A esposa do outro e a rola do ex - chupando a buceta gozada
?Jéssica sempre foi um furacão. Morena, estilo "cavala", com aquele cabelo liso impecável e o rosto de intelectual moldado pelos óculos de grau. O marido, no entanto, era o oposto: caseiro, calmo, o tipo de homem que achava que um filme no sofá era o ápice da noite. Mas o corpo de Jéssica pedia mais. Ela sentia falta da adrenalina, do suor e da pegada bruta que só o passado sabia dar. ?Naquela sexta-feira, ela deu a desculpa de sempre: "Vou sair com as amigas para um barzinho, preciso desestressar". O marido, confiado, deu um beijo na testa dela e ficou em casa. Mal sabia ele que Jéssica já saiu com a camiseta preta justa e a calcinha fio dental branca por baixo, pronta para o que desse e viesse. ?O Meio: O Reencontro no Bar e o Carro ?No bar, o destino (ou o desejo) colocou Rafael no caminho dela. Assim que os olhos se cruzaram por cima das lentes dos óculos, a conexão foi instantânea. O barulho da música e o álcool só serviram para acender o pavio. Não demorou dez minutos para eles saírem discretamente e irem para o carro dele, estacionado em uma rua escura e deserta ali perto. ?O espaço era apertado, o que só aumentava o tesão. Rafael a prensou contra o banco do carona. Ele subiu a camiseta preta dela e começou a morder seus mamilos com uma vontade que a fez urrar. Jéssica, deitada com as pernas grossas para cima, via o reflexo dos faróis nos seus óculos enquanto a mão dele puxava o fio dental branco para o lado. ?A Foda no Carro: Detalhes Mínimos ?Ele a virou de costas, de quatro sobre o banco, com o rosto colado no vidro embaçado. Rafael não teve piedade. Ele a penetrou com uma força que fazia o carro balançar. O som da pele morena dela batendo contra a dele era música para os ouvidos de ambos. Ele segurava no seu cabelo liso, puxando a cabeça dela para trás enquanto explorava o cuzinho dela com os dedos e depois com a língua, fazendo Jéssica perder totalmente a noção de que era uma mulher casada. ?A foda foi suja. Eles se revezaram em todas as posições possíveis naquele espaço limitado. Ela sentada no colo dele, com os óculos caindo no rosto, sentindo aquela rola enorme preencher cada centímetro dela. Rafael a tratava como ela gostava: com brutalidade e sem pudor. Quando o ápice chegou, ele não tirou. Ele descarregou tudo dentro dela, sentindo Jéssica tremer e apertar sua rola com os músculos da buceta enquanto ela gozava alto, sujando o banco de couro e a própria pele. ?O Fim: O Retorno e o Café da Manhã Sujo ?Já era de manhã quando ela saiu do bar, fingindo que estava apenas chegando de uma noite de conversa com as amigas. Ela sentia o líquido quente escorrendo pelas coxas; ela estava com a buceta cheia de leite do ex. O contraste do esperma do Rafael com a sua calcinha branca era o troféu daquela noite. ?Ela chegou em casa em silêncio. O marido ainda dormia o sono dos inocentes. Jéssica, movida por uma malícia perversa, tirou a calça jeans, mas manteve a camiseta preta e os óculos. Ela subiu na cama e acordou o marido com carinhos, guiando a cabeça dele para entre suas pernas. ?Sem desconfiar de nada, achando que era um mimo matinal, o marido começou a lambê-la. Ele chupava a buceta dela com vontade, engolindo o rastro da porra do Rafael sem ter a mínima ideia de onde aquela "umidade" extra vinha. Jéssica, segurando a cabeça do marido, fechava os olhos e sorria por trás dos óculos, gozando novamente com a sensação de ter o marido limpando o rastro do amante. Ela era a esposa exemplar aos olhos dele, mas a dona do segredo mais sujo da Vila.
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