Para quem olha o Geovane hoje, vê um negão de presença, daqueles que chamam atenção por onde passam, mas mal imaginam o segredo que ele carrega desde a adolescência. Filho único, ele cresceu colado com a prima de primeiro grau, a Letícia — uma morena daquelas no estilo índia, com os cabelos pretos escorridos, pele canela e um corpo que foi se moldando de um jeito irresistível com o passar dos anos. Criados juntos como irmãos na infância, a inocência das brincadeiras de criança deu lugar a uma eletricidade diferente assim que os hormônios da adolescência gritaram. Geovane, que já ostentava uma piroca impressionante de 25 centímetros, foi o homem que tirou o cabaço de Letícia, selando ali um pacto de prazer e cumplicidade que duraria a vida inteira. A partir daquela primeira noite, Letícia virou uma verdadeira putinha particular de Geovane, completamente viciada no tamanho e na força daquele negão. O desejo era tanto que ela virou mestre em inventar desculpas para a mãe, dizendo que ia passar o final de semana na casa dos tios apenas para ficar trancada no quarto com o primo. Enquanto os pais dele saíam para trabalhar e deixavam a casa vazia, os amigos de Geovane o chamavam para os pagodes da Zona Oeste, para beber e curtir a resenha de fim de semana. Mas ele cagava e andava para a rua; o verdadeiro plano dele era ficar em casa trancado, devorando a prima de forma selvagem, metendo nela de todas as formas possíveis, enchendo a buceta dela de leite e fazendo ela engolir sua porra quente até o talo. O tempo passou, os dois cresceram e a vida seguiu seus caminhos óbvios. Letícia casou-se com um homem trabalhador que faz absolutamente tudo por ela, montou sua família e teve dois filhos. Para o mundo exterior, Geovane virou o melhor amigo do marido dela, frequentando as festas de família e mantendo uma postura de puro respeito. Geovane também seguiu sua vida: continua morando com os pais, arrumou uma namorada firme, mas nunca quis casar. Porém, por baixo dessa fachada de normalidade, o fogo entre os primos nunca apagou. Mesmo casada, Letícia nunca conseguiu resistir ao vício daquele caralho de 25 centímetros, e Geovane nunca parou de foder a buceta da prima. Agora, cada visita que ela faz à casa dos tios com o pretexto de ver a família se transforma em uma armadilha de puro tesão, onde ela é jogada na cama, fodida com a mesma selvageria de antes, voltando para a casa do marido com a buceta completamente cheia do leite quente do primo. O plano de Letícia era puramente familiar naquela tarde. Ela havia conseguido uma liberação do trabalho mais cedo e decidiu aproveitar o tempo livre para visitar os tios. Ao chegar, o ambiente era de total tranquilidade. Geovane não estava em casa. Ela almoçou com os tios, conversou sobre a rotina, relembrou histórias e deu risadas na mesa da cozinha, mantendo perfeitamente o papel de sobrinha dedicada. Quando os ponteiros do relógio começaram a marcar o fim da tarde e a hora de voltar para a casa do marido se aproximava, ela se despediu e foi até o banheiro social para se ajeitar antes de pegar o transporte. ?Lá dentro, trancada no espaço compacto, o calor da Zona Oeste se fazia presente. Letícia vestia uma calça jeans justa que moldava perfeitamente o seu corpo de morena e, para aliviar o calor, tirou a blusa, ficando apenas com o sutiã enquanto ajeitava os cabelos pretos diante do espelho. Por baixo do jeans, uma calcinha branca cavada se ajustava perfeitamente entre as suas curvas generosas. Foi nesse instante de total intimidade que o trinco da porta se moveu. Sem que ela ouvisse os passos pelo corredor, a porta do banheiro foi empurrada bem devagarzinho, revelando a silhueta alta e imponente de Geovane, que cruzava o limiar com a audácia de quem conhecia cada centímetro daquele território. ?O coração de Letícia deu um salto no peito, a adrenalina disparando instantaneamente nas suas veias. O choque de ver o primo ali, com os pais na sala a poucos metros de distância, a fez sussurrar em um tom de desespero contido: — Tá maluco, Geovane?! Fica quieto, meus tios estão logo ali na sala! Se eles pegam a gente, acabou tudo! ?Geovane não recuou um milímetro sequer. Ele deu um passo à frente, fechou a porta atrás de si com um clique quase imperceptível e travou o ferrolho. Seus olhos escuros e famintos mapearam o corpo seminu da prima, fixando-se nos detalhes que ele tanto conhecia. Com a voz grave, num sussurro firme bem perto do ouvido dela, ele ditou as regras: — Cala a boca, fica quietinha... Eu sei muito bem que você gosta do perigo. Esquece eles lá fora. ?O sermão de Letícia desmoronou no mesmo segundo. O rastro de autoridade na voz do negão e a promessa do caralho de 25 centímetros que ela tanto idolatrava quebraram qualquer resistência moral. Um sorriso malicioso e cúmplice desenhou-se nos lábios dela enquanto ela simplesmente se calava, entregando-se ao jogo. Geovane deu o passo final e colou o peito largo contra as costas nuas da prima. Suas mãos grandes, calejadas e quentes desceram pela cintura dela, apertando a carne com força antes de subirem para os peitos, apertando-os por cima do sutiã com uma crueza que fez Letícia arquear a coluna. Ele se encaixou perfeitamente por trás, pressionando o volume já rígido contra o tecido do jeans dela, ensaiando o movimento que os dois sabiam onde terminaria. ?Letícia sentiu o corpo amolecer por inteiro, embolando-se na presença física daquele homem. Ela não conseguia resistir ao toque dele; era um magnetismo que vinha desde o primeiro dia em que ele havia tirado sua virgindade. Geovane enterrou o rosto no pescoço dela, distribuindo chupões intensos na pele canela, descendo os lábios até a linha do ombro, enquanto uma de suas mãos descia para o botão da calça jeans. Ela começou a gemer bem baixinho, quase um miado sufocado contra o próprio ombro, contendo o som para que o eco não atravessasse a fresta da porta. — Hum... Geovane... mais devagar... eles vão ouvir — ela suplicava, embora seu quadril já estivesse empinando involuntariamente contra ele. ?Sem pressa, saboreando o risco de serem descobertos a qualquer segundo, Geovane abriu o zíper e começou a erguer a calça jeans dela, puxando o tecido pesado para baixo até os joelhos, deixando Letícia exposta apenas com a calcinha branca cavada, que destacava violentamente a bunda redonda da morena. O tecido branco estava esticado, cravado entre as nádegas. Geovane se ajoelhou ali mesmo no chão do banheiro. Com as mãos firmes nas coxas dela, ele começou a morder a carne macia da lateral da bunda e, em seguida, puxou o pano para o lado com os dentes, indo direto com a boca quente no cuzinho dela. Ele começou a chupar e lamber aquela região com uma precisão cirúrgica, fazendo a calcinha pular a cada movimento de sua língua. ?Aquele estímulo era o ponto fraco de Letícia. De todos os namorados que já passaram por sua vida, incluindo o marido atual que fazia todas as suas vontades, Geovane era o único homem que sabia exatamente como chupar o seu cuzinho, o único que conseguia levá-la ao delírio apenas com a boca ali. Letícia segurou com força nas bordas da pia de mármore, as unhas quase arranhando a pedra. Ela gemia feito uma louca, num tom agudo e sibilante, mordendo o próprio lábio inferior até quase sangrar para não gritar o nome do primo para a casa inteira ouvir. As pernas dela tremiam enquanto a língua de Geovane trabalhava rápido, explorando cada dobra de sua intimidade até que o corpo dela se contraísse inteiro e ela gozasse forte, jorrando o primeiro mel da tarde direto nos lábios dele. ?O negão se levantou com o rosto brilhando, o olhar vitorioso ao ver a prima completamente rendida e ofegante, apoiada na pia com as pernas bambas. O tesão dele estava no ápice. Ele desceu a própria calça, liberando o membro colossal de 25 centímetros que já latejava de tanto sangue. Geovane segurou Letícia pelo cabelo com firmeza, puxando a cabeça dela de leve para trás para que ela olhasse no espelho e visse o tamanho do estrago. — Olha o que te espera, sua putinha. Olha o tamanho do que você gosta — ele sussurrou. ?Ele a dobrou para a frente, forçando o peito dela contra a pia. Puxando a calcinha branca totalmente para o lado, Geovane mirou a cabeça da piroca na buceta já encharcada e pulsante de Letícia. Com uma pressão contínua e firme, ele empurrou o caralho inteiro de uma vez só, entrando até o talo, fazendo o fundo do útero dela estalar. O impacto foi tão bruto que Letícia soltou um gemido mais alto, um "Ahhh!" sufocado que ela abafou cobrindo a própria boca com as duas mãos. ?A foda dentro daquele banheiro virou uma coreografia de pura selvageria e contenção. Geovane segurava firme nos quadris da prima, usando sua força de negão para meter de forma rápida e profunda, fazendo um som abafado de carne batendo com carne ecoar no ambiente fechado. A cada estocada, o caralho de 25 centímetros preenchia Letícia por completo, esticando as paredes da sua buceta. Ela rebolava para trás com desespero, buscando o fundo daquele prazer proibido, entregando-se totalmente ao papel de brinquedo dele. Ela gemia no ouvido dele, misturando putaria com o medo da descoberta: — Hum... caralho, Geovane... arrebenta a minha buceta... entra tudo... soca forte... bota o leite do primo aqui dentro... vai... ?O suor começou a cobrir os corpos dos dois, misturando os perfumes. Geovane não tinha pressa de parar, ele gostava de ver o sofrimento de prazer no rosto dela pelo espelho. Ele mudou a posição, encostou Letícia de costas na parede fria de azulejos, suspendeu uma das pernas canela dela no seu quadril e continuou a meter de baixo para cima, com um ângulo que pegava o ponto mais sensível dela. Letícia já não sabia mais onde estava, o marido, os filhos e os tios na sala haviam sumido da sua mente; o mundo dela se resumia àquela parede gelada e ao caralho quente que a rasgava de prazer. Ela gemia arrastado, os olhos virando, completamente entregue àquela humilhação deliciosa no sigilo. ?Sentindo que o ápice estava chegando e que o tempo estava curto, Geovane a virou de bruços mais uma vez, inclinou o corpo dela ao máximo e desferiu as últimas estocadas, brutais e rápidas, fazendo a bunda dela balançar e a calcinha branca, agora toda amassada, testemunhar o ato. No limite do controle, ele afundou o caralho até a raiz dentro dela e descarregou uma quantidade absurda de porra. Letícia sentiu os jatos quentes inundarem o fundo da sua buceta, preenchendo-a por completo com o leite dele, enquanto gozava junto, o corpo todo tremendo em espasmos de puro êxtase. ?Eles ficaram colados por alguns segundos, ouvindo apenas as respirações cortadas um do outro. Devagar, Geovane se retirou, deixando o sêmen começar a escorrer pelas pernas dela. Com um sorriso de canto, ele deu um tapa estalado na bunda vermelha da prima, ajeitou a própria calça e destrancou a porta, saindo do banheiro de fininho para o quintal como se nada tivesse acontecido. Letícia, com o coração ainda na boca e as pernas trêmulas, pegou um pedaço de papel higiênico para se limpar superficialmente, sabendo que, mais uma vez, voltaria para a casa do marido carregando o segredo e o leite quente do primo bem guardados dentro de si.
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