Sexo virtual

Tudo começou numa madrugada quente de Manaus. Eu estava acordado, suado, rolando o feed de um app de encontros quando o perfil dela apareceu. "Luna_92". Foto de corpo inteiro contra o céu avermelhado do pôr do sol no Rio Negro. Pele morena brilhante, cabelos cacheados longos caindo nos ombros, corpo cheio e farto — coxas grossas, cintura marcada e peitos pesados que esticavam o tecido fino da blusa. "Manaus, AM. Só quero diversão quente. Sem enrolação."
Mandamos mensagem por uns dez minutos. Ela era direta, safada, com aquela voz rouca de amazonense que me deixou duro só de ouvir o áudio. "Tô sozinha em casa, ventilador ligado e nada de roupa. Quer ver?"
Aceitei a videochamada.
A tela acendeu e lá estava ela: sentada na beira da cama, lençol branco embolado nas pernas. Usava só uma camisola preta transparente que mal cobria as coxas. Os mamilos escuros marcavam o tecido fino. O quarto tinha aquela luz amarelada típica de quarto simples, umidade no ar, e o barulho distante de um trovão anunciando chuva.
— Oi, gostoso... — ela murmurou, mordendo o lábio inferior. — Tá com calor aí também?
— Pra caralho — respondi, já abrindo o zíper.
Luna sorriu, maliciosa, e puxou a alça da camisola para baixo devagar. Seus seios grandes pularam livres, pesados, balançando. Eram perfeitos, com auréolas grandes e escuras, mamilos já duros.
— Olha o que eu tenho pra você... — Ela segurou os dois, apertando e puxando os bicos enquanto gemia baixinho. — Quer chupar?
Eu já estava com o pau na mão, duro latejando. Mostrei pra ela.
— Caralho, que rola grossa... — Luna lambeu os lábios. — Queria ela toda na minha boca agora.
Ela se ajoelhou na cama, aproximando o rosto da câmera. Abriu a boca, mostrou a língua rosada e começou a fingir que chupava, fazendo barulhos molhados, babando enquanto olhava direto pra mim.
— Tá sentindo? Tô lambendo bem devagar da cabeça até o saco... agora engolindo fundo.
Eu gemi, apertando a base do pau. Ela se virou de quatro na cama, empinando aquela bunda enorme, redonda, com celulites leves que só deixavam tudo mais real e gostoso. Puxou a camisola pra cima, revelando a boceta inchada, brilhando de tesão, lábios grossos e escuros, clitóris aparecendo.
— Olha como eu tô molhada... — Ela abriu as nádegas com as duas mãos. O cuzinho piscava, rosadinho. — Tá vendo o que eu quero que você foda?
Luna pegou um consolo grosso, cor de pele, e começou a esfregar na entrada da boceta, gemendo alto. A câmera tremia um pouco enquanto ela se empalava devagar.
— Ai, porra... tá entrando... tá me abrindo toda... — Ela empurrava fundo, rebolando, a bunda batendo contra a mão. O som molhado enchia o quarto. — Imagina que é você me comendo assim, forte...
Eu batia punheta no mesmo ritmo, hipnotizado pela visão daquela mulher de Manaus se fodendo pra mim. O suor escorria entre os seios dela. Ela virou de frente novamente, abriu bem as pernas e meteu dois dedos enquanto esfregava o clitóris com a palma da mão.
— Me chama de puta... — pediu, ofegante.
— Sua puta safada de Manaus... mostra como goza pra mim.
Luna acelerou, o corpo tremendo. Os seios balançavam violentamente. Ela gritou, rouca:
— Tô gozando... caralho... tá me fazendo gozar gostoso... olha!
O jato quente espirrou na câmera, molhando a lente. Ela continuou se dedando, tremendo, gemendo meu nome (mesmo que eu não tivesse dito). Gozou forte, olhos revirados, boca aberta.
Mas não parou.
— Quero mais... — ofegou. Pegou o consolo maior, virou de lado pra eu ver tudo e começou a meter no cu devagar, gemendo de dor e prazer misturados.
— Enfia no meu rabo... assim... bem fundo... ai, que delícia...
Eu não aguentei. Gozei forte, jatos grossos espirrando na minha barriga enquanto via ela se foder nos dois buracos, suada, cabelo grudado no rosto, bunda tremendo.
Ela gozou de novo, dessa vez gritando mais alto, o corpo inteiro convulsionando. Depois desabou na cama, sorrindo, ofegante, passando os dedos na boceta encharcada e lambendo.
— Vem pra Manaus um dia... — sussurrou, ainda com o consolo dentro dela. — Quero sentir essa rola de verdade me rasgando.
A chamada terminou com ela mandando um beijo molhado.
Eu fiquei ali, suado, pau ainda latejando, sonhando com a chuva caindo lá fora em Manaus e com aquela desconhecida deliciosa.
Foto 1 do Conto erotico: Sexo virtual


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Ficha do conto

Foto Perfil gafa11x
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Nome do conto:
Sexo virtual

Codigo do conto:
261324

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
05/05/2026

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