Relato Verídico Enviado no Privado: A Casada do Grão-Pará e os Meninos da Boca
?Eu ainda estou processando tudo o que aconteceu. Quem me vê no dia a dia não imagina o tamanho da loucura que eu carrego no peito. Eu moro no Grão-Pará, em Nova Iguaçu, e minha rotina é uma maratona. Trabalho todo santo dia em Cabuçu, enfrentando ônibus e correria. Meu marido trabalha longe, lá em Coelho Neto, na Zona Norte do Rio. Com as distâncias, a gente quase não se via direito e, quando se encontrava, o cansaço vencia. Nosso casamento tinha virado uma linha reta, sem brilho, sem tesão. Eu era só a esposa quieta que trabalhava e voltava para casa em silêncio. ?Mas a carne é fraca, e o desejo acumulado explode quando encontra a oportunidade certa. ?No meu trajeto diário de volta do Grão-Pará, eu sempre passava pela boca de fumo que comanda a subida da comunidade. Ali ficavam os meninos da contenção, novos, fortes, armados e com aquela marra de quem domina o pedaço. Eles sempre me manjavam passar. Eu tentava manter a postura de moradora séria, mas o olhar deles queimava minha pele. A verdade é que a adrenalina do perigo, de ver aqueles homens com fuzil atravessado no peito e saber do poder que eles tinham, acendia uma fogueira dentro de mim que meu marido em Coelho Neto nem sonhava que existia. ?Até aquela noite de chuva no Grão-Pará. Meu marido estava no plantão dele em Coelho Neto, e eu voltava cansada de Cabuçu. Quando cheguei perto do beco que dá acesso à boca, o temporal desabou. Três dos crias que comandavam o plantão me chamaram para debaixo da laje deles: o menor da pista, o de cabelo descolorido e o chefe do plantão, um cara forte de peito aberto cheio de cordão de ouro. ?"Entra aí, moradora, vai se molhar toda", disse o chefe com aquela voz que impunha respeito. ?Eu entrei, o coração batendo na garganta. O cheiro de chuva e o perfume forte deles preencheram o ambiente. O de cabelo descolorido não perdeu tempo. Pegou a minha bolsa, colocou de lado e segurou na minha cintura com uma firmeza que me fez arrepiar inteira. "Você é muito linda, tia. O maridão te deixa solta assim na chuva?", sussurrou. ?O chefe deu um passo à frente, encostou o fuzil na parede e me puxou com força. Eu olhei para ele e não consegui dizer não. Eu queria aquilo. Queria o perigo, queria ser usada, queria a quebra daquela vidinha certinha. ?Eles me levaram para o quartinho dos fundos da laje, onde tinha só um colchão no chão e uma luz vermelha fraca. Ali, a moradora certinha de Cabuçu desapareceu para dar lugar a uma mulher sedenta de carne. ?Eles me despiram com pressa, sem a delicadeza boba do meu marido. Quando fiquei completamente nua diante daqueles três corpos jovens, o tesão me dominou por completo. Fui colocada de joelhos. Dois deles se posicionaram na minha frente, e a minha boca não teve descanso. Eu me deliciava, revezando entre um membro duro e outro, enquanto o terceiro puxava meu cabelo com força e me xingava com a gíria da pista, me chamando de safada, de puta do Grão-Pará. ?Enquanto eu estava ali ocupada, o chefe se posicionou atrás de mim. Ele segurou minha bunda com tanta força que os dedos ficaram marcados. Ele mirou aquela piroca enorme e latejando bem na minha entrada já encharcada e empurrou tudo de uma vez. Eu soltei um grito abafado de dor e prazer, sentindo aquela pirocada violenta rasgar o meu silêncio de anos. ?A transa virou um verdadeiro espetáculo de selvageria. Foi uma surra de piroca como eu nunca tinha imaginado receber. Fui de quatro, de bruços, levantada com as pernas por cima do ombro... Em cada posição, eu tomava estocadas brutais, rápidas e sem dó. Eles se revezavam, me penetrando com uma força que me fazia gemer alto feito uma cadela, ecoando junto com o barulho da chuva lá fora. Eu estava sentando em três pirocas diferentes, recebendo pirocada atrás de pirocada de homens que me usavam com todo o vigor e a agressividade gostosa do morro. ?No clímax, o chefe me segurou firme por trás e gozou tudo lá dentro, bem fundo, sem se importar com remédio ou compromisso, enquanto os outros despejavam o gozo quente no meu peito e no meu rosto, coroando aquela surra de prazer. ?Quando o turbilhão passou, eu estava destruída no colchão, suada, marcada e com as pernas trêmulas. Eles me deram uma toalha e um copo de água, rindo com aquela cumplicidade de cria. Me vesti devagar, sentindo a minha intimidade completamente vermelha, inchada, dolorida e cheia do gozo quente deles que ainda escorria pelas minhas pernas. ?Voltei para casa na chuva fina, com a sensação física de ter sido totalmente preenchida e dominada. Tomei um banho demorado antes de deitar, apagando os vestígios na pele, mas guardando a lembrança viva na mente. ?No dia seguinte, meu marido voltou de Coelho Neto. Eu o recebi com o café na mesa, a casa limpa e a rotina normal de quem vai trabalhar em Cabuçu. Para ele e para os vizinhos, eu continuo sendo a mulher quieta e discreta do Grão-Pará. Mas quando passo pelos meninos da contenção no caminho do ponto, o sorriso de canto de boca que a gente troca é a prova de que eu agora tenho um dono no morro.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.