O Segredo do Padrasto: Dividido Entre a Mãe e a Enteada
Para quem vê de fora, nossa vida na comunidade do Barbante, ali em Inhoaíba, parece a rotina de qualquer família comum da Zona Oeste. Há cerca de dois anos, conheci a mãe da Amanda enquanto ela trabalhava como operadora de caixa no Guanabara de Campo Grande. Começamos a namorar e logo fui morar com elas. Como chefe de segurança do West Shopping, aos 34 anos, procuro me cuidar, andar sempre bem arrumado e manter uma postura jovem, o que me destaca um pouco na região. ?No entanto, a grande verdade que guardo em segredo acontece dentro de casa, e o motivo tem nome: Amanda. ?Ela tem 19 anos, está terminando o último ano no Colégio Raja e possui aquele biotipo que desarma qualquer homem. É uma branquinha com aquele corpo de "falsa magra" — por onde passa parece discreta, mas de perto tem as curvas perfeitamente desenhadas, tudo muito bem formado e redondinho. Desde o primeiro dia em que entrei naquela casa, foi impossível não notar o avanço daquela menina para mulher. ?No começo, eu apenas a comia com os olhos. Sempre que ficávamos sozinhos na sala ou na cozinha, eu fingia olhar o celular, mas na verdade a mapeava de cima a baixo, reparando em como os shorts jeans ficavam justos no corpo dela. Ela percebia o meu olhar, dava para notar no jeito que ela ajeitava o cabelo ou mudava de postura, mas mantinha o jogo, fingindo que não estava vendo nada. ?De uns tempos para cá, a tensão entre nós dois subiu de nível. Aquilo que era apenas visual virou contato físico, de forma sutil para ninguém desconfiar. Quando ela passa por mim no corredor estreito da casa, eu dou aquele passo falso para trás, disfarçando, e deixo o meu corpo esbarrar intencionalmente no dela. Sinto a maciez da pele dela, o calor do contorno redondo da sua cintura, e percebo que ela não se afasta rápido. Sei que sou o marido da mãe dela, mas a eletricidade que rola naquele silêncio, toda vez que nossas peles se encostam de propósito, deixa claro que o perigo está cada vez mais perto de acontecer. A tensão na nossa casa estava virando uma panela de pressão. Com o tempo, o tesão que eu sentia pela Amanda ficou tão absurdo que engoliu completamente o que eu sentia pela mãe dela. Para ganhar a confiança da garota, comecei a abrir a mão: tudo o que ela precisava para o colégio, roupas ou saídas com as amigas, eu ajudava. Comecei a fazer PIX direto para a conta dela. Eu era muito aberto com o dinheiro, mas sempre deixava a regra bem clara: "Olha, isso aqui é segredo nosso, não fala nada para a sua mãe". A safadinha, com aquele jeitinho de falsa magra, olhava para mim, dava um sorriso de canto e respondia: "Pode deixar, Carlos, eu sou uma boa menina e sei guardar segredo". Enquanto isso, eu mantinha as aparências com a mãe dela. Quando eu transava com aquela coroa, eu não tinha pena, metia para valer e quebrava ela no meio. Acho que foi exatamente essa pegada bruta que fez ela se apaixonar por mim; a mulher babava ovo, fazia tudo o que eu queria na cama e agia feito uma puta para me agradar. Para mim, sinceramente, eu cagava e andava para os sentimentos dela; estava ali por conveniência, por ter casa, comida e roupa lavada de graça. Eu era o segundo homem da vida dela desde que ela tinha se separado, uns seis meses antes de eu entrar na casa. Na cama, a coroa aceitava tudo, me dava até o cuzinho sem pena. Eu metia com tanta força que via as lágrimas saírem dos olhos dela de dor e tesão; ela relutava um pouco, gemia alto, mas cedia até o final. Certo dia, o clima esquentou entre eu e a mãe dela na cozinha. O tesão bateu tão forte que não deu tempo nem de ir para o quarto. Suspendi a saia dela, botei a coroa em cima da pia com a buceta totalmente arreganhada para mim e comecei a sentar o pau, beijando a boca dela feito louco. No meio do rala e rola, ouvi um barulho vindo da porta da frente. Olhei de rabo de olho e vi o sapato da Amanda. Para minha surpresa, minha enteada tinha acabado de chegar do colégio. Ela entrou, percebeu o que estava acontecendo ali na cozinha pela zoação, mas ficou quieta e correu direto para o quarto dela. Sabendo que a Amanda estava no quarto ouvindo tudo, o meu pau parece que ficou ainda mais duro. O exibicionismo tomou conta de mim. Em vez de parar ou falar baixo, comecei a meter ainda mais forte naquela puta da mãe dela, fazendo a mulher gemer o mais alto que podia. Eu queria mostrar para a minha enteada o homem que eu sou e o que eu fazia com a mãe dela. A coroa, completamente entregue e Authorities doida, começou a falar um monte de putaria, gemendo alto para a casa inteira ouvir. Quando senti que ia gozar, decidi humilhar de vez. Falei bem alto, para a voz ecoar pelo corredor: "Se ajoelha aí no chão agora, que eu quero gozar na sua cara, vagabunda!". E ela obedeceu na hora, abrindo a boca e recebendo toda a minha porra. Depois que o ato acabou, a mãe dela foi direto para o banheiro se limpar. Eu, com a cara mais lavada do mundo, ajeitei a roupa e fui até o quarto da Amanda para dar um "oi", fingindo que nada tinha acontecido. Quando entrei, ela me olhou totalmente sem graça, com as bochechas vermelhas, toda coradinha por ter ouvido os gemidos e as ordens pesadas que eu tinha dado. Ela respondeu um "oi" tímido, com a voz baixa. Aproveitei o momento e fui até o banheiro onde a mãe dela estava no chuveiro. Entrei e comentei disfarçando: "Sua filha acabou de chegar do Raja, mais um pouco ela pega a gente metendo aqui na pia da cozinha". A mulher, ainda com o resto de porra no rosto, deu um sorriso safado e disse: "Foi por pouco mesmo, você é muito tarado". Olhando para ela ali, o meu pau já subiu de novo. Não aguentei: puxei a cabeça da coroa pelo cabelo e botei ela para mamar mais uma vez ali mesmo no boxe do banheiro, descarregando o resto de tesão que a presença da filha dela tinha me causado.
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