Passei quase duas horas me arrumando. Escovei o cabelo até ficar brilhando, liso e perfeito. Fiz uma maquiagem caprichada: base, blush rosado, delineado fino, máscara de cílios bem marcada e um batom nude que deixava meus lábios carnudos. Queria ficar bonita pra ele. Queria que ele olhasse pra mim e sorrisse.
Escolhi uma lingerie branca de renda bem delicada: sutiã tomara-que-caia que sustentava meus seios fartos e uma calcinha combinando, cavadinha, que me deixava bem gostosinha. Por cima, um vestidinho preto simples, perto do joelho, suficiente pra mostrar minhas pernas, nada vulgar. Passei um perfume doce na nuca e nos pulsos. Olhei no espelho, respirei fundo e saí. Escutando cantadas pelo caminho e coisas que me deixavam com vergonha.
Fui até a casa dele de ônibus, coração acelerado. Olhares famintos de outros homens no ônibus. Eu estava desconfortada, não sabia lhe dar com isso. Mas o que não fazemos para surpreender um homem, né? Quando cheguei, ele abriu o portão e fomos para o quarto nos fundos da casa da mãe dele. O lugar era o mesmo de sempre: bagunçado, cheiro de cigarro velho, colchão no chão.
Mal fechei a porta e ele já me agarrou, me beijando e apertando minha bunda. Não disse que eu estava bonita, não comentou nada sobre meu look. Mas o jeito que ele me apertava me fazia acreditar que tinha gostado. Não demorou nada para ele colocar o pau duro pra fora da bermuda, segurar meu cabelo com uma mão e me fazer ajoelhar.
— Chupa gostoso.
E assim eu fiz, era o jeito dele de dizer que eu estava linda. Eu deixei ele louco daquele jeito. Ele ficou em pé na minha frente. Segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou o pau na minha boca e começou a meter. Empurrou fundo, batendo no fundo da minha garganta. Eu engasguei forte, os olhos encheram de lágrimas imediatamente. Tentei respirar pelo nariz, mas ele não parava. Metia com vontade, fazendo barulho molhado toda vez que o pau entrava e saía da minha boca.
— Isso… chupa — murmurou.
Eu me esforçava ao máximo. Engolia o mais fundo que conseguia, baba escorrendo pelo queixo, misturando com as lágrimas que já caíam pelo meu rosto. Acho que meu rímel começou a borrar nessa hora. Ele acelerou, segurando minha cabeça firme.
De repente ele empurrou o pau até o fundo da minha garganta. Eu engasguei forte e me afastei tossindo, tentando recuperar o ar. Foi nesse momento que um jato quente e grosso veio direto no meu rosto. Depois outro, e mais outro. Gozo espirrou na minha bochecha, no meu olho, escorrendo pelo nariz, pingando no meu decote e sujando parte do vestido. Um pouco entrou na minha boca e eu engoli sem pensar.
Ele ainda segurava o pau e esfregou a cabeça melada nos meus lábios.
— Limpa tudo. - Empurrando o pau pra dentro da minha boca.
Eu obedeci. Chupei o pau devagar, limpando cada gota, sentindo o gosto salgado dele na língua. Quando terminei, ele guardou o pau na cueca, sentou no sofá ao meu lado e ligou a televisão, como se nada tivesse acontecido. Ele nem olhou pra mim.
Eu fiquei ali, ajoelhada no chão, com o rosto e o decote melados de porra, sentindo o gozo escorrer. Me levantei e fui até o banheiro me limpar. A maquiagem borrada, cabelo bagunçado. O batom que passei com tanto cuidado estava tudo borrado. Rímel escorrido, gozo no meu cabelo. Limpei o rosto apenas com papel higiênico e água. Não tinha nem sabonete.
Voltei para o sofá que ele estava, já quase sem maquiagem. Me acomodei ao lado dele e ficamos assistindo TV.
Até que mais tarde ele se recuperou e me desejou novamente…
…continua…
