Melissa a danadinha da pousada de angra dos reis

O cenário é a deslumbrante Angra dos Reis, onde o azul profundo do mar encontra o luxo das pousadas escondidas entre as ilhas. No topo dessa pirâmide está Carla, uma mulher de 40 anos, imponente e visionária, que transformou sua vida ao casar-se com Jorge. Jorge, aos 62 anos, é a imagem da autoridade: um policial aposentado, de temperamento firme e corpo ainda rígido pela disciplina da farda, cuja estabilidade financeira foi o degrau que Carla precisava para construir seu império hoteleiro.
?Mas o verdadeiro segredo dessa família não está nas contas bancárias ou na disciplina de Jorge. O segredo atende pelo nome de Melissa.
?A Dualidade de Melissa
?Aos 20 anos, Melissa é a joia da pousada. Para Jorge, ela é a enteada dedicada que estuda e mantém a "pose de boa menina", sempre educada e recatada. Para Carla, ela é o orgulho da casa. Mas Melissa habita um mundo que nenhum dos dois conhece.
?Dona de um corpo escultural esculpido por horas diárias de musculação, ela é a definição do desejo tropical. Morena, com a pele eternamente bronzeada e marcada por biquínis de fita, Melissa exibe um contraste hipnotizante entre seus olhos puxados e uma boca carnuda que parece estar sempre em um leve convite. Seu cabelo liso bate nos ombros, emoldurando um rosto que mistura a inocência da juventude com a malícia de quem conhece o poder que tem.
?O Jogo da Exibição
?O verdadeiro prazer de Melissa não está no estudo, mas na provocação. Longe dos olhos vigilantes do padrasto policial, ela se transforma. Seu guarda-roupa secreto é composto por roupas curtíssimas, tecidos que beiram o transparente e decotes que desafiam a gravidade.
?Ela adora sentir o peso do olhar dos homens sobre si. Na pousada, quando os pais estão distraídos com a administração, ela desfila pelas áreas comuns como uma predadora silenciosa. Ela ajusta o biquíni de propósito na frente dos hóspedes, deixa o vestido curto subir "sem querer" enquanto finge pegar algo no chão e saboreia o brilho de d******* que acende nos olhos de quem a observa.
?O Incêndio em Angra
?Certa noite, com a pousada sob a luz da lua e Carla em uma reunião de negócios no continente, o clima em Angra ficou saturado de eletricidade. Jorge estava na varanda, vigiando a propriedade com sua postura de eterno policial, quando Melissa apareceu.
?Ela não estava com o pijama comportado de sempre. Usava um robe de seda preta que mal cobria suas curvas malhadas. Ao passar por ele, o perfume adocicado e o brilho do óleo bronzeador na pele dela cortaram o ar. Melissa parou perto da mureta, deixando o robe abrir "acidentalmente", revelando a marquinha de sol impecável sobre os quadris largos.
?— "A noite está quente, não acha, Jorge?" — ela sussurrou, passando a língua lentamente pelos lábios carnudos enquanto o encarava com aqueles olhos puxados, carregados de fogo.
O sol de Angra dos Reis batia forte no deque da pousada, mas o calor que emanava de Melissa era muito mais perigoso. Com o ronco do motor do barco de Carla sumindo no horizonte e a viatura de Jorge já longe, a "boa menina" finalmente pôde guardar o disfarce no armário. O império estava vazio, e os súditos eram um grupo de três empresários coroas, homens de meia-idade com contas bancárias gordas e olhos famintos, que tomavam uísque perto da piscina.
?Melissa sabia exatamente o que estava fazendo. Ela foi até seu quarto e escolheu a arma do crime: um vestido de tricô marrom, curtíssimo e com a trama tão aberta que beirava o transparente. Por baixo, a única coisa que separava sua pele do mundo era uma calcinha fio-dental minúscula, também marrom, que desaparecia completamente entre as curvas de sua bunda malhada. O elástico era tão fino e estava tão cravado que ela sentia cada movimento do tecido contra seu corpo.
?O Desfile da Tentação
?Ela desceu as escadas de madeira propositalmente devagar, fazendo o barulho dos seus chinelos de luxo anunciar sua chegada. Quando ela apareceu na área da piscina, o silêncio foi imediato. O tilintar do gelo nos copos parou.
?Melissa passou por eles como se estivesse apenas verificando se precisavam de algo. O vestido marrom ressaltava o bronzeado impecável e, sob a luz direta do sol, não escondia nada. Seus seios pequenos e firmes desenhavam-se no tecido sem sutiã, mas era quando ela dava as costas que o jogo realmente começava. A calcinha estava tão enterrada que, de longe, parecia que ela não usava nada sob a transparência do tricô.
?A Provocação Inocente
?Ela se aproximou da mesa, apoiando-se levemente, o que fez o vestido subir mais alguns centímetros, revelando o início da polpa da bunda.
?— "Meus pais precisaram sair para resolver uns problemas na cidade..." — ela disse, com aquela voz mansa e os olhos puxados brilhando de malícia. — "Espero que os senhores não estejam se sentindo abandonados. Posso oferecer mais algum conforto?"
?Um dos homens, um senhor de cabelos grisalhos e relógio de ouro, quase engasgou com a bebida.
— "O conforto está excelente, Melissa. Mas com esse calor, como você consegue ficar tão... à vontade?"
?Melissa deu uma risadinha, passando a mão pelo cabelo liso até o ombro, e então fez o movimento que todos esperavam: ela se abaixou para pegar uma toalha que estava "esquecida" em uma espreguiçadeira baixa. Ao dobrar os joelhos, o vestido subiu totalmente. A visão do fio-dental cravado e da pele bronzeada era um convite ao pecado.
?O Jogo de Poder
?Ela não parou por aí. Melissa começou a puxar assunto, perguntando sobre os negócios deles, mas o tempo todo ela brincava com o próprio corpo. Ela sentava na beira de uma espreguiçadeira, cruzava as pernas lentamente e deixava o elástico da calcinha ficar à mostra na lateral do quadril.
?— "Sabe como é... aqui na ilha a gente se sente tão livre. Às vezes esqueço que existem regras" — ela provocou, deslizando o dedo pela alça fina do vestido, fingindo que ela estava caindo.
?Os homens se entreolhavam, o desejo estampado nos rostos vermelhos pelo sol e pelo álcool. Eles sabiam quem era o pai dela, sabiam do perigo, mas Melissa os tinha na palma da mão. Ela era a exibicionista perfeita: sabia o momento exato de mostrar e o momento de esconder, deixando a imaginação deles trabalhar no limite.
?Naquela tarde, enquanto Carla fazia compras e Jorge trabalhava, Melissa transformou a pousada em seu palco particular. Ela não queria apenas o dinheiro daqueles homens; ela queria a alma deles, queria vê-los suando frio enquanto ela desfilava sua liberdade marrom e transparente sob o céu azul de Angra.
O sol começava a baixar em Angra, pintando o céu de laranja, mas o clima no deque da pousada estava em brasas. Melissa, com toda a sua astúcia, jogava um xadrez de sedução. Enquanto os três empresários viravam doses de um uísque caríssimo — um malte envelhecido que Jorge guardava para ocasiões especiais — ela se mantinha sóbria. Melissa era viciada no controle e no seu próprio corpo; sabia que o álcool inchava e prejudicava o tônus muscular que ela tanto suava para manter na academia.
?Para garantir que nenhum daqueles coroas desse com a língua nos dentes depois, ela acionou o plano de mestre: o "vira-vira".
?O Transe do Funk e do Bronze
?"Vamos, cavalheiros! Meu pai diz que esse é o uísque dos fortes. Quero ver quem aguenta!", ela provocava, batendo palmas e rindo com aquela boca carnuda. O álcool subiu rápido. Homens de negócios, acostumados a reuniões sérias, estavam agora com as gravatas frouxas e os rostos vermelhos, completamente hipnotizados pela garota de 20 anos que parecia uma deusa de ébano e bronze na frente deles.
?A música mudou. Melissa conectou o celular na caixa de som da piscina e um funk pesado tomou conta do ambiente. O grave da batida parecia vibrar no ritmo do coração dos homens.
?A Exibição Final
?Eles a chamaram para a pista improvisada. Melissa, fingindo uma timidez que nunca possuiu, começou a se mover. No começo, eram apenas passos lentos, mas logo o instinto exibicionista falou mais alto. Sob o vestido marrom transparente, a calcinha fio-dental enterrada parecia clamar por atenção.
?Ela começou a rebolar, descendo até o chão com uma elasticidade que só a musculação proporciona. Os coroas ficaram loucos. Um deles, sentado em uma poltrona de vime, sentiu o peso de Melissa quando ela, propositalmente, sentou em seu colo e começou a quicar devagar, sentindo a rigidez do homem por baixo do tecido fino do vestido.
?P******* sob o Sol de Angra
?A partir dali, a pousada virou um cenário de p******* total. Eles perderam o filtro. Enquanto ela rebolava, as mãos grandes e trêmulas dos empresários percorriam suas coxas malhadas. Um deles não resistiu e deu um tapa seco na bunda dela, fazendo a polpa da carne vibrar sob o tricô marrom. Melissa soltou um gemido de prazer, jogando o cabelo para trás e revelando o pescoço.
?Eles a apertavam, roçavam nela, sentindo o cheiro de óleo de coco e suor que emanava da sua pele. Melissa trocava de colo em colo, provocando cada um deles, deixando que sentissem a textura da sua bunda e a pressão do elástico da calcinha que estava cravada em suas curvas. Ela era a mestre de cerimônias daquele caos, rindo da fraqueza deles, sabendo que, para aqueles homens, ela seria uma memória que os assombraria para sempre, enquanto para ela, era apenas mais uma tarde de exibicionismo no seu paraíso particular.
O clima na pousada já não era mais de uma tarde de sol; era um cenário de entrega total aos instintos. Melissa estava no auge do seu jogo. Ela escolheu o mais velho do grupo, um homem que tentava manter a postura de empresário sério, mas cujas mãos tremiam de desejo. Ela montou no colo dele, sentando de frente, com as pernas abertas sobre as coxas dele. O vestido marrom de tricô subiu todo, revelando as coxas grossas e a pele bronzeada que cheirava a pecado.
Ela levou a mão ao queixo dele, forçando-o a olhar fixamente naqueles olhos puxados. O homem, hipnotizado, inclinou o rosto, achando que finalmente ganharia o beijo daquela boca carnuda. Mas Melissa era mestre na tortura psicológica. No último segundo, ela desviou o rosto e puxou a cabeça dele contra o seu ombro.
O Jogo da Dominação
"Ainda não, cavalheiro... eu gosto de ver o esforço", ela sussurrou no ouvido dele, enquanto sentia a respiração quente e o hálito de uísque.
O homem, fora de si, começou a morder o pescoço dela com vontade, enquanto suas mãos grandes agarravam a bunda de Melissa. Ele dava tapas secos, fazendo a marca dos dedos aparecer na pele bronzeada, e a cada tapa, Melissa rebolava com mais força contra ele. Ela não beijava; ela apenas mordia o próprio lábio inferior e olhava para os outros dois homens, que assistiam à cena em um transe absoluto, com as mãos entre as pernas, incapazes de desviar o olhar.
O Abismo da Transparência
Foi então que um dos outros homens, perdendo qualquer rastro de educação, esticou a mão e levantou o que restava do vestido marrom. Melissa não impediu. Pelo contrário, ela empinou as costas, facilitando a visão.
Sob a luz do entardecer, o que eles viram foi o ápice do exibicionismo: a calcinha fio-dental marrom era apenas um detalhe insignificante, um traço de tecido que sumia completamente na fenda da bunda malhada dela. O elástico estava tão cravado e enterrado que parecia fundido à pele. Ela estava praticamente nua da cintura para baixo, exibindo a perfeição das suas formas e a marquinha de sol que brilhava com o suor da dança.
A Tortura Final
Melissa começou a se esfregar neles, alternando entre os colos. Ela deixava que eles passassem as mãos naquela pele lisa, que sentissem a textura da calcinha enterrada, mas toda vez que um deles tentava algo mais definitivo, ela escapava com uma risada maliciosa.
— "Vocês são tão impacientes..." — provocava ela, enquanto passava a mão pelo próprio corpo, apertando os seios pequenos que marcavam o tricô transparente.
Ela usava o corpo como uma arma de destruição em massa. Ela sentava, quicava, deixava que eles sentissem o calor da sua b***** através do fio dental minúsculo, e depois saía, desfilando com aquela bunda empinada que fazia os homens perderem o juízo. Ela sabia que eles estavam no limite, que se Jorge aparecesse naquele momento, o sangue correria, mas o perigo era o que fazia Melissa se sentir viva. Ela era a dona da ilha, a rainha daquela pousada, e aqueles homens eram apenas brinquedos nas mãos de uma garota que sabia que sua maior força estava exatamente naquilo que ela fingia esconder.
O sol já estava quase mergulhando no mar de Angra, tingindo o deque de um vermelho profundo que combinava com o calor proibido daquela tarde. Melissa, mesmo no meio daquele transe de mãos e sussurros, nunca perdia a atenção. O som distante de um motor de barco — o motor da lancha de Carla — e o reflexo de um carro subindo a estrada da colina foram os sinais de que o espetáculo precisava de um ato final.
Ela sentiu o tremor dos homens, todos no limite absoluto do desejo, com a respiração curta e os olhos injetados. Melissa sabia que os tinha quebrado por dentro.
O Golpe de Misericórdia
Com um movimento ágil, ela se levantou do colo do último empresário, sentindo o elástico da calcinha fio-dental se ajustar novamente enquanto o vestido marrom de tricô caía, voltando a cobrir apenas o necessário. Ela olhou para os três, que pareciam estar em outro planeta, e soltou uma risada abafada, carregada de d*******.
— "Shh... escutem", ela sussurrou, colocando o dedo indicador sobre os lábios carnudos. "O rei e a rainha estão voltando para o castelo. E vocês... vocês precisam parecer os cavalheiros comportados que eu conheci hoje cedo."
Ela se aproximou de cada um, limpando com o polegar o rastro de suor e desejo nos rostos deles. Para o mais velho, ela deu um último aperto na coxa, sentindo a rigidez dele através do tecido, e sussurrou: "Guarde esse segredo no fundo da sua mente, porque se o Jorge sonhar com o que aconteceu aqui, nem o seu dinheiro vai te salvar da farda dele."
A Transmutação da "Boa Menina"
Com a maestria de uma atriz veterana, Melissa recolheu as garrafas de uísque vazias e os copos, escondendo as evidências da bebedeira. Ela deu uma ajeitada rápida no cabelo liso, colocou os óculos de leitura que usava para fingir que estudava e sentou-se em uma espreguiçadeira com um livro aberto no colo.
Quando o barco de Carla encostou no cais e Jorge subiu os degraus da varanda, a cena era de absoluta paz.
— "Oi, pai! Oi, mãe!", gritou ela, com uma voz doce e inocente, fechando o livro. "Os hóspedes foram ótimos, ficaram aqui descansando e conversando sobre negócios o tempo todo."
O Silêncio dos Culpados
Carla sorriu, satisfeita com a hospitalidade da filha. Jorge passou o olho pelos homens, que agora estavam sentados, tentando desesperadamente controlar a respiração e disfarçar o volume em suas calças, evitando a todo custo o olhar clínico do policial aposentado. Eles mal conseguiam falar; a garganta estava seca e a mente ainda estava presa na imagem de Melissa rebolando com o vestido transparente e a calcinha enterrada na bunda.
Melissa passou por Jorge e deu um beijo em seu rosto, sentindo o cheiro de pólvora e suor do trabalho dele. Ao se afastar, ela lançou um último olhar por cima dos ombros para os três coroas. Um olhar rápido, felino, acompanhado de uma mordida leve no lábio.
Naquela noite, na mesa do jantar, o silêncio dos homens era o troféu de Melissa. Ela sabia que, para o resto da vida, aqueles empresários seriam prisioneiros daquela tarde em Angra, enquanto ela continuaria sendo a joia intocável da pousada — a "boa menina" que, nas sombras, era dona do desejo de todos.
Foto 1 do Conto erotico: Melissa a danadinha da pousada de angra dos reis

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Melissa a danadinha da pousada de angra dos reis

Codigo do conto:
259378

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
14/04/2026

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