"Aviso logo aos navegantes: se você tem uma mulher que vive na academia, mantendo aquele corpo esculpido e aquela marquinha de biquíni impecável, abra o olho. O que eu vou contar é a história de Carol, uma morena de parar o trânsito. Ela era a personificação do desejo: silicone nos peitos, uma bunda que parecia ter vida própria e aquela marquinha de bronzeamento que saltava aos olhos de qualquer um.
Carol era casada com um policial linha de frente, mas o perigo parecia ser o combustível dela. Na academia, ela treinava com um sorriso de canto, trocando putaria e sacanagens em voz baixa com o meu amigo, que era o personal dela. Até que o dia D chegou. O marido ia para uma operação de invasão em um morro e avisou que só voltaria no dia seguinte. Era a deixa que ela precisava.
O Medo no Quintal do Perigo
Carol não quis saber de motel ou lugar discreto; ela teve a audácia de chamar meu amigo para a própria casa. Quando ele chegou lá, o calafrio foi inevitável. Tinha câmera para todo lado e o medo de levar um tiro do 'homem da lei' passava pela cabeça dele a cada segundo. Mas, quando a porta abriu, o medo deu lugar ao b******* absoluto.
O Contraste da Luxúria
Ela atendeu a porta vestindo uma lingerie branca de tirar o fôlego. A calcinha fio-dental era transparente, marcando a bunda de um jeito que ele nunca tinha visto, e o sutiã branco deixava os seios enormes de silicone — pagos pelo 'bobão' do marido — totalmente à mostra. A pele morena dela, com aquela marquinha de bronze perfeita, criava um contraste que deixaria qualquer homem louco.
Ela não disse nada, apenas deu as costas e foi andando para o quarto. Meu amigo ficou paralisado olhando para aquela visão: a bunda de Carol balançando, o fio-dental sumindo entre as curvas e a certeza de que ele estava prestes a entrar em um território perigoso. O perigo de ser pego pelo policial era real, mas a vontade de possuir aquela morena malhada, ali na cama do próprio marido, era uma tentação que ele não conseguiria recusar."
"Carol foi andando na frente dele, desfilando aquela bunda descomunal que balançava a cada passo, fazendo o fio-dental sumir no meio do rabo. Meu amigo estava com o coração na boca, mas o pau já estava latejando, duro como uma pedra. Quando chegaram no quarto de casal — o santuário do marido 'autoridade' — ela se virou e deu aquele sorriso de putaque ela treinava na academia.
O Gosto do Perigo
Ela não perdeu tempo. Ajoelhou na frente dele ali mesmo, no pé da cama onde o marido dormia, e começou a abrir o zíper da calça dele com os dentes. Quando o p** dele pulou para fora, Carol não teve piedade. Ela abocanhou aquela tora com uma vontade que parecia que não comia há anos. O contraste da pele morena dela com a lingerie branca e os seios de silicone balançando enquanto ela pagava aquele boquete era uma imagem de perdição.
— 'Pode gozar na minha cara se quiser... o otário nem desconfia que a 'santinha' dele tá sendo arrombada agora' — ela sussurrou, com o olhar carregado de prazer
O Arrombamento na Cama do Marido
Meu amigo não aguentou. Jogou ela de quatro naquela cama king-size, puxou aquele fio-dental branco para o lado e viu a buceta dela toda depilada, brilhando de tão molhada. Ele entrou com tudo, sem lubrificante, sentindo o aperto daquela morena malhada que gritava de prazer enquanto as câmeras da casa gravavam cada segundo da traição.
Ele enterrava o pau com força, fazendo o silicone dela balançar e a marquinha do biquíni ficar vermelha de tanto tapa que ele dava naquela bunda gigante. O medo de o policial aparecer com a sirene ligada só deixava o sexo mais animal. Ele gozou litros dentro dela, sujando os lençóis que o marido pagou, enquanto ela gemia dizendo que o pau do personal era o que realmente mantinha ela firme na academia.
Saíram dali com a alma lavada e o perigo vencido, deixando para trás apenas o cheiro de sexo no quarto da 'autoridade'."