— Cuidando da saúde? Tá de parabéns!
Ele sempre soltava algum comentário do tipo, eu eu respondia com algo:
— Pois é né, é bom! — Não consigo pensar em resposta melhor nessas horas
Hum certo dia, precisei tirar um lixo urgente do apartamento. Eu já estava pronta para dormir: eu vestia um shortinho curto, regatinha fina, o tecido de algodão fininho, quase transparente e muito revelador. Sem calcinha e nem sutiã por baixo, de havaianas no pé.
O cheiro do lixo estava horrível e juntando mosca, eu não ia conseguir dormir. Já eram 3h da manhã. Peguei o lixo e fui até o subsolo colocá-lo na lixeira. Pensei "Não vou encontrar ninguém às 3h". Ao voltar, o elevador para no Térreo: Era ele sozinho.
—Boa noite, pelo visto tá sem sono? Se estiver com medo de dormir sozinha, posso resolver isso!
—Rss! Só dei uma corridinha até a lixeira. Já vou dormir.
—Entendi. Então tenha uma boa noite e bons sonhos.
—Obrigada. boa noite.
Ai que gostosinho!!!
Alguns dias depois, em um sábado à tarde. Eu voltava do mercado com sacolas pesadas. Ele apareceu na saída do mercado: "Deixa eu ajudar?" Aceitei. Ele me acompanhou no retorno pra casa. Subimos juntos, ele carregou tudo até a porta, entrou (sem eu convidar) perguntando:
—Onde posso deixar as compras?
—Pode colocar ali do lado da pia.
— Quer uma água?
Entreguei o copo, ele sentou no sofá. Conversa leve virou flerte. Eu não parava de olhar pra ele, ele para minha boca e virou beijo. Beijo quente, gostoso. Mãos dele na minha cintura, todo apressadinho, mas eu também estava. As mãos dele já estavam alisando minhas coxas, empurrando meu vestido florido cada vez mais pra cima. Beijava meu pescoço, cheirava meu ouvido, eu arrepiava. A mão do safado já tocava minha calcinha. Minha mão correu para sua bermuda, conferindo o pau duro, que prometia.
Sentei no colo dele, uma perna pra cada lado, roçando minha calcinha no volume do pau dele. Tirei a camiseta dele, ele puxou o meu vestido pra cima. Eu despreparada, apenas de sutiã tomara que caia branco e calcinha preta de renda. Desci beijando o corpo dele, desabotoando e puxando a bermuda e a cueca.
Nossa, que pauzão gostoso. Dei uma chupada com vontade, engolindo tudo. Ele gemia, mas ele queria mais.
Ele me deitou no sofá, puxou minha calcinha por toda minha perna revelando minha buceta meio peluda. Subiu em mim, ajeitou o pau grosso, quente, perfeito, na entrada da minha buceta e empurrou gostoso, esticando as paredes internas. Ele entrou gentil e fundo. Aumentou a velocidade, as estocadas dele eram gostosas demais: profundas, ritmadas, a pele batendo na pele com barulho molhado, o sofá rangendo a cada impulso. Gemidos escapavam baixos, o pau dele latejando dentro de mim, preenchendo tudo certo. "Que pauzão delicioso". Eu apertava a buceta pra sentir cada veia. Gozei forte, gritando baixo, buceta convulsionando em volta dele.
No clímax, ele tirou o pau rápido da minha buceta, gozando um baita jato quente que pegou da minha barriguinha até perto dos meus peitos. Porra grossa escorrendo pela pele suada, pingando no sofá. Ele ofegou:
—Desculpa… não sabia se podia dentro.
—Podia sim, mas tudo bem, foi gostoso!
Rimos, e precisávamos sair dali. Afinal, Sofia poderia chegar a qualquer momento.
Indiquei onde ficava o banheiro para ele se limpar e pedi pra ele pegar um rolo de papel toalha que estava sobre a pia. Tinha um rio de leite em mim.
No dia seguinte, conversando com Sofia no café:
—Sabe aquele menino bonito Acho que do 802? Que mora com a mãe dele e tal? Gatinho né?."
Sofia riu:
—Um de cabelo preto liso, curtinho, magro, meio fortinho?
—Esse! - Confirmei
Sofia respondeu rindo:
— Aquela não é a mãe dele não, Ma. Acho que é esposa. Já ouvi papo que ela sustenta ele ou algo assim.
Meu estômago virou. Horror. Culpa. Peguei um vizinho casado!
Se alguém souber, vou virar a puta do prédio! Confusão aqui não dá…
Achava que o filho da puta era algum filho solteiro dela! Levantei e fui pro meu quarto.
—Má, tá tudo bem? que cara é essa? — Sofia sem entender nada…
