O Segredo sob o Babydoll de Oncinha: A Vingança da Mulher de Igreja
Meu nome é Ana Luiza. Tenho 27 anos e, para todo mundo em Campo Grande, eu sou a "boa moça". Aquela que você vê na igreja com roupas longas, o cabelo sempre arrumado e a voz mansa. Casei cedo com o Cláudio, que é 13 anos mais velho que eu. Ele foi meu primeiro e único homem; foi ele quem tirou meu cabaço e me ensinou tudo o que eu sei. Eu era louca por ele, vivia como sua empregada, sua boneca, seu objeto de desejo. Fazia de tudo para agradar, mas de uns tempos para cá, o Cláudio mudou. Ele ficou ignorante, me destrata, briga por qualquer coisa e me deixa sozinha em casa para ficar na rua. Naquela manhã, depois de me esculachar e me foder com ignorância, ele saiu para trabalhar. Eu fiquei ali, me sentindo um lixo, com as marcas da brutalidade dele no meu corpo. Mas eu sabia que os primos dele, o Rafael e o Bruno, estavam vindo de São Paulo para passar o dia. E, naquele momento, algo dentro de mim quebrou. A Minha Pequena Vingança Resolvi que a "Ana da Igreja" não ia atender a porta. Fui no fundo do armário e peguei um babydoll de oncinha minúsculo que eu guardava escondido. Ele ficava cravado no meu rabo e deixava tudo à mostra. Eu estava sem calcinha. Quando eles chegaram, eu os recebi exatamente assim. Vi os olhos deles brilharem, vi o susto e o desejo imediato. Passei o dia todo servindo eles, me abaixando, sentindo o olhar dos dois queimando minha pele, enquanto eu fingia que era natural estar daquele jeito. Eu via o volume nas calças deles crescendo e, pela primeira vez em anos, eu me senti poderosa. O Castigo e a Entrega Quando o Cláudio chegou do trabalho às 18h e me viu daquele jeito com os primos, o sangue dele ferveu. Ele me chamou no canto da cozinha e me esculachou de todos os nomes sujos que você possa imaginar. Me arrastou pelo braço para o quarto e bateu a porta com uma fúria que me fez tremer. — "Você ficou louca, sua p***? Querendo se exibir para os meus primos?"* — ele rosnou, me jogando na cama. Ele me virou de costas com grosseria, levantou o que restava do meu babydoll e me deu um tapa tão forte no rabo que eu soltei um grito abafado. Ele começou a me foder ali mesmo, sem carinho, sem beijo, apenas com ódio e possessividade. Ele me chamava de v******, de cadela, de lixo da igreja... e o pior é que, enquanto as lágrimas corriam pelo meu rosto e eu chorava de dor e humilhação, meu corpo traía minha alma. Eu dava para ele com uma vontade desesperada, sentindo aquele pau enorme me rasgar e me preencher enquanto ele me diminuía com palavras. Eu soluçava e gemia ao mesmo tempo, sentindo o s**** dele entrar quente dentro de mim com uma força brutal. Depois que ele gozou, ele simplesmente se limpou, ajeitou a roupa e saiu para beber com os primos, como se eu fosse nada. Agora estou aqui, deitada no escuro, sentindo o líquido dele escorrendo pelas minhas pernas e o rastro do meu próprio choro no travesseiro. Eu ouço as risadas deles lá na sala... e sei que o Rafael e o Bruno estão pensando no que viram o dia todo. O Cláudio me humilhou, mas ele não sabe que agora eu descobri que posso ser a perdição de qualquer homem que eu quiser.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.