Dois dias depois do motel, Júlia me mandou uma mensagem à noite: “Vem pro meu apê amanhã à tarde. Laura vai sair com o namorado e só volta de noite. E… eu convidei a Fabielle. Ela sabe de tudo. Quer assistir… e talvez participar. Tá afim?” Cheguei pontualmente. A porta estava entreaberta. Entrei e encontrei as duas na sala. Júlia estava de shortinho jeans justo e cropped branco, os seios enormes quase saltando. Fabielle, a outra amiga da Laura, era um pouco mais magra que Júlia, mas com curvas bem definidas: pele morena, cabelo liso preto longo, bunda redonda e empinada, e um olhar curioso e safado. — Oi, tio Pedro… — Fabielle disse com um sorrisinho tímido, já corada. — A Júlia me contou umas coisas… eu quis ver com meus próprios olhos. Júlia veio até mim, me beijou com língua e sussurrou no meu ouvido: — Ela nunca viu uma foda de verdade. Pode usar nós duas hoje. Eu sentei no sofá. Júlia ficou de pé na minha frente e tirou o cropped devagar, deixando os peitos pesados balançarem livres. Fabielle assistia, mordendo o lábio, apertando as coxas uma contra a outra. Puxei Júlia pra perto e chupei seus mamilos grossos com força enquanto enfiava a mão dentro do shortinho dela. Estava encharcada. Dedeei ela ali mesmo, fazendo barulho molhado, enquanto Fabielle olhava hipnotizada. — Tira a roupa também — ordenei pra Fabielle. Ela obedeceu, nervosa. Corpo bonito, seios firmes médios, bucetinha depilada já brilhando. Sentei as duas de joelhos na minha frente. As duas chuparam meu pau juntas: Júlia lambendo as bolas e enfiando fundo na garganta, Fabielle chupando a cabeça, aprendendo rápido com a amiga. O contraste das duas bocas me deixava louco. Levantei Júlia, coloquei ela de quatro no sofá e meti tudo na xota dela de uma vez. Comecei a socar forte, fazendo a bunda gorda tremer. Fabielle assistia de perto, tocando a própria buceta. — Olha como ele me fode… — Júlia gemia. — Quer experimentar? Fabielle fez que sim. Eu tirei da Júlia e enfiei devagar na bucetinha mais apertada da Fabielle. Ela soltou um gemido alto, surpresa com o tamanho. Enquanto eu metia nela, Júlia se ajoelhava ao lado, beijando a amiga, chupando os peitos dela e passando a mão no clitóris. Troquei de buraco várias vezes: fodia a xota da Júlia, depois o cu da Fabielle (que aguentou surpreendentemente bem), depois voltava pra Júlia. As duas gemiam, beijavam uma à outra, se tocavam enquanto eu usava elas. Coloquei as duas de quatro lado a lado no sofá, bundas empinadas. Metia em uma, tirava e enfiava na outra, alternando sem parar. Dava tapas nas duas bundas, puxava os cabelos, mandava elas se beijarem enquanto eu socava. — Goza dentro dela primeiro — Júlia pediu, safada. Eu meti fundo na Fabielle e gozei forte, enchendo a bucetinha dela. Quando tirei, o gozo escorreu. Júlia imediatamente abaixou e chupou o creampie da amiga, lambendo tudo. Depois deitei Júlia de lado, levantei uma perna grossa dela e meti no cu enquanto Fabielle sentava na cara da amiga, sendo chupada. O apartamento inteiro cheirava a sexo. Os gemidos das duas eram constantes. No final, as duas de joelhos novamente: eu gozei no rosto e nos peitos das duas ao mesmo tempo. Jatos grossos cobriram as caras safadas. Elas se beijaram com porra na boca, lambendo uma à outra. Deitadas no sofá, suadas, gozadas e destruídas, Júlia olhou pra mim sorrindo: — Agora você tem duas, tio Pedro. Sempre que quiser… é só chamar. A gente vai estar pronta pra você. Fabielle, ainda ofegante, completou baixinho: — E da próxima… a gente quer gravar tudo.
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