Letícia casada e putinha do primo ( Acordando de ressaca e gosada sendo xupada)
O sol das onze horas da manhã já entrava forte pelas frestas da janela do quarto quando Letícia começou a dar os primeiros sinais de vida. O corpo da morena ainda pesava pelo excesso de bebida da noite anterior, mas a calmaria do sono durou muito pouco. Deitada de bruços, ela começou a sentir um calor conhecido invadir sua pele canela. ?Geovane já estava acordado. O negão de 25 centímetros vestia apenas uma cueca branca que marcava violentamente o seu volume rígido, contrastando com a pele escura de seu corpo sarado e sem camisa. Sem pressa, ele se deitou por cima dela na cama e começou a distribuir beijos molhados e chupões pesados por todo o pescoço e nuca da prima. Letícia foi despertando aos poucos, abrindo os olhos devagar, mas já completamente zonza de tesão. O toque da boca de Geovane operava como um gatilho instantâneo no corpo dela; era um prazer que seu marido mal lembrava que existia, pois quase nunca fazia preliminares daquele jeito, o que tornava a pegada do primo ainda mais viciante. ?Percebendo que a prima já estava entregue e arfando alto, Geovane começou a descer com a boca pelas costas dela, dando mordiscadas leves na linha da coluna até chegar na bunda redonda e farta que estava totalmente exposta na cama. Ele pegou uma almofada grande que estava na cabeceira e ajeitou embaixo do quadril de Letícia, forçando a morena a ficar na posição de bruços ideal, com a bunda empinada bem alta na direção do seu rosto. ?Puxando as nádegas dela com as duas mãos grandes, Geovane mirou e cravou a língua quente e molhada direto no cuzinho de Letícia. O contato da boca dele ali fez o corpo da morena dar um sobressalto na cama, as unhas cravando imediatamente no lençol. Ela soltou um gemido agudo que ecoou no quarto vazado, mas Geovane, sem tirar a língua da intimidade dela, deu uma travada firme no quadril dela e sussurrou com a voz grave e sufocada de desejo: — Fica quietinha... geme baixo, sua putinha. Meus pais acordaram e estão lá na cozinha. Se você gritar, eles pegam a gente aqui agora. ?O aviso do perigo real só fez o tesão de Letícia triplicar. Ela enterrou o rosto com força contra o travesseiro, mordendo o tecido com os dentes para abafar o som que insistia em sair de sua garganta. Enquanto isso, Geovane continuava o massacre com a língua no cuzinho dela, lambendo em círculos, sugando com uma força e precisão que só ele possuía debaixo daquele teto. O prazer era tão violento e focado que a eletricidade subiu direto para a frente do corpo de Letícia. ?A buceta dela, que estava intocada desde a noite anterior, começou a pulsar e a lubrificar de forma desesperada apenas com o estímulo que recebia atrás. O som molhado da boca do negão trabalhando na carne dela preenchia o silêncio tenso do quarto. Letícia se embolava toda na almofada, o quadril balançando involuntariamente para trás, buscando mais daquela língua pecaminosa. Ela gemia abafado contra o travesseiro, num som rouco e arrastado de puro delírio, completamente rendida ao fetiche que só o primo sabia realizar. ?Geovane não parou até conseguir o que queria. Ele aumentou o ritmo das lambidas, pressionando os dedos com força na lateral das coxas dela para mantê-la firme na posição. A intensidade foi tão absurda que o corpo de Letícia entrou em colapso de prazer; as pernas tremeram por completo, as costas arquearam e, mesmo sem ninguém ter tocado na frente, ela desabou em um orgasmo violento, gozando rios de mel quente pela buceta, que escorria pelas coxas enquanto ela desabava exausta e trêmula na almofada, sufocando os últimos gritos de êxtase no colchão.
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