Sair com o meu negão da rua é entrar em outro universo. Com o meu marido, tudo é morno, cheio de regras e cuidados que me dão sono. Mas com ele, o foco é um só: a sacanagem pura. Ele não quer saber se eu tive um dia cansativo; ele quer ver a minha ousadia. Ele investe na minha piranha, compra roupinhas que o meu marido teria vergonha de me ver usando. Ele gosta de me ver de saia curta, shortinho cravado e fio-dental que desaparece na minha bunda.
Dessa última vez, ele foi além. Ele comprou uma sainha preta, curtinha demais, de um tecido que brilha na luz. A ordem foi clara: "Vem sem calcinha e coloca aquele top que não esconde nada". Eu obedeci. O top era tão fino que o bico do meu peito ficava ali, gritando por atenção, marcando tudo a cada movimento sob o tecido.
O Ritual no Sofá
Cheguei na casa dele, aquele apartamento de homem solteiro que exala testosterona. Ele já estava me esperando, sentado no sofá como um rei esperando o seu banquete. Ele não disse "oi"; apenas apontou para a roupa que tinha comprado. Eu me troquei ali mesmo, sentindo o olhar dele me pesando, me transformando na sua puta particular.
Quando eu terminei de vestir, ele abriu a calça. O que eu vi ali era uma afronta ao que eu tenho em casa. Uma piroca enorme, grossa, escura, que parecia cinco vezes maior que a do meu marido. Um exagero da natureza que me faz perder o fôlego só de olhar. Eu não mando em nada ali; eu apenas obedeço, porque o meu corpo já pertence ao banquete dele.
O Banquete da Submissa
Ele continuou sentado, soberano. Eu me posicionei entre as pernas dele e fiquei de quatro no tapete. A sainha curta não cobria nada; minha bunda empinada estava ali, escancarada, sem calcinha, totalmente exposta para o olhar dele enquanto eu me preparava para o serviço.
Eu comecei a mamar aquele negão com uma vontade que eu nem sabia que existia. Eu queria provocar, queria mostrar que a ninfa casada era, na verdade, uma puta profissional na mão dele. Eu abocanhava aquela cabeçona, sentindo a grossura preencher cada canto da minha boca, esticando a minha bochecha enquanto eu olhava para cima.
O Domínio Bruto
Mas ele não é de esperar. Ele segurou a minha nuca com aquela mão pesada e começou a forçar a piroca dele contra a minha garganta. Ele me fazia engolir tudo, sem dó, me fazendo sentir a diferença surreal de tamanho e poder. Enquanto o meu marido pede licença para me tocar, o meu negão me faz de brinquedo.
Eu estava ali, com a boca cheia, os olhos lacrimejando de prazer e submissão, enquanto ele observava a minha bunda balançando com aquela sainha mínima. Eu sentia que estava sendo arrebentada, preparada para o que vinha depois. Eu sou a mulher de um, mas sou a puta particular do outro, e é nessa putaria que eu me encontro de verdade.
Gostou dessa confissão? Então eu quero que você vote no meu conto! Eu amo escrever esses relatos e saber que vocês estão curtindo me dá ainda mais vontade de continuar criando essas histórias de putaria
E não esqueça: entre no meu álbum de fotos e deixe seu comentário! Ver o que vocês acham da minha ousadia me deixa com um tesão absurdo e me inspira para os próximos capítulos!