Era uma manhã de terça-feira, o sol ainda estava morno e o cheiro de café passado pairava no ar da rua. Como de costume, às 7:00 da manhã, eu ajustava meu relógio, passava a mão na minha barba branca bem aparada e sentia o volume dos meus 26 centímetros pesarem no jeans, despertando junto comigo. Eu sabia que ela estaria lá.
?A filha do meu vizinho, aquela menina de 20 anos que parecia saída de um livro de biblioteca. Óculos de armação fina, pele clara, o cabelo sempre preso de um jeito comportado e roupas que escondiam tudo: moletom largo e calça jeans. Ela era o oposto de tudo o que eu já tinha tido, e era exatamente por isso que minha fome só crescia. O contraste entre o meu mundo — de poder, dinheiro da Petrobras e experiência — e o dela, de "filhinha de papai" que não dava confiança para ninguém, era o meu maior combustível.
?Durante um mês, o jogo foi lento. Eu não sou moleque para chegar atropelando. Eu sou o Marcos, o coroa que sabe que a sedução é um prato que se come devagar. Na padaria, eram apenas "bom dias" acompanhados de um sorriso de canto, deixando meu perfume importado fazer o trabalho pesado. Eu via o jeito que ela desviava o olhar, aquele receio típico de quem nunca lidou com um homem de verdade, mas sentia que ela estava curiosa.
?Naquele dia, o destino jogou a meu favor. Vi o carro dos pais dela saindo cedo. O portão estava aberto quando ela voltou da padaria, com o saquinho de pão na mão e aquele jeito de quem queria entrar logo para se esconder do mundo. Eu estava ali, encostado no meu portão, com a camisa levemente aberta, deixando a tatuagem "Love Love" à mostra no meu peito negro e forte.
?— "Bom dia, vizinha. Seus pais saíram cedo hoje, né?" — minha voz saiu grave, vibrando no peito.
?Ela parou, meio sem jeito, ajeitando os óculos. — "Ah, sim, Seu Marcos... Foram resolver umas coisas na cidade."
?Ficamos ali no portão. Eu falava de coisas banais, mas meus olhos não saíam do rosto dela. Eu sentia o receio dela, aquela barreira de menina nerd que não se mistura, mas eu sabia que cada palavra minha era como um laço de seda. Ela estava tensa, mas não ia embora. Foi quando eu vi a abertura perfeita.
?— "Poxa, você que é jovem e entende dessas tecnologias... tô com um problema nesse aplicativo aqui da Petrobras no meu celular. Negócio de previdência, sabe como é coroa, né? Não consigo fazer o login de jeito nenhum. Será que você não me dava uma luz aqui?"
?Ela hesitou por dois segundos. Olhou para a própria casa vazia e depois para mim. O instinto de "boa menina" falou mais alto: ela queria ajudar. — "Posso tentar ver, Seu Marcos..."
?— "Vem cá, entra um pouco. O Wi-Fi pega melhor ali na sala e eu te mostro. É jogo rápido."
?Ela atravessou o meu portão. Eu sentia o cheiro de juventude dela passando por mim. Fechei o portão devagar, o som do trinco ecoando como o início de um ritual. Ela entrou na minha sala, aquele ambiente de homem que mora sozinho, cheirando a couro e uísque caro. Eu entreguei o celular na mão dela, ficando propositalmente perto, sentindo o calor do corpo dela enquanto ela começava a digitar, sem saber que o verdadeiro aplicativo que eu estava rodando era o da perdição dela.
?Eu estava atrás dela, observando o pescoço alvo, a nuca exposta pelo cabelo preso, e já imaginando como aquela nerdzinha ia reagir quando descobrisse o que o "vovô" aqui tinha guardado para ela.
A tensão na sala era tão densa que dava para cortar com uma faca. Enquanto ela fingia focar na tela do celular, tentando resolver o tal problema no aplicativo, eu me aproximei por trás. O calor que emanava do meu corpo parecia cercar aquela menina. Quando ela sentiu minha presença encostada nela, a respiração travou.
?— "Conseguiu, pequena?" — sussurrei bem rente ao ouvido dela.
?— "O que... o que é isso, Seu Marcos? O senhor tá muito perto..." — ela gaguejou, mas não se moveu. O corpo dela estava em choque, uma mistura de medo e uma curiosidade que ela nunca tinha se permitido sentir.
?Eu não dei tempo para ela pensar. Comecei a passar minha barba branca, áspera e bem cuidada, pelo pescoço dela. O toque do pelo no lugar mais sensível da nuca fez ela soltar um som que nunca tinha saído daquela boca de "filhinha de papai": um gemido baixo, agudo, que entregou todo o tesão reprimido de anos de repressão nerd.
?— "Isso é o que falta na sua vida, vizinha. Um homem de verdade que sabe como tratar uma mulher" — eu disse, enquanto minhas mãos grandes e negras desciam pelos ombros dela, desfazendo o peso daquele moletom sem graça.
?Em poucos minutos, o jogo de sedução que levei um mês para construir desmoronou as defesas dela. Quando ela deu por si, o cenário já era outro. Estávamos no meu quarto, sob a luz baixa, e aquela menina que não falava com ninguém estava peladinha na minha cama, revelando um corpo jovem e firme que as roupas largas escondiam muito bem. Ela olhava para tudo com os olhos arregalados, como se estivesse em outro planeta.
?Foi aí que eu decidi que as palavras não eram mais necessárias. Abri o cinto, deixei a calça cair e libertei o que ela nunca tinha visto nem nos seus sonhos mais selvagens. Quando meus 26 centímetros pularam para fora, latejando de sangue, grossos e escuros, ela levou as mãos à boca.
?— "Meu Deus... o que que é aquilo? O que é isso, Seu Marcos? Cabe tudo isso?" — ela dizia, trêmula, encarando a peça.
?— "Cala a boca e experimenta o que é ser mulher de verdade" — eu comandei, com a autoridade de quem tem 52 anos de estrada.
?Puxei a cabeça dela com delicadeza, mas firmeza, pela nuca. Aquela nerdzinha, sem experiência nenhuma de namoro, parece que despertou um instinto que estava guardado na alma. Ela abriu a boca devagar e, no momento em que sentiu a cabeça da minha p**** entrar, os olhos dela brilharam.
?O que se seguiu me surpreendeu. Aquela menina que mal falava na padaria começou a trabalhar com a língua e com os lábios como se tivesse nascido para aquilo. A boca dela era quente, apertada, e ela envolvia o que podia, descendo e subindo com uma vontade que parecia de uma profissional. O contraste da pele clara dela com o meu membro negro era uma cena de filme. Eu sentia cada sucção, o calor da saliva e o jeito que ela tentava acomodar toda aquela grossura na garganta, me fazendo segurar os lençóis com força enquanto eu via a "filhinha do vizinho" se transformar na minha melhor pupila. ??????
O clímax daquela manhã foi o momento em que a máscara da vizinha nerd caiu por completo. Depois que ela mostrou aquele talento inesperado na boca, eu decidi que era hora de sentir o aperto dela. Joguei meu corpo de 52 anos sobre a cama, deitado, e ordenei que ela montasse.
?Quando ela ficou de costas para subir, veio a maior surpresa de todas: bem ali, em cima do cóccix, brilhava uma tatuagemzinha delicada. Aquilo foi o combustível que faltava. Quem diria que a menina que não dava confiança para ninguém, toda reservada na padaria, escondia um segredo gravado na pele, num lugar que só quem chega no íntimo consegue ver? Meu tesão triplicou na hora.
?Puxei ela pela cintura com minhas mãos grandes e fiz ela sentar bem devagar. No começo, o choque foi real.
?— "Ai, Seu Marcos... tá doendo, é muito grosso... não vai caber!" — ela gemia, o rosto ficando vermelho, as mãos apertando meus joelhos.
?Mas eu sou o Marcos, o coroa que tem a manha. Fui guiando o quadril dela milímetro por milímetro, sentindo o calor e o aperto absurdo daquela virgindade tardia. Eu não parei até sentir o meu saco bater com vontade na bunda dela. Ali eu tive a certeza: ela aguentava a pressão.
?A partir daí, o que se viu foi um verdadeiro massacre de prazer. A nerdzinha se revelou uma máquina. Transamos de todas as formas que o meu quarto permitia, mas o ápice foi no clássico papai e mamãe. Arregacei aquelas pernas jovens para o alto, prendendo os tornozelos dela e enterrando meus 26 centímetros por completo, sem dó. A cada estocada, o som era de carne batendo com força, e o contraste da minha pele negra com as pernas claras dela era a visão do paraíso.
?Ela não era mais a menina silenciosa da padaria. Ela gemia alto, falava sacanagem no meu ouvido e me arranhava o peito, bem em cima do meu "Love Love". Quando eu senti o sangue pulsar e anunciei que a "porra" ia descer, puxei ela para cima rapidamente.
?— "Abre a boca, pequena! Vai, engole tudo do vovô!"
?Para minha surpresa final, ela não fez cara de nojo. Abriu a boca com vontade, recebeu toda a carga quente e farta da minha gozada e limpou os lábios com um sorriso de quem tinha acabado de descobrir um mundo novo.
?Esse foi o relato da filha do meu vizinho. Por trás dos óculos e dos moletons largos, se escondia uma ninfeta deliciosa, cheia de segredos e pronta para ser devorada pela experiência de um coroa que sabe o que faz. ??????