cabeça, devagar, saboreando, depois engoliu quase inteiro com uma fome impressionante para a idade dela. Chupava com vontade, babando, fazendo barulhos molhados e obscenos, uma mão massageando minhas bolas enquanto a outra masturbava o que não cabia na boca. Eu segurava os cabelos prateados dela, fodendo sua boca com estocadas controladas.
— Você chupa melhor que qualquer novinha, Helena... porra...
Ela sorriu com meu pau na boca e acelerou, olhando nos meus olhos. Quase gozei ali, mas me contive.
Levantei-a, tirei sua saia e a calcinha. A boceta dela era peludinha, com pelos grisalhos bem cuidados, os lábios inchados e brilhando de tesão. Toquei-a: estava encharcada, quente, escorregadia. Dois dedos entraram fácil e ela gemeu alto, rebolando contra minha mão.
— Me come com esses dedos... isso... mais fundo... ahhh, aí!
Deitei-a na cama, abri suas pernas grossas e mergulhei o rosto naquela boceta madura e cheirosa. Lambeu o clitóris inchado devagar no começo, depois com mais força, chupando, enfiando a língua dentro dela. Helena se contorcia, apertando meus cabelos, gritando de prazer:
— Isso, menino! Lambe essa buceta velha... que delícia... não para! Vou gozar na sua boca!
Ela gozou forte, tremendo, jorrando um pouco de tesão quente na minha língua. O gosto era forte, maduro, viciante.
Não esperei. Posicionei meu pau na entrada dela e meti devagar, sentindo cada centímetro daquela boceta quente, molhada e apertada me engolir. Helena arregalou os olhos e soltou um gemido longo e rouco.
— Ai, que pauzão... me enche toda... fode essa coroa com força!
Comecei a meter com vontade. O som molhado dos nossos corpos se chocando enchia o quarto. Os seios dela balançavam a cada estocada. Eu segurava aqueles quadris largos, metendo fundo, batendo no fundo dela. Helena cravava as unhas nas minhas costas, rebolando, pedindo mais.
— Mais forte! Me fode como uma puta! Quero sentir esse pau me arrombando!
Virei-a de quatro. A visão daquela bunda grande e macia empinada para mim era surreal. Meti novamente, segurando os cabelos prateados como rédea, dando tapas na bunda enquanto socava fundo. Ela gemia sem parar, o corpo suado brilhando.
— Isso... bate nessa bunda... sou sua vadia hoje... goza dentro de mim!
Aumentei o ritmo, sentindo as bolas batendo contra ela. O tesão era insano. Helena gozou pela segunda vez, apertando meu pau com a boceta, gritando meu nome. Eu não aguentei mais. Com um gemido gutural, meti até o fundo e gozei forte, enchendo aquela buceta madura de porra quente, jato atrás de jato.
Caímos na cama, suados, ofegantes. Helena virou-se para mim, beijou meu peito e sorriu com cumplicidade.
— Da próxima vez eu quero na minha bunda também... e quero cavalgar você até você implorar para parar.
Eu sorri, já sentindo o pau começar a endurecer de novo só de imaginar. Com Helena, o tesão não tinha idade. Tinha apenas desejo puro e cru. E nós mal tínhamos começado.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Helena Velhinha Parte 1

Codigo do conto:
261150

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
04/05/2026

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