A recepcionista do edifício se chamava Laura. Ela tinha 28 anos, 1,70m de altura, corpo magro e bem torneado, com seios grandes e firmes que marcavam qualquer blusa que vestia. Cabelos loiros lisos que caíam até o meio das costas, sempre bem escovados. O rosto era comum, quase feio para alguns padrões — nariz um pouco grande, queixo fino, sardas discretas e uma expressão séria que a fazia parecer inacessível. Mas o corpo... o corpo dela era pura tentação. Quadril estreito, bunda empinada e pernas longas que chamavam atenção quando ela cruzava as pernas atrás do balcão. Eu morava no 12º andar havia quase dois anos e, desde o primeiro dia, Laura me tratava com educação fria e distante. "Bom dia, senhor. Seu pacote chegou." "Boa noite. Elevador liberado." Nunca um sorriso extra, nunca um olhar demorado. Eu tentava flertar de leve, elogiando o cabelo, perguntando sobre o fim de semana dela. Respostas secas. "Obrigada." "Foi normal." Durante meses a conquista foi um inferno lento. Primeiro mês: convites casuais para um café depois do expediente. "Não misturo trabalho com vida pessoal." Segundo mês: elogios mais diretos sobre como ela ficava linda de uniforme. Ela franzia a testa e mudava de assunto, olhando para o monitor como se eu fosse um incômodo. Terceiro mês: eu trouxe um café caro de uma cafeteria famosa e deixei no balcão com um bilhete. Ela devolveu no dia seguinte, intocado. "Não aceito presentes de moradores, senhor." Eu quase desisti. Mas algo nela — aquela mistura de corpo escultural com cara de quem não dava mole — me deixava obcecado. Comecei a voltar mais cedo do trabalho só para vê-la. Observava o jeito como os seios pesados subiam e desciam quando ela respirava fundo, o modo como a saia justa marcava a curva da bunda quando ela se virava para pegar correspondência. Um dia, depois de uma festa no apartamento de um vizinho, voltei bêbado às 3h da manhã. Laura estava no plantão noturno, sozinha. Eu parei no balcão, olhos pesados. — Laura... você é a coisa mais gostosa desse prédio inteiro, sabia? Ela ergueu uma sobrancelha, expressão dura. — O senhor está bêbado. Vá dormir. — Me dá uma chance, caralho. Só um jantar. — Eu não saio com moradores. Nunca. E menos ainda com quem me desrespeita. A porta do elevador fechou atrás de mim com um baque. Derrota número mil. O tempo passou. Eu reduzi as investidas, mas não parei completamente. Cumprimentava educado, comentava sobre o tempo, oferecia ajuda quando via caixas pesadas. Pequenos gestos. Aos poucos, ela relaxou um milímetro. Começou a responder com frases mais longas. "Meu fim de semana foi cansativo." "Obrigada pela ajuda com a caixa." Numa noite de temporal forte, eu desci para pegar uma entrega. Laura estava sozinha, luzes baixas. O uniforme branco dela estava ligeiramente úmido no peito por causa da chuva que entrava pela porta. Os mamilos marcavam o tecido. Eu não consegui disfarçar o olhar. — Tá frio hoje, né? — murmurei. Ela cruzou os braços sobre os seios, mas tarde demais. Percebeu que eu vi. — Você não desiste, né? — De você? Não. Ela suspirou, olhando para os lados como se alguém pudesse ouvir. — Olha... você é insistente pra caralho. Isso até é... meio atraente. Mas eu não sou fácil. Se quiser alguma coisa comigo, tem que ser do meu jeito. E eu decido quando, onde e como. Meu coração acelerou. — Qual é o seu jeito? — Paciência. E respeito. Se me pressionar, acabou. A partir dali, as coisas mudaram devagar. Mensagens no WhatsApp do condomínio viraram conversas pessoais. Ela mandava áudios com voz rouca tarde da noite. Eu mandava fotos do pôr do sol da sacada. Flertes leves. Ela nunca mandava nudes, nunca falava sujo. Mas às vezes deixava escapar: "Você não imagina o que eu penso quando chego em casa." Três meses depois da primeira brecha, ela finalmente aceitou subir ao meu apartamento. "Só para tomar uma taça de vinho. Nada mais." Chegou de jeans justo e blusa decotada. Os seios quase saltavam. Sentamos no sofá, conversamos sobre tudo. Quando tentei beijá-la, ela virou o rosto. — Ainda não. Beijei seu pescoço. Ela gemeu baixinho, mas segurou minha mão quando desci para os seios. — Calma. Duas semanas depois, segunda visita. Dessa vez ela deixou eu chupar seus mamilos rosados e duros enquanto ela gemia, mão no meu cabelo. Mas quando tentei abrir o botão da calça dela, Laura fechou as pernas. — Ainda não confio totalmente em você. A tortura continuou. Beijos cada vez mais molhados. Eu comendo ela por cima da roupa, roçando meu pau duro na boceta dela através do tecido. Ela gozando uma vez só com meus dedos por cima da calcinha, tremendo e mordendo meu ombro para não gritar. Finalmente, numa sexta-feira à noite, ela subiu de novo. Vestido curto preto. Sem sutiã. Os bicos duros marcando o tecido. — Hoje eu quero — ela disse, voz baixa e decidida. — Mas tem uma condição. — Qual? — Eu decido tudo. Inclusive o que você pode e não pode fazer com meu corpo. Eu concordei. No quarto, Laura tirou o vestido devagar. Corpo nu perfeito: seios grandes e pesados, cintura fina, buceta depilada e rosada, bunda redonda e empinada. Ela me empurrou na cama, tirou minha roupa e chupou meu pau com vontade, garganta funda, saliva escorrendo, olhos lacrimejando, mas sem tirar o controle. Eu quase gozei na boca dela. Então ela subiu, sentou na minha cara. Eu comi aquela buceta molhada e quente enquanto ela rebolava, gemendo alto, apertando os próprios seios. Gozou forte, encharcando meu rosto. Depois montou no meu pau. Cavalgou devagar no início, depois mais rápido, seios pulando, cabelo loiro bagunçado. "Porra, você é grande..." Ela gozou de novo, unhas cravadas no meu peito. Mas eu queria mais. Queria aquela bunda. Laura parou, ofegante, olhou nos meus olhos. — Você quer meu cu, né? Eu sei que quer desde o primeiro dia. — Quero pra caralho. Ela mordeu o lábio, hesitou um segundo — aquela dificuldade final que ela sempre impunha. — Só porque eu também quero hoje... mas vai devagar. Ela se virou de quatro, empinou aquela bunda perfeita. Abriu as nádegas com as próprias mãos, revelando o cuzinho rosado e apertado. Cuspiu na mão, passou no buraco, depois no meu pau já lubrificado de buceta. — Enfia devagar... — ordenou, voz rouca. Empurrei a cabeça. Ela gemeu alto, apertando os lençóis. Centímetro por centímetro, seu cu engoliu meu pau. Quente, absurdamente apertado. Laura respirava fundo, gemendo de dor e prazer misturados. — Mais... vai... abre meu rabo... Quando estava todo dentro, ela começou a rebolar devagar. Eu segurei aqueles quadris magros e comecei a foder. O ritmo aumentou. O barulho de pele contra pele, os gemidos dela cada vez mais altos e safados. — Isso... fode meu cu... mais forte... ai, caralho, tá me arrombando... Eu metia fundo, vendo aquele cuzinho apertado engolir meu pau inteiro. Seus seios balançavam pesados. Laura enfiou a mão na própria buceta, se masturbando enquanto eu socava seu rabo. — Vou gozar... não para... me arromba! Ela gozou violentamente, cu piscando forte no meu pau. Eu não aguentei. Puxei e gozei grosso dentro daquele cu aberto, enchendo ela de porra quente enquanto Laura tremia inteira, gemendo meu nome. Ficamos caídos, suados, ofegantes. O cu dela ainda levemente aberto, vazando minha porra devagar. Laura virou o rosto, um sorriso cansado e satisfeito. — Demorou... mas valeu a pena
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