Fui na Padaria? O Caô que o Filho do Meu Padrasto Deu na Minha Mãe Para Me Comer no Banheiro"
Eu acordei por volta das 10 horas da manhã com o sol já batendo forte na janela do quarto. Não dei uma única palavra. Olhei para o lado, vi que ele ainda estava ali, mas me levantei em silêncio e fui direto para o banheiro. Meu corpo ainda estava pesado da bebida da noite anterior, e eu precisava urgentemente de um banho para tirar aquele cheiro de sexo e lavar a minha buceta, que continuava toda ensopada, melada e dolorida daquela foda brutal da madrugada. ?Liguei o chuveiro, deixei a água quente cair e comecei a me lavar, tentando processar tudo o que tinha rolado. Foi quando, de repente, ouvi o estalo da fechadura. A porta do banheiro se abriu e lá vem ele. Lucas entrou com tudo, fechou a porta num baque surdo e me encarou com aquele mesmo olhar safado da noite anterior. ?Eu gelei na hora, olhei para ele assustada e sussurrei alto: — Menino, você é maluco?! Minha mãe está em casa! Se ela pega a gente aqui, fodeu tudo! ?Ele deu um sorriso cínico de canto de boca, deu um passo à frente tirando o short e respondeu na maior audácia do mundo: — Foda-se, eu não quero nem saber. E para de marra... Você acha que eu sou otário? Eu sei muito bem que você não estava dormindo ontem e que você adorou tudo, sua putinha. ?Eu olhei para ele e fiquei completamente sem palavras, sem saber o que fazer. O meu coração disparou de medo, mas a minha buceta deu aquela fisgada violenta de tesão só de lembrar do massacre da madrugada. Ele me olhou de cima a baixo, vendo a água escorrer pelo meu corpo, e ditou as regras: ?— Eu quero te comer aqui agora, dentro do banheiro. Esse vai ser o bom dia que você vai dar para mim. ?Antes que eu pudesse respirar para responder, o pior aconteceu. Ouvi os passos da minha mãe no corredor e, logo em seguida, a voz dela abafada do outro lado da porta me chamando: — Amanda? É você que está aí no banho, filha? ?O pânico foi total. Mas o Lucas foi mais rápido: ele avançou como um animal, me prensou contra a parede do box e veio com a mão pesada, tampando a minha boca com força para eu não emitir nenhum som. Eu estava totalmente peladinha, sentindo o peitoral dele colado nos meus seios fartos e a pica dele já dura cutucando a minha coxa. ?Com a outra mão livre, ele controlou a voz e respondeu para a minha mãe do jeito mais natural possível: — Oi, Paula! A Amanda não está aí não, ela foi na padaria! Ela já acordou faz um tempo e saiu. ?Do outro lado, a minha mãe respondeu, caindo direitinho no caô: — Ah, tá bom, Lucas! Pensei que era ela que estava aí dentro do banheiro. Vou lá na cozinha então. ?O safado sabia exatamente o que estava fazendo. Ele usou essa desculpa porque eu mesma tinha comentado com ele no pagode que a padaria do condomínio era bem longe, e como eu não tinha carro, eu demorava mais ou menos uns trinta minutos para ir e mais trinta para voltar a pé. Ele arquitetou o plano perfeito: garantiu pelo menos uma hora de total isolamento no banheiro para fazer o que quisesse comigo, sem que ninguém desconfiasse de nada. ?Assim que os passos da minha mãe sumiram em direção à cozinha, Lucas tirou devagar a mão da minha boca, me olhou com os olhos brilhando de pura malícia e luxúria, e sussurreu bem no meu ouvido, enquanto a água do chuveiro caía sobre nós dois: ?— Viu só? Agora a gente tem uma hora inteirinha para eu arrombar essa sua bunda gostosa aqui no chuveiro... O Lucas manteve a camisa azul no corpo, tirando apenas o short e deixando aquele pênis grosso e totalmente duro para fora. Com um olhar firme de quem mandava na situação, ele ordenou que eu me abaixasse e chupasse. Totalmente dominada pelo tesão e pelo perigo, eu simplesmente obedeci. Me ajoelhei ali mesmo, sob a água morna do chuveiro, e comecei a chupar aquela rola com vontade, sentindo o gosto do pecado enquanto ele enterrava a cabeça da pica na minha garganta. Depois de alguns minutos me fazendo babar na rola dele, ele me puxou pelos cabelos e mandou eu virar e empinar a bunda. Fiquei em pé, apoiei as mãos nos azulejos molhados do box e empinei a minha raba gigante. Lucas veio por trás de mim, mirou na minha fresta ensopada e começou a meter com tudo dentro do box. Eu já não sabia o que estava acontecendo comigo ou com a minha cabeça, mas eu estava completamente entregue ao filho do meu padrasto. Ele metia em mim com vontade e com uma força bruta, fazendo a água do chuveiro espirrar para todos os lados. Eu sentia cada centímetro daquela tora grossa batendo lá no fundo do meu útero. A vontade de gritar e gemer era enorme, mas eu precisava morder os lábios com força; o medo de a minha mãe ouvir na cozinha me deixava em pânico. No meio do desespero e do prazer, tentei ir em direção à porta do box para tentar sair dali, mas o Lucas me segurou firme pelo quadril, me puxando de volta com violência e empurrando a rola até o talo, sussurrando no meu ouvido: — Calma, sua putinha... Eu sei que você está gostando. Aguenta o castigo. Eu não conseguia mais resistir ao poder daquele nerd safado. Tomada pelo calor do momento, virei o rosto levemente e mandei a real: — Quer foder? É foder que você quer? Então vamos para o quarto de uma vez! Saímos do banheiro no maior sigilo, nos movimentando bem quietinhos pelo corredor para a minha mãe não desconfiar de nada. Assim que pisamos no meu quarto, a p******** continuou no nível máximo. Eu já fui direto para a beirada da cama, fiquei de quatro com a raba toda empinada e mandei ele empurrar sem dó. Eu estava totalmente entregue a ele. Lucas avançou como um bicho e recomeçou a meter com uma força brutal por trás. O impacto era tão forte que a cama balançava, e eu continuava ali, de quatro, gemendo bem devagarzinho, abafando o som contra o colchão. O tesão me deixou agressiva. No meio das metidas, eu quis tomar o controle. Olhei para trás e mandei com a voz arfante: — Deita na cama... Deita na cama agora, seu caralho! Deita que eu estou mandando! Ele, surpreso com a minha autoridade, obedeceu na hora e deitou de costas. Eu montei por cima dele, segurei no peitoral dele e comecei a sentar e a quicar com toda a minha força naquela rola grossa. Eu subia e descia com gosto, controlando a profundidade e esmagando o pênis dele com a minha buceta super molhada. O Lucas não resistiu ao peso da minha raba e ao calor daquela cavalgada; os olhos dele reviraram e ele simplesmente jorrou tudo dentro de mim, mais uma vez, inundando o meu útero com uma enxurrada de porra quente. Assim que ele amoleceu e saiu de dentro, o choque de realidade bateu na minha cabeça junto com o medo do atraso. Olhei para ele séria e disse: — Agora você vai voando na farmácia comprar uma pílula do dia seguinte, senão você vai ter um filho comigo! Você jogou tudo dentro de mim ontem de madrugada e hoje de novo! Vai logo! Ele ficou meio assustado, vestiu a roupa às pressas e saiu no sapatinho para resolver o problema. Eu me joguei de costas na cama, totalmente nua, sentindo o sêmen dele escorrer pelas minhas pernas. Fiquei ali parada, olhando para o teto do quarto e pensando comigo mesma, em total transe: "Meu Deus... o que é que eu estou fazendo da minha vida?"
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