A Ninfa da Mansão: O Despertar da Sua Esposa "Santa" que se Tornou Escrava do Patrão ( A carona
O alerta de hoje é sobre a falsa sensação de segurança. Você acredita que sua esposa está chegando mais cedo em casa porque terminou as tarefas rápido para ficar com você. Mas a realidade é muito mais suja. Ela corre com a limpeza, deixa tudo brilhando num tempo recorde, só para ter mais tempo a sós com o patrão antes de ir embora. O vício dele na buceta de sua esposa ficou tão grande que ele já nem esconde mais. Para ele, tanto faz se a casa está limpa ou não, ele só quer a quentura dela. Mas sua esposa, na cabeça dela, ainda mantém a ilusão de que ele é um homem generoso. Ela acredita que a carona que ele oferece no final do dia é um gesto de bondade por ela ser uma funcionária dedicada. Mal sabe ela que a carona é apenas o palco para a devassidão que eles praticam no caminho. Naquela tarde, sua esposa foi trabalhar de sainha, aquela peça simples que você acha comportada. Mas por baixo, ela usava aquela calcinha de renda preta, que embora não fosse minúscula, ficava completamente enterrada na sua bunda branca e lisa. Ela sabia que o volume da renda sob o tecido da saia seria o convite perfeito. Assim que entraram no carro, o clima pesou. O patrão não deu a partida de imediato. No isolamento dos vidros escuros, ele ordenou que ela se abaixasse. Ali, no espaço apertado do carro, sua esposa começou a chupar aquele pênis peludo dele com uma fome desesperada. Ela engolia cada centímetro, deliciando-se com o sabor do homem que a domina. Mas o patrão queria mais. Ele a colocou de quatro, de bruços sobre o console e os bancos, e ali mesmo, dentro do carro, ele conseguiu arreganhá-la. Sua esposa ficou de pernas abertas, expondo aquela b*** branca e lisinha** para ele. Ele a fodeu de todas as formas, batendo com força, castigando aquela pele clara que você tanto preserva. O ápice chegou com um requinte de crueldade que ela adora. Como ele já sabe que sua esposa sempre implora para ele gozar dentro, ele decidiu provocá-la. No momento do gozo, ele mirou bem na entrada da buceta dela, deixando o líquido quente escorrer por tudo. Sem dar tempo para ela se limpar, ele deu a ordem final: — Coloca a calcinha agora. Quero que você vá para casa sentindo o meu rastro em você. E ela obedeceu. Sua esposa vestiu a calcinha de renda por cima de toda aquela sujeira e foi para casa assim, sentindo a umidade dele contra a pele o caminho todo. Ela chegou para você, te deu um beijo e disse que o dia foi produtivo. Mal sabe você que a "dedicação" dela está guardada entre as pernas, num segredo que só ela e o patrão compartilham.
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