O sábado caía sobre a cidade com um mormaço pesado, e em mim a ansiedade era ainda maior. Desde que dei o cu pela primeira vez, o pensamento naquela sensação de preenchimento não saía da minha cabeça. No "Perto Daqui" do Bate-Papo UOL, as mensagens de Valmir, o "Roludo 57", saltaram na tela. Ele era direto, sem rodeios. Quando o número do WhatsApp chegou e, em seguida, a foto daquela peça, o fôlego me faltou. Era uma rola preta, imponente, com uma cabeça larga e veias saltadas que pareciam pulsar na imagem. Um "rolaço" de respeito. Entre um papo e outro marcamos, eu ia até ele! O trajeto de Uber foi rápido, Desci próximo ao mercado e segui a pé, deixando o barulho do comércio para trás. O cenário mudou rápido: o mato alto, o som do rio correndo ao fundo e o isolamento das duas casinhas humildes. Aquele ar de lugar esquecido pelo mundo só tornava o perigo mais excitante. Quando avistei Valmir na janela, um homem de traços maduros e olhar firme, soube que não haveria volta. — Seu Valmir? — perguntei, com a voz levemente trêmula. — Entra logo. Achei que ia amarelar — ele respondeu, com uma voz rouca que exalava autoridade. Assim que o batente da porta se fechou, o som do trinco ecoou no ambiente pequeno e simples. O cheiro de terra e de homem maduro tomava conta do lugar. Valmir estava apenas de cueca branca, que já não conseguia esconder o volume absurdo que tentava escapar pelo tecido. Sem dizer uma palavra, ele enganchou os polegares no elástico e arriou a peça com um movimento brusco. O pau saltou, livre, batendo quase na altura do umbigo. Era maior e mais grosso do que na foto. O impacto visual me fez cair de joelhos instantaneamente, como se eu estivesse diante de um altar. Meus olhos ficaram no nível daquela cabeça escura e lustrosa. Levei as mãos às coxas dele, sentindo os músculos firmes, e abri a boca para receber o primeiro avanço. Chupar aquele homem era como tentar devorar um pedaço de ferro quente. A brutalidade começou ali: ele não esperava minha delicadeza. Valmir segurou minha cabeça com as mãos grandes e calejadas, ditando o ritmo, socando a rola na minha garganta com uma força que me fazia engasgar e lacrimejar, mas o prazer daquela dominação era absoluto. O coração batia na garganta, cada estocada bucal fazia meu corpo todo vibrar. — Gosta de rola de homem, é? Então toma! — ele rosnava, enquanto me puxava pelos ombros e me jogava de quatro em cima de um colchão simples no canto da sala. Ele não usou lubrificante sofisticado; a própria saliva e a urgência do momento serviram. Senti a pressão daquela cabeça enorme forçando a entrada, e por um segundo achei que não caberia. Mas Valmir era um veterano. Ele empurrou com o peso do corpo, rasgando o silêncio da casa com um som úmido. Quando ele entrou todo, soltei um grito que foi abafado pelo travesseiro. Ele me mandava gemer e ma batia, eu tava amando tudo! As estocadas eram brutas, sem ritmo de cinema, era carne contra carne, o som dos testículos dele batendo contra a minha bunda ecoava na casinha. Eu sentia cada centímetro daquela rola preta me preenchendo, me alargando, enquanto ele me xingava com aquela voz de coroa experiente, chamando-me de tudo o que eu, naquele momento, queria ser. O auge veio com uma violência divina. Valmir me puxou pelo pescoço, obrigando-me a olhar para trás enquanto ele descarregava. — Olha o que eu vou fazer com você! — ele exclamou, a voz falhando pelo esforço. Senti os jatos quentes e espessos atingirem meu cu e depois que saiu de mim sacudiu o leite em mim. Ele não parou até que a última gota daquela carga pesada estivesse espalhada . Exausto, ele desabou por cima de mim por alguns segundos, o suor de nós dois se misturando. Ele me olhou e reclamou:" Que cu gostoso!" Saí da casinha minutos depois, caminhando de volta pelo trilho de terra. O corpo doía, o cu latejava a cada passo e a pele ainda carregava a marca daquele coroa. Eu estava exausto, sujo e completamente realizado. Chamei o Uber e voltei pra casa.
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