Meu Namorado Acha que Eu Estava Trabalhando: O que aconteceu naquele hotel em Macaé"
A rotina em Campo Grande tinha um peso cinza e sufocante. Para Rayane, os dias eram uma repetição monótona entre as regras rígidas de sua mãe e as visitas previsíveis de Fernando. Ele chegava do supermercado sempre às quatro da tarde, exausto, com o cheiro de quem carregou o mundo nas costas. No início, aquele cansaço era compensado por amassos quentes e beijos vorazes no sofá, mas o fogo virou brasa e a brasa virou cinza. Rayane sentia que a vida passava lá fora, enquanto ela ficava presa entre o mofo da sala e o desânimo de um namorado que só queria saber de descansar. Quando foi demitida, Rayane decidiu que era hora de mudar. Pegou o dinheiro da rescisão e investiu em um curso de vigilante. Ela queria poder, queria ser vista. Assim que terminou, surgiu um freelance para um evento de um MC famoso. O destino? Macaé. Longe o suficiente para que ninguém de sua rua pudesse julgá-la. Ela disse à mãe que era apenas um trabalho sério; para Fernando, era só um estágio. Nenhum deles imaginava a transformação que ocorreria. Ao chegar no camarim do evento, a Rayane de Campo Grande ficou para trás. O uniforme era um vestido preto, justo, com uma fenda lateral que subia provocante pela coxa. De saltos altos e maquiagem marcada, ela não era apenas uma segurança; ela era o centro das atenções. Foi ali que conheceu Cláudio, de 28 anos, e o outro rapaz da equipe. Ambos vestiam ternos impecáveis e óculos escuros, mantendo uma postura de autoridade que escondia olhares predatórios. O evento terminou e a empresa os hospedou em um hotel luxuoso na orla. No saguão, o clima era de resenha. "Vamos subir, Rayane, a noite está só começando", provocou Cláudio. Levada pela vontade de conversar e descontrair, sem maldade aparente, ela aceitou ir até o quarto para uma última bebida. No frigobar, eles encontraram um vinho caro. Rayane usou o celular para pesquisar e quase caiu para trás: o rótulo custava R$ 600. "Isso é por nossa conta", disseram os rapazes, servindo as taças de cristal. O cansaço, o estômago vazio e o vinho caro foram fatais. Rayane sentia-se leve, as bochechas quentes e o riso frouxo. Os rapazes tiraram os paletós, ficando apenas de camisas brancas com as mangas dobradas. Eles começaram a brincar de "fazer a segurança" dela, usando frases de sacanagem que faziam Rayane dar risadinhas de "boa menina". Mas o jogo mudou quando um deles indicou a cama. "Senta aí, Ray, você precisa de uma massagem". Rayane obedeceu, sentindo o cetim do vestido contra a pele. Por baixo, ela usava seu segredo: uma calcinha fio-dental preta de renda. Em vez dos pés, as mãos quentes de um deles subiram direto para seus seios, massageando-os por cima do tecido. Ela fechou os olhos, arqueando as costas enquanto o prazer a dominava. Quando eles abriram as calças, o choque foi imediato. Eram presenças imponentes, muito maiores do que ela estava acostumada em sua vida pacata. "O que é isso?", ela balbuciou. "É o nosso segredo, gatinha", responderam. Totalmente entregue, Rayane tirou o vestido e permaneceu apenas de fio-dental. Obediente e tomada pelo tesão, ela se posicionou sobre Cláudio. Afastou a calcinha para o lado e sentiu o primeiro contato. "Eu não vou conseguir...", ela sussurrou, sentindo-se pequena diante daquela plenitude. "Calma, vai devagar", ele guiava. Rayane gemeu alto, ronronando como uma gata no ouvido dele até conseguir sentar até o final, sentindo-se completamente preenchida. Enquanto isso, o outro rapaz se aproximou de seu rosto, e ela, levada pela audácia da noite, começou a mamo-lo. O prazer era tanto que Rayane pediu para mudar. Ela queria a segurança do "papai e mamãe". Deitou-se com as pernas bem abertas, expondo-se totalmente enquanto apenas puxava a calcinha para o lado. Foi a vez do segundo rapaz, ainda maior que o primeiro, entrar em cena. Rayane soltou um gemido agudo, longo e arrastado: "Aaaahhh... meu Deus, é muito grande!". Ela sentia que estava sendo arregaçada de forma deliciosa, enterrando as unhas no lençol enquanto ele penetrava até o fundo. No auge da loucura, ela não sabia se sentia o preenchimento lá embaixo ou se focava no outro rapaz que ocupava sua boca. Próximos do fim, ela suplicou que gozassem dentro, mas eles tinham outro plano. "Não, a gente quer ver o estrago, sua puta!", um deles disparou. Rayane pediu para não ser chamada assim, mas quando ele insistiu, ela apenas riu e colocou a língua para fora, aceitando o papel que a noite lhe dera. Os dois, em pé, gozaram em seu rosto, marcando o fim daquela jornada em Macaé. Antes de saírem, cada um deu um aperto firme em sua bunda e um beijo quente em seu pescoço. "Você é uma delícia, Rayane". Eles foram para seus quartos e ela, exausta e em êxtase, caminhou até o banheiro. No espelho, viu uma mulher que nunca imaginou existir. Tomou um banho demorado e deitou-se na cama imensa. Antes de dormir, soube que a Rayane que voltaria para Campo Grande e para o namorado Fernando nunca mais seria a mesma.
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