?Confissões de uma "Santa": Como me perdi na piroca do meu primo
Eu sempre fui o exemplo da família. Casada há dez anos com o Fábio, frequentadora assídua da igreja, aquela mulher que todos olhavam e diziam: "Denise é uma santa". Mas a verdade é que ninguém sabe o que acontece entre as quatro paredes de uma casa quando a rotina vira um deserto. Fábio é um homem bom, mas nosso sexo era protocolar, rápido e sem alma. Eu achava que morreria assim, até o primo dele, o Marcos, vir morar com a gente. Marcos foi criado como um irmão para o meu marido. Fábio confiava nele de olhos fechados. E eu, na minha ingenuidade de mulher da igreja, também. Mas o Marcos tinha um brilho diferente nos olhos. Ele me olhava de um jeito que me despia, mesmo quando eu estava com meus vestidos mais comportados. A presença dele era constante; ele estava na cozinha, na sala, nos churrascos de domingo... e o cheiro dele começou a me perseguir. Não sei dizer exatamente o momento em que a barreira caiu. Só sei que, em uma tarde em que o Fábio tinha saído para trabalhar dobrado e eu estava sozinha limpando a casa, o Marcos apareceu na cozinha sem camisa. O suor brilhava no peito dele e eu, que sempre fui tão contida, não consegui desviar o olhar. A conversa começou boba, mas o clima pesou. Quando vi, ele já estava atrás de mim, sussurrando que sabia que eu estava com sede de algo que o primo dele não me dava. O primeiro beijo foi como uma explosão. Foi uma foda mental antes mesmo de tirarmos a roupa. Quando ele me jogou contra a mesa e levantou meu vestido, eu senti o volume daquela piroca enorme contra a minha calcinha. Eu tentei dizer não, tentei lembrar da igreja, mas o desejo de ser fodida de verdade foi maior. Marcos não tinha a delicadeza do meu marido. Ele me pegou de jeito, me chamando de puta e dizendo que ia me ensinar o que era putaria de verdade. Quando aquela piroca entrou, eu senti que minha buceta ia rasgar. Era grande demais, quente demais. Eu gemia tão alto que tive medo dos vizinhos ouvirem, mas eu não conseguia parar. Ele começou a meter com uma força que me fazia perder os sentidos. Desde esse dia, eu mudei. Virei uma viciada. Eu continuo indo à igreja, continuo sendo a esposa "fiel" aos olhos de todos, mas meu corpo agora pertence ao segredo que guardo no quarto ao lado. Eu fico contando os minutos para o Fábio sair, só para poder sentar no Marcos. Eu me tornei dependente daquela transa suja, de ser tratada como uma cadela, de sentir ele gozar dentro de mim enquanto eu arranho as costas dele. O mais louco é que o risco me excita. Às vezes, o Fábio está na sala assistindo futebol e o Marcos me puxa para o corredor escuro, me encosta na parede e me faz chupar ele rapidinho, só para eu sentir o gosto do pecado antes do jantar. Eu sei que estou vivendo uma vida dupla, que estou mergulhada na mais pura sacagem, mas não tem volta. Uma vez que você descobre o que é ser fodida por um homem que sabe onde tocar, a santidade vira apenas uma máscara para esconder a puta que eu descobri que existia dentro de mim. Fábio não desconfia de nada, e o Marcos... o Marcos apenas sorri para ele, enquanto espera a próxima oportunidade de me meter a real felicidade entre as pernas. Se isso é pecado, eu não quero mais ser salva. Essa nova rotina de "família perfeita" no condomínio era a fachada ideal. Morar em um apartamento de andar alto, com aquelas janelas de vidro imensas que dão vista para a cidade, parecia o cenário do meu sucesso como esposa e mulher de fé. Mas, desde que o Marcos se mudou para o quarto de hóspedes, aquelas vidraças viraram o palco da minha maior depravação. Fábio saía cedo para o escritório, orgulhoso da vida que me dava. Mal ele batia a porta do corredor, o ar no apartamento mudava. O Marcos não esperava nem o elevador descer. Ele já chegava na cozinha me encurralando, mas o lugar favorito dele era a sala, bem em frente àquela parede de vidro que mostrava tudo lá fora. Teve uma tarde que o sol ainda batia forte no vidro. Eu estava de vestido leve, sem nada por baixo, olhando o movimento da rua lá embaixo. O Marcos chegou por trás, em silêncio, e colou aquele corpo quente nas minhas costas. Eu senti a piroca dele pulsando, já dura, empurrando meu bumbum. — Imagina se alguém lá embaixo tiver um binóculo agora, Denise... — ele sussurrou, a voz carregada de putaria, mordendo meu pescoço. — Iam ver a santinha do prédio sendo fodida de verdade. Eu tentei recuar, a timidez de mulher da igreja ainda lutando, mas o tesão era um vício. Ele me prensou contra o vidro frio. O contraste do gelo do vidro no meu rosto com o fogo daquela piroca entrando com tudo na minha buceta me fez soltar um grito abafado. Ele não tinha pena. Começou a meter com vontade, uma transa violenta e ritmada que fazia o vidro vibrar a cada impacto. Eu via o reflexo do meu rosto deformado pelo prazer no vidro, enquanto ele segurava meu cabelo e me chamava de puta. Eu estava ali, exposta, sentindo aquela piroca enorme preencher cada canto meu, me levando a um nível de sexo que eu nunca tinha sonhado. A cada estocada, eu sentia que ia desmaiar, mas eu queria mais. Eu queria que ele me tratasse como a puta que eu era quando o Fábio não estava. — Olha para baixo, Denise! Olha como você gosta de ser fodida na frente de todo mundo! — ele ordenava, aumentando a velocidade. Eu comecei a gozar loucamente, sujando o vidro com o suor dos nossos corpos colados. O prazer era tão absurdo que eu perdi a noção do perigo. Ele deu as últimas estocadas com força total, enterrando tudo, e eu senti o jato quente dele dentro de mim, um gozo farto que me deixou bamba. Fiquei ali, encostada no vidro, recuperando o fôlego enquanto ele se limpava e vestia o short como se nada tivesse acontecido. Quando o Fábio chega à noite, ele olha para aquela janela e comenta como a vista é bonita. Eu apenas sorrio, com o jeito quieto de sempre, sentindo o resto do sêmen do primo dele escorrer pela minha coxa, sabendo que, para mim, aquela vista agora tem gosto de sacagem e de uma liberdade que só a verdadeira putaria pode dar. A rotina no apartamento se tornou um verdadeiro inferno de prazer proibido. O Fábio, com aquele jeito dele de "homem de bem", achava que sexo era só o básico, sempre do mesmo jeito, sem nunca explorar o que eu realmente desejava. Mas o Marcos... o Marcos descobriu todos os meus pontos fracos e transformou cada cômodo daquela casa em um antro de putaria. ?O que mais me deixava louca e viciada nele era o jeito que ele me tratava como uma verdadeira puta. Enquanto o meu marido mal encostava na minha intimidade, o Marcos tinha uma obsessão pelo que eu tinha de mais escondido. Ele amava chupar meu cuzinho. No começo, eu ficava com vergonha, lembrava da igreja, das irmãs, mas quando ele me abria na frente daquela janela de vidro, me deixava de quatro e começava a trabalhar com a língua ali, eu esquecia até o meu nome. ?— O primo não faz isso com você, não é, Denise? — ele dizia com a voz abafada enquanto me devorava por trás. — Ele não sabe o tesouro que essa putinha esconde. ?Eu sentia um choque percorrer minha espinha. O tesão era tão forte que eu perdia o controle das pernas. A língua dele era quente, explorava tudo, me deixando num estado de luxúria que eu nunca imaginei alcançar. Eu ficava ali, com o rosto colado no vidro frio, vendo as luzes da cidade lá embaixo, enquanto o primo do meu marido me levava ao delírio com aquela boca bendita. ?Depois que ele me deixava totalmente entregue e babada, ele vinha com aquela piroca enorme e grossa, já sabendo que eu estava desesperada para ser fodida. O contraste era o que me matava: o carinho sujo da língua no meu cu e, logo depois, a força bruta dele metendo sem dó. O Fábio não fazia ideia de que a esposa santa dele passava as tardes gemendo de prazer, implorando para o primo continuar a chupar e a foder com toda a vontade. ?Eu me tornei uma dependente desse sexo sujo. À noite, quando o Fábio me abraça na cama, eu fecho os olhos e sinto o cheiro do Marcos na minha pele, lembrando de como ele me abre, de como ele me chupa e de como ele me faz gozar de um jeito que o meu marido nunca vai conseguir. A visita constante do primo virou a minha maior benção e o meu pior pecado, e eu não quero parar nunca mais. A cada dia que passava, a putaria dentro daquele apartamento ficava mais pesada, e o Marcos parecia empenhado em quebrar qualquer resto de timidez que ainda me sobrava. O que começou com transas rápidas virou um vício de dominação total. Ele sabia que eu era uma mulher de igreja, que sempre fui contida, e era exatamente isso que deixava ele com mais sede de me ver humilhada pelo prazer. ?Uma das coisas que ele mais adorava fazer era me colocar de joelhos no chão da sala, com a vista daquela janela de vidro imensa às minhas costas, e me obrigar a encarar a piroca dele de perto. Ele não tinha paciência; ele segurava o meu cabelo com força, me puxando para perto, e tentava me fazer engolir tudo de uma vez. ?— Vai, Denise, abre essa boquinha de santa e engole a piroca do primo — ele dizia, com aquela voz rouca que me fazia tremer inteira. ?Eu relutava. O tamanho dele me assustava e eu sentia o ar faltar. Eu olhava para ele com os olhos cheios d’água e pedia: "Por favor, Marcos... devagar... eu não consigo". Eu tentava resistir, mas a verdade é que eu já estava totalmente entregue. Minha boca já estava molhada de desejo e, no fundo, eu queria ser possuída daquele jeito bruto que o Fábio nunca teria coragem de tentar. ?Ele não ouvia meus pedidos. Ele continuava a meter a piroca na minha boca, indo fundo, me fazendo perder o fôlego até eu quase engasgar. Eu sentia cada veia, cada centímetro daquele pau enorme preenchendo a minha garganta. Era uma sensação de invasão que me deixava em transe. Enquanto eu lutava para respirar, o Marcos ria e dizia o quanto eu era uma puta talentosa. ?O pior — ou o melhor — era que, mesmo eu pedindo para parar, meu corpo reagia com um tesão incontrolável. Minha buceta ficava encharcada só de sentir a autoridade dele sobre mim. Quando ele finalmente cansava de me fazer chupar e decidia me foder de verdade, eu já estava em carne viva de tanto desejo. ?Eu não conseguia mais resistir a nada que ele me impunha. Se ele mandasse eu abrir, eu abria; se mandasse eu engolir, eu engolia. Eu me tornei o brinquedo favorito dele naquele prédio, e o fato de eu ser casada com o primo dele só deixava aquela sacagem mais gostosa. No final, depois de me fazer engolir cada centímetro e gozar na minha cara, ele me olhava com desprezo e prazer, e eu, ali no chão, só conseguia pensar na próxima vez que ele ia me obrigar a passar por tudo aquilo de novo. Essa farsa que eu vivo dentro desse apartamento hoje tem um peso novo, um segredo que eu carrego toda vez que olho para o berço. O tempo passou e o que era apenas uma putaria de tarde se transformou em algo definitivo: eu tive um filho. O Fábio olha para o menino, segura no colo e transborda de orgulho, achando que finalmente construiu a família que sempre sonhou. Ele cria o menino com todo amor, sem ter a menor ideia de que o sangue que corre naquelas veias é do primo, e não dele. ?O Marcos acabou casando também, mudou de casa, mas o vício que a gente criou um no outro não se apaga com uma aliança no dedo. O casamento dele é só fachada, assim como o meu. Ele continua aparecendo aqui quando o Fábio sai para viajar ou quando está bebendo em algum churrasco de família e o tesão fala mais alto que o juízo. ?Ele chega com aquele mesmo cheiro, aquela mesma pegada bruta. Não precisa nem de muita conversa. Ele me prensa contra aquela mesma janela de vidro, levanta meu vestido e me faz lembrar por que eu me tornei dependente dele. Ele adora rir da situação, sussurrando no meu ouvido enquanto me fode com força: ?— O primo é um otário mesmo... cria meu filho e ainda me deixa vir aqui comer a mulher dele. ?Eu choro, eu peço para ele parar, mas minhas pernas se abrem sozinhas para aquela piroca que eu conheço tão bem. Ele me faz chupar, me faz de puta, me joga de quatro e me faz gozar de um jeito que me deixa bamba por dias. É um ciclo de sacagem que não tem fim. ?Hoje eu sou uma mulher respeitada, a mãe dedicada, a esposa fiel da igreja que todos admiram no prédio. Mas por dentro, eu sou a escrava do prazer desse homem. Eu vivo nessa corda bamba, sabendo que a qualquer momento ele pode aparecer bêbado na minha porta querendo me meter e eu não vou ter forças para dizer não. Eu sou viciada no risco, viciada no gozo dele e, principalmente, viciada em saber que, enquanto o mundo nos vê como primos e família, entre quatro paredes a gente vive a putaria mais suja que o Rio de Janeiro já viu.
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