O corno no quartinho da bagunça

A barreira do medo havia caído. Depois daquela viagem até a Zona Leste, minha mulher parecia ter despertado para uma nova vida. O brilho nos olhos dela era diferente, mais predatório. A sugestão veio em uma noite de chuva, entre sussurros na cama: ela queria trazer o jogo para dentro de casa. O escolhido era Marcos, o líder do setor da empresa de ferragens, o homem que já vinha cercando-a com mensagens e elogios.
— A gente simula uma traição, amor — ela disse, a voz carregada de uma malícia que me arrepiou. — O Marcos vai achar que está me conquistando escondido, e você fica no quartinho da bagunça. Você vai ouvir tudo, cada detalhe.
Eu aceitei. A ideia de estar a poucos metros, separado apenas por uma parede fina de alvenaria, era o ápice do meu fetiche.
### O Plano do Quartinho
Na sexta-feira à noite, o palco estava montado. Eu me mudei para o quartinho da bagunça, um espaço apertado entre caixas e ferramentas, com uma pequena fresta na porta que me dava uma visão limitada do corredor. Levei meu celular para gravar o áudio e um lençol para abafar meus próprios gemidos de excitação.
Às 19:30, ouvi o som de um carro estacionando na frente. O interfone tocou. Pelo som dos passos dela — o estalo seco do salto alto no piso — eu sabia que ela estava produzida.
— Oi, Marcos... entrou rápido? — ouvi a voz dela, doce e perigosa.
— Quase não dormi pensando nisso — a voz dele era grossa, autoritária. — Sua casa é linda. Cadê o "fantasma" do seu marido?
— Ele viajou a trabalho, só volta amanhã. Estamos sozinhos.
Ouvi o som de metal batendo; provavelmente ele soltou a pasta de trabalho. O silêncio que se seguiu foi preenchido pelo som de beijos famintos. Eu conseguia ouvir o roçar das roupas, o suspiro pesado do Marcos enquanto ele a empurrava contra a parede do corredor, exatamente do outro lado da minha porta.
— Você não sabe o quanto eu queria te tirar dessa roupa comportada da firma — ele rosnou.
Eles entraram no nosso quarto, que ficava colado ao meu esconderijo. O som ficou nítido. Ouvi o ranger da cama quando ele a jogou. O "líder" não perdeu tempo com delicadezas.
— Nossa, Marcos... você é muito mais forte do que eu imaginava — ela provocou, a voz já embargada.
— Fica de costas. Quero ver se aquelas fotos que você me mandou faziam justiça a esse rabo.
O som das estocadas começou. Eram golpes secos, ritmados, acompanhados pelo barulho da carne batendo contra a carne. No quartinho da bagunça, eu estava em transe, a mão fechada na minha rola, sentindo o suor escorrer pela testa. Eu conseguia ouvir os gemidos dela subindo de tom, aquela voz que eu conhecia tão bem, mas com uma entonação de entrega total.
— Toma, safada! É assim que você gosta? — Marcos perguntava entre um golpe e outro. — O seu marido te soca assim?
— Não... ele... ahhh... ele nunca... faz assim! Mais forte, Marcos!
As estocadas ficaram mais rápidas. O som da cabeceira da cama batendo contra a parede era como um metrônomo para o meu prazer proibido. Ela começou a gritar, um som agudo que atravessava a parede e me atingia como um choque elétrico. Eu imaginava o Marcos, o líder das ferragens, usando toda a força bruta dos braços que comandavam a produção para dominá-la ali, na minha cama.
— Vou gozar, Marcos! Vou gozar tudo! — ela gritava, descontrolada.
— Pois goza na minha rola, que agora eu vou te encher!
O auge foi um silêncio explosivo, seguido por suspiros profundos e o som de corpos desabando sobre o colchão. Fiquei paralisado, ouvindo os sussurros pós-ato.
— Você é muito melhor do que eu imaginava, gata — disse ele, recuperando o fôlego. — Segunda-feira, na firma, vou olhar para você e lembrar de cada grito desse.
Ouvi-o se vestindo, o som do zíper, o perfume dele invadindo o corredor enquanto ele saía. A porta da frente bateu. Esperei alguns minutos e saí do quartinho, com as pernas trêmulas.
Encontrei minha mulher deitada, com o cabelo emaranhado e o olhar perdido no teto. Ela me olhou e sorriu, um sorriso de cúmplice.
— Ouviu tudo? — ela perguntou, a voz rouca.
— Cada segundo — respondi, aproximando-me para sentir o cheiro da "traição" que agora era o nosso segredo mais excitante.
Foto 1 do Conto erotico: O corno no quartinho da bagunça

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O corno no quartinho da bagunça

Codigo do conto:
259551

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
16/04/2026

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