Meu vestido era curto, solto, acetinado preto com brilho sutil. O tecido abraçava cada curva: decote generoso valorizando meus seios, definindo minha cintura, a saia rodada na altura das coxas, valorizando-as e despertando “o que será que ela tem por baixo”. Por baixo, a lingerie luxuosa que eu tinha escolhido com cuidado: sutiã de renda preta fina, bordados florais delicados, aro que levantava os seios deixando-os fartos. A calcinha fio dental com tiras entrelaçadas nas laterais, moldando a entrada da bunda, um pouco detalhe em tule na frente.
Sofia usava um vestido florido, mais romantico, decote discreto mas elegante.
A festa ainda fervia, mas o desejo entre nós já era insuportável. Eu queria sexo, e logo.
-To louco pra te pegar de jeito - Cochichou Rafael na minha orelha
-hum, delicia! Sou toda sua. - Respondi
-Bora pro quarto? - Rafael
-bora! - Respondi empolgada
Avisei Sofia.
-Sô, to cansada, vou até o quarto, depois volto - Disse a ela e pisquei.
Ela e Matias resolveram vir juntos com a gente.
Já estava meio que combinado, quando sóbrios, que Sofia e Matias dormiriam no nosso quarto e eu dormiria com Rafael no quarto deles.
Sofia e Matias estavam na nossa frente, abriram o quarto e Sofia mais louca que tudo, não entrava e ficava no corredor gritando, cantando, abraçando todo mundo. Estava uma cena engraçada. Quando repentinamente ela nos puxou pra dentro do nosso quarto, rindo, cambaleante, mal se equilibrando.
Pensei: A Sofia tá empatando a foda.
Apesar do meu tesão estar as alturas, até achei melhor estar ali com ela e não deixa-la sozinha com Matias, afinal, conhecemos os rapazes há dois dias.
O quarto ficou somente com a luz suave de um abajur, Ar condicionado e tudo começou com beijos: Sofia se jogou sobre Matias na cama de solteiro, que era bem larga por sinal, e eu me deitei na cama de casal com Rafael. Muitos beijos quentes, língua na dele, corpo já pegando fogo, as mãos dele tateando minha bunda e já descobrindo o formato da minha calcinha fio dental convidando-o a comer meu cuzinho.
De canto de olho, observava Sofia. Sofia abriu o vestido, Matias ajudando a tirar; eles todos atrapalhados.
Rafael já estava puxando o meu para cima, eu já estava com a bunda toda exposta. Sentei no seu colo e tirei o meu devagar, sensual, deixando a lingerie aparecer em toda sua gloria. O sutiã floral preto sustentava meus peitos perfeitamente, a calcinha fio dental realçando a bunda redonda. Eu me sentindo uma garota do job. Não me importei com Sofia e Matias ali.
Rafael já sem a camisa, estava duro, pau pulsando na bermuda. Eu pressionava minha buceta contra aquele volume, roçando e provocando. Ele tirou o meu sutiã e me chupava com devoção. Que delicia!
Puxei a bermuda e a cueca do Rafael, o pau dele se revelou na minha cara, dei uma chupada gostosa, profunda. Que pauzão delicia. Enquanto eu estava de quatro chupando seu pau, fui tirando minha calcinha discretamente.
Não aguentava mais. Sentei no pau do Rafa e comecei cavalgando. O pau dele entrou liso na minha buceta, perfeito: sentei devagar, sentindo cada centímetro dele entrar na minha buceta molhada, preenchendo tudo. A textura da pele dele roçando nas paredes internas, quente, latejante. Gemidos baixos escapavam enquanto eu subia e descia, bunda batendo na coxa dele.
E o inesperado aconteceu. Matias se aproximou de nós, com o pau duro, punhetando. Olhei para Sofia, e ela estava apagada. Rafael e Matias se olharam cúmplices. Como alguem que joga a moeda pra cima e deixar a sorte decidir, olhei para Rafael buscando uma reação: Um lado de mim torcendo por uma reprovação de fazer uma loucura. Mas o meu tesão, implorava por sua permissão. E o sorriso na cara dele dizia tudo: "Vai ser putinha dos dois.”
Tesão e adrenalina se misturavam.
Matias segurou minha cabeça e me guiando a chupar seu pau. Chupei com vontade, língua rodando na cabeça. Ele gemia, mãos no meu cabelo. Comecei a ser guiada por eles, me transformei a bonequinha deles.
Eu cavalgava sobre Rafael na cama, chupava Matias ao lado, enquanto isso, ele estiva suas mãos com saliva na minha bunda, molhando e invadindo meu cuzinho. O tesão só crescia.
Matias se posicionou atrás de mim, posicionou a cabeça na entrada do meu cu e começou a empurrar. Curiosidade antiga, tesão extremo, sem coragem antes… agora era a hora.
Ele entrou devagar. A sensação foi surreal: Rafael preenchendo a buceta, esticando as paredes; Matias abrindo o cuzinho, centímetro por centímetro, pressão deliciosa e ardente. Dupla penetração. Dois paus pulsantes dentro de mim ao mesmo tempo.
Várias mãos pelo corpo: Rafael apertando meus peitos, beliscando mamilos; Matias segurando minha cintura, depois a bunda, abrindo mais as nádegas. Eu me sentia uma puta, uma atriz pornô. O tesão subiu a um nível novo, quase insano. Cada estocada dupla fazia meu corpo tremer — buceta e cuzinho se contraindo, fluidos escorrendo: mel da buceta misturado com suor.
Durou pouco, foi extremo. Minutos intensos. Gozei primeiro — forte, gritando, corpo convulsionando, três espasmos seguidos. Buceta apertando Rafael, cuzinho pulsando em Matias.
Rafael gozou em seguida, enchendo minha buceta de porra. Matias gozou no meu cu. Matias tirou o pau, eu sai de cima do Rafael, andando tremola até o banheiro, me apoiando, com as penas moles, sentindo o leite grosso escorrendo pelas minhas pernas suadas, pingando na cama e no chão. Tentei me recompor no banheiro… mas havia uma preocupação: "meu deus, sofia!”
Voltei para o quarto e Sofia estava apagada na outra cama, sutiã enroscado nos braços, seios pra expostos, calcinha de renda puxada até o meio das coxas, alheia a tudo.
O tesão caiu rápido. A vergonha veio com tudo. Pedi pros rapazes saírem — "vão, por favor, preciso cuidar dela." Me enrolei em uma toalha e abaixei a cabeça pra falar com os rapazes, morrendo de vergonha, como se eu tivesse tomando uma bronca da minha mãe. Me responsabilizei por Sofia. Terminei de tirar a lingerie dela, cobri com lençol. Não demorou: ela começou a passar mal, vomitou. Passei a noite cuidando, limpando, dando água. Trocando os lençois e limpando os fluidos respingos no chão.
No dia seguinte, Sophia tinha flashes vagos — beijos com Matias, mas nada da DP. Pedi a eles para não contar nada. Eles juraram silêncio.
O peso na consciência era pesado. Deixei minha amiga de lado por causa do meu tesão, roubei mais um cara que estava com ela, e ainda por cima, dei pra dois! Nunca imaginei que eu faria isso! Cadê aquela garota romântica que vivia dentro e mim. Ainda estou processando isso tudo.
Consciência pesada do que? Por dar pra dois machos? Aproveita a vida e dê pra dois, pra três, pra todo mundo! Delicia de conto!