A Santa de Óculos e o Selo do Pecado: A Rendição de Amanda"

O edifício comercial no coração de Nova Iguaçu era uma colmeia de vidro e concreto, mas para Amanda, de 22 anos, era um refúgio de ordem. Branquinha, baixinha, com cabelos pretos e lisos que caíam emoldurando o rosto delicado, e óculos de grau que lhe conferiam um ar de intelectual séria, ela era a imagem da discrição na recepção do 12º andar.
?Evangélica fervorosa e casada há três anos com Claudio, um rapaz pacato cujas ambições pareciam ter estagnado junto com o desleixo de suas roupas largas, Amanda levava uma vida linear. Seus dias eram divididos entre os hinos da igreja, a organização impecável do lar e o balcão de mármore da recepção. Ela não gostava de bagunça, de conversas altas ou de desvios de conduta.
?Até que a rotina foi quebrada pela presença maciça de Marcão.
?O Impacto: A Sombra e a Luz
?Marcão não chegava aos lugares; ele os dominava. Com 1,90m de altura, ombros que pareciam largos demais para os ternos bem cortados e uma pele retinta que brilhava sob a luz fluorescente do corredor, ele era uma força da natureza. Contratado para a segurança executiva de uma multinacional no andar de cima, ele passava pela recepção todos os dias.
?No início, era apenas um "Bom dia, dona Amanda", dito com uma voz de barítono que parecia fazer o balcão de mármore vibrar sutilmente. Ela respondia sem tirar os olhos do monitor, ajeitando os óculos com um gesto nervoso, mas sentia a sombra dele cobrir seu posto de trabalho. O perfume dele, uma mistura de sândalo e couro, pairava no ar como uma promessa proibida muito depois de o elevador subir.
?A Sedução Silenciosa
?Marcão era um predador paciente. Ele percebia a quietude de Amanda, a forma como ela se encolhia quando ele se aproximava. A sedução dele não era agressiva, era insidiosa. Ele começou a notar os detalhes.
?— "Ajeitou os óculos de novo, Amanda? Eles realçam seus olhos, mas escondem o brilho que você tenta disfarçar" — ele disse um dia, inclinando-se sobre o balcão, a voz baixa, quase um sussurro que só ela podia ouvir.
?Ela sentiu o rosto queimar. Claudio nunca notava seus óculos, ou seus olhos. Claudio notava se o jantar estava pronto. Marcão, no entanto, a lia como um livro aberto. Num outro dia, ao entregar uma correspondência, a mão enorme e quente dele roçou na dela. Amanda sentiu uma eletricidade estática que subiu pelo braço, fazendo-a perder a respiração por um milissegundo.
?A Quebra da Defesa
?Certa noite, uma tempestade torrencial de verão castigava Nova Iguaçu. O expediente já havia encerrado, e Amanda estava sozinha na recepção, aguardando a chuva diminuir. Claudio não tinha ido buscá-la porque "estava chovendo muito e o carro velho podia pifar no alagamento". Ela estava ali, encolhida em sua cadeira, a saia abaixo do joelho cobrindo as pernas baixinhas, quando a porta do elevador se abriu.
?Era Marcão. Ele estava sem o paletó, com as mangas da camisa branca dobradas, revelando antebraços poderosos e veias saltadas.
?— "Ainda aqui, Amanda? O mundo lá fora está desabando e você parece uma boneca de porcelana esquecida no escuro" — ele caminhou devagar, o som dos sapatos ecoando no saguão vazio.
?Ele parou atrás dela. Amanda sentiu o calor intenso que emanava daquele corpo de quase dois metros. O coração dela, acostumado ao ritmo calmo dos cultos, agora martelava desesperadamente contra as costelas. Marcão aproximou o rosto do pescoço dela, sem tocar, apenas sentindo o aroma de sabonete de glicerina e o calor da pele dela.
?— "Eu sei que você é casada, Amanda. Eu sei quem você é na sua igreja. Mas eu vejo como você me olha por cima desses óculos..." — ele sussurrou, a mão grande e retinta pousando suavemente no ombro dela, o contraste entre a pele dele e a blusa branca dela era hipnotizante. — "A vida é muito curta para viver de 'não pode'. Você foi feita para sentir o fogo, não apenas para ler sobre ele."
?O Limite do Sagrado
?Amanda fechou os olhos, ajeitando os óculos com os dedos trêmulos. A imagem de Claudio em casa, de bermudão surrado assistindo TV, parecia uma lembrança distante e sem vida diante da vitalidade pulsante de Marcão. Ela sentiu os dedos dele deslizarem lentamente pelo seu pescoço, uma carícia proibida que despertava um formigamento desconhecido e avassalador.
?Ela era uma mulher de fé, mas ali, naquela penumbra, Marcão era a sua tentação em carne, osso e 1,90m de puro desejo. Quando ela finalmente virou o rosto para encará-lo, a diferença de altura a obrigou a olhar para cima, encontrando olhos pretos que prometiam uma p******** que sua vida regrada jamais sonhou existir.
O jogo de Marcão mudou de patamar. Ele não estava mais limitado às horas comerciais; agora, ele havia invadido a intimidade do lar de Amanda. Onde ela deveria se sentir segura e protegida em sua vida com Claudio, as notificações do celular tornaram-se pequenas granadas de d*******.
A Invasão Digital
O primeiro "Oi" veio em uma noite de terça-feira. Amanda estava sentada no sofá, com Claudio ao lado, mergulhado no sono profundo e barulhento de sempre, vestindo uma regata furada e bermuda de pijama. O celular de Amanda vibrou.
Marcão: "Ainda acordada, Amanda? Ou está apenas fingindo que dorme ao lado de quem não sabe o que tem nas mãos?"
O coração de Amanda deu um salto. Ela olhou para o marido, sentindo uma culpa imediata, mas não conseguiu apagar a mensagem. A foto de perfil de Marcão era ele na academia, o braço enorme e retinto tensionando a camisa, uma imagem que contrastava violentamente com a realidade desleixada do seu lado.
A Tortura da Madrugada
A partir daí, Marcão iniciou uma rotina de mensagens cirúrgicas. Ele mandava áudios curtos, com aquela voz de barítono que parecia sussurrar diretamente no ouvido dela sob os lençóis.
Áudio de Marcão: "Fiquei pensando o dia todo naquele seu jeito de ajeitar os óculos quando fica nervosa. Queria saber se você também fica nervosa agora, no escuro, pensando em mim..."
Amanda ouvia os áudios no volume mínimo, colada ao travesseiro. A quietude da sua vida evangélica estava sendo bombardeada por palavras que ela nunca ouvira de Claudio. Marcão mandava fotos apenas do detalhe de suas mãos, ou da vista da janela do seu apartamento, sempre acompanhadas de frases que faziam o corpo da baixinha de cabelos lisos entrar em combustão.
O Jogo de Espelhos
Enquanto Claudio pedia para ela fazer um lanche ou reclamava que a camisa não estava passada, Marcão enviava mensagens que a faziam se sentir a mulher mais desejada do mundo.
Marcão: "Hoje você estava de saia azul. Linda. Mas eu não consigo parar de imaginar como essa pele branquinha ficaria contra o meu lençol preto. Você combina com o perigo, Amanda. Combina comigo."
Ela digitava respostas curtas, tentando manter a postura: "Por favor, Marcão, eu sou casada". Mas ele respondia na hora: "Você é casada no papel, Amanda. Mas nos seus pensamentos, você já é minha faz tempo".
A tortura era ver Marcão online às duas da manhã, saber que ele estava ali, disponível e focado nela, enquanto o marido era apenas uma presença física e vazia ao seu lado. Amanda começou a esconder o celular, a mudar as senhas, e a sentir aquele frio na barriga toda vez que a tela acendia. O sagrado do seu casamento estava sendo corroído pela profanidade deliciosa daquelas mensagens que prometiam o "esculacho" que ela, em sua quietude, começava a ansiar desesperadamente.
A barreira do respeito estava prestes a ruir de vez. Marcão percebeu que Amanda já não bloqueava mais as notificações; ela as esperava. Em uma noite de sexta-feira, enquanto Claudio estava jogado no sofá roncando com a TV ligada em um canal de notícias qualquer, o celular de Amanda, escondido sob a almofada, vibrou com uma intensidade diferente.
Eram 23h30. O silêncio da casa era interrompido apenas pelos ruídos da rua, mas na tela de Amanda, o jogo subiu de tom.
A Foto Proibida
Desta vez não era apenas texto. Marcão enviou uma foto. Ele estava no banheiro de sua casa, apenas com uma toalha branca amarrada na cintura baixa, revelando a linha do abdômen definido e a pele retinta brilhando sob a luz d*******. A mão dele, imensa, segurava o celular, enquanto a outra repousava sobre a musculatura do peito, onde as veias saltavam de forma intimidadora.
Marcão: "Acabei de sair do banho e o cheiro do sabonete me lembrou de você na recepção hoje. Imaginei essa sua mão pequena, branquinha, perdendo o fôlego ao tentar envolver o que eu tenho aqui sob essa toalha. Você aguenta o peso da realidade, Amanda? Ou vai continuar fingindo que esse seu marido pacato te satisfaz?"
Amanda sentiu o rosto queimar tanto que achou que Claudio acordaria com o calor. Ela deu zoom na imagem, os dedos trêmulos ajeitando os óculos no rosto. O contraste era brutal: a força física e a p******** de Marcão contra a inércia do homem que dormia ao seu lado com a boca aberta.
O Áudio do Esculacho
Antes que ela pudesse digitar qualquer protesto fraco, veio um áudio. A voz de Marcão estava mais baixa, sussurrada, como se ele estivesse encostado no ouvido dela.
Áudio de Marcão: "Eu sei que você está lendo isso agora, com esse cabelo liso espalhado no travesseiro e o coração batendo na garganta. Eu sei que você imagina esse 'negão' entrando na sua vida e bagunçando essa sua ordem evangélica. Eu não quero ser seu amigo, Amanda. Eu quero te colocar no lugar onde você pertence: debaixo de mim, perdendo o juízo e esquecendo todos os hinos que você já cantou."
O Colapso da Resistência
Amanda apertou o celular contra o peito, sentindo uma pulsação entre as pernas que a assustava e a excitava ao mesmo tempo. Ela olhou para Claudio — ele era o "seguro", o "correto", mas Marcão era a vida pulsante, o perigo que a fazia se sentir mulher.
Ela digitou com os dedos suados:
Amanda: "Você é perigoso, Marcão. Por que faz isso comigo? Eu tento ser fiel..."
A resposta veio em segundos, visualizada e respondida:
Marcão: "Fidelidade a quem não te vê é desperdício de beleza, branquinha. Segunda-feira, quando você chegar no 12º andar, eu vou estar te esperando. E não vai ser para dar 'bom dia'. Prepare-se, porque eu vou te mostrar o que é um esculacho de verdade."
Amanda desligou a tela, mas a imagem da toalha branca e a promessa daquela voz continuaram queimando em sua mente. Ela não era mais a mesma recepcionista quieta; agora, ela era uma mulher marcada pelo desejo de um gigante que não aceitava "não" como resposta.
O cenário no 12º andar tornou-se uma panela de pressão. Claudio, em um raro momento de iniciativa, decidiu aparecer de surpresa no trabalho de Amanda. Ele estava lá, sentado em uma das poltronas de couro da recepção, com seu jeito desleixado, usando uma camisa polo desbotada e calça de sarja larga, contrastando com a elegância do prédio.
Para passar o tempo enquanto esperava a esposa, Claudio começou a mexer no celular e, por um descuido tecnológico ou destino, um dos áudios de Marcão que Amanda não tinha apagado começou a rodar no viva-voz, ecoando pelo saguão vazio: "...imagino você amarrada na cama, perdendo o juízo..."
O Confronto de Mundos
Nesse exato momento, Marcão saía do elevador. O gigante de 1,90m parou, vendo Claudio com o celular na mão. Marcão, mestre na dissimulação, mudou a postura na hora. Ele não queria um confronto direto agora; ele queria "ganhar" Claudio para ter entrada livre na vida do casal. Ele se aproximou com um sorriso amigável, estendendo a mão enorme para o marido pacato.
— "Opa, você deve ser o marido da Amanda! Sou o Marcão, da segurança. Estava agora mesmo falando com o pessoal aqui... a gente trabalha a vida toda, rala nesse prédio e às vezes não consegue nem um carro decente pra levar a esposa, né?" — Marcão soltou a frase com um tom de camaradagem, mas com uma ponta de deboche que só Amanda entenderia.
Claudio, sem saber como reagir ao áudio que acabara de ouvir e intimidado pelo tamanho de Marcão, balbuciou:
— "É... a gente faz o que pode. Vim fazer uma surpresa, mas o carro tá ruim, tive que vir de ônibus."
A Chegada de Amanda
Foi quando a porta de vidro se abriu e Amanda surgiu. Ela não estava mais com o uniforme discreto; hoje, por um impulso que nem ela sabia explicar, tinha escolhido um vestido vermelho ajustado, que realçava sua pele branquinha e marcava suas curvas de forma que os óculos de grau não conseguiam mais esconder a p********.
Ao ver os dois homens juntos — o marido desleixado e o gigante que a torturava com mensagens — ela paralisou. O vermelho do vestido parecia refletir o calor que subia pelo seu rosto.
— "Claudio? O que você está fazendo aqui?" — ela perguntou, a voz trêmula.
Marcão, sem perder o tempo, interveio com aquela voz de barítono:
— "Seu marido é gente fina, Amanda! Estávamos combinando de eu passar lá na casa de vocês qualquer dia desses para a gente tomar uma e quem sabe eu dar uma olhada nesse carro dele. Não aconteceu nada demais aqui, a gente só estava trocando uma ideia de amigos."
O Nó na Garganta
Amanda olhou de Marcão para Claudio. Ela sabia que o "áudio da cama" tinha tocado. Ela via a confusão nos olhos do marido e a malícia predatória nos olhos de Marcão, que a encarava de cima a baixo, devorando-a naquele vestido vermelho.
Marcão deu um tapinha no ombro de Claudio, uma demonstração de força disfarçada de amizade:
— "Fica tranquilo, Claudio. A Amanda está em boas mãos aqui no prédio. A gente cuida bem do que é precioso."
Amanda baixou a cabeça, ajeitando os óculos. Ela estava encurralada entre a lealdade ao homem pacato que não lhe dava atenção e o desejo sombrio pelo gigante que acabara de conquistar o marido para chegar ainda mais perto dela. A resenha de p******** agora tinha data e local para acontecer: dentro da sua própria casa.O plano de Marcão era cirúrgico. Ele sabia que para ter o caminho livre na pequena casa em Nova Iguaçu, precisava neutralizar a única barreira — mesmo que frágil — entre ele e seu desejo. Ele começou a "batizar" o copo de Claudio com doses generosas de uma cachaça forte que trouxera, disfarçando no meio da conversa sobre futebol e carros.
Claudio, que não estava acostumado a acompanhar o ritmo de um homem do porte de Marcão, logo começou a ceder. O desleixo habitual transformou-se em uma bebedeira pesada.
O Predador e a Presa
— "Bebe mais uma, Claudio! Homem que é homem segura o rojão" — dizia Marcão, rindo e enchendo o copo do rapaz até a borda.
Não demorou muito para Claudio apagar. Ele tombou a cabeça no sofá, soltando um ronco alto e pesado, completamente alheio ao mundo. Amanda, que observava tudo da cozinha com os dedos trêmulos apertando o pano de prato, sentiu um calafrio subir pela espinha. O silêncio da casa agora era preenchido apenas pela respiração profunda do marido bêbado e pela presença intimidadora de Marcão.
A Hora do Acerto de Contas
Marcão se levantou devagar. Ele caminhou até a porta da cozinha, ocupando todo o vão com seus 1,90m. Amanda estava de costas, fingindo guardar uma louça, os cabelos pretos e lisos caindo sobre os ombros, mas o tremor em suas mãos a entregava.
— "Ele dormiu, Amanda. O seu 'protetor' não consegue nem proteger o próprio copo, quem dirá a mulher que tem" — a voz dele ecoou, sombria e carregada de p********.
Ele se aproximou por trás. Amanda sentiu o calor do corpo dele antes mesmo do toque. Marcão envolveu a cintura dela com aquelas mãos imensas e retintas, puxando a baixinha contra o seu corpo duro. O contraste era absoluto: a pele branquinha dela contra o preto da camisa dele.
O Esculacho no Lar
Ele inclinou o rosto, tirando os óculos dela com uma delicadeza cruel e colocando-os sobre o balcão. Sem o filtro das lentes, Amanda viu o mundo embaçado, mas sentiu a realidade de Marcão mais nítida do que nunca.
— "Agora não tem mensagem de zap, não tem balcão de mármore e não tem Claudio para te salvar. Sou só eu e você, no meio da sua cozinha" — ele sussurrou, mordendo o lóbulo da orelha dela. — "Você vai ser minha aqui mesmo, ouvindo o ronco do homem que você chama de marido, para você nunca mais esquecer a diferença entre um menino e um homem de verdade."
Amanda tentou soltar um suspiro de protesto, mas o que saiu foi um gemido de rendição. O plano de Marcão tinha funcionado perfeitamente. Ele a virou de frente, levantando-a pelo quadril como se ela não pesasse nada, e a sentou sobre a mesa da cozinha. O "esculacho" que ele prometera no 12º andar estava prestes a acontecer no lugar mais sagrado dela, transformando a pequena evangélica na maior p******** da vida daquele gigante.
A atmosfera na cozinha estava saturada. O cheiro de álcool vindo de Claudio na sala misturava-se ao perfume amadeirado e intenso de Marcão, que agora preenchia todo o espaço ao redor de Amanda. Ela estava sentada na mesa, com as pernas balançando, sentindo o frescor do formica contra as coxas através do short jeans curto.
?Quando Marcão a puxou para perto, a regata branca dela subiu um pouco, revelando a alça e o início da renda de um sutiã preto. Era uma peça simples, mas que contrastava violentamente com a pele alva de Amanda. Por baixo do jeans, ela usava uma calcinha grande e preta, de algodão, daquelas confortáveis que ela costumava usar no dia a dia, sem imaginar que terminaria a noite daquela forma.
?O Ajuste da Realidade
?Sentindo o mundo girar, não apenas pelo vinho que Marcão a fizera beber, mas pela presença avassaladora do gigante de 1,90m, Amanda tateou o balcão atrás dela. Seus dedos encontraram a armação familiar. Com um gesto trêmulo, ela colocou os óculos de volta no rosto.
?Imediatamente, a figura de Marcão ganhou contornos nítidos e intimidadores. Ela viu os poros da pele retinta, a intensidade daquele olhar preto focado nela, e a cicatriz fina no supercílio dele. Ver a realidade sem o filtro do embaçamento tornou tudo mais real, mais perigoso e mais excitante.
?A Mordida da Rendição
?Marcão sorriu ao vê-la ajeitar os óculos. Ele gostava de saber que ela estava vendo cada detalhe do homem que a dominava. Ele segurou o rosto delicado dela com uma das mãos imensas, forçando-a a olhar para cima, enquanto a outra mão descia para a cintura dela, apertando a carne macia por cima do jeans.
?Ele não esperou. Inclinou o rosto e cravou os dentes no pescoço de Amanda, bem na junção com o ombro. Não foi um beijo; foi uma mordida firme, possessiva, que deixou uma marca instantânea na pele branquinha.
?O choque da dor misturado ao prazer agônico fez Amanda perder as forças. Um gemido rouco, abafado, escapou de seus lábios, ecoando baixinho na cozinha enquanto Claudio roncava no sofá a poucos metros dali. Ela fechou os olhos por trás das lentes dos óculos, sentindo o corpo amolecer completamente. As mãos que antes tentavam empurrá-lo agora agarravam desesperadamente os ombros largos de Marcão, puxando-o para mais perto. Ela tinha se entregado. O "esculacho" do gigante de Nova Iguaçu estava apenas começando, e Amanda sabia que, a partir daquela noite, sua vida quieta e certinha nunca mais existia.
A barreira do "nunca fiz" caiu por terra no momento em que Amanda viu a realidade diante de seus olhos. Ela, que sempre foi contida e nunca teve iniciativa com Claudio, sentiu um instinto primitivo despertar. Quando Marcão se revelou por completo, a visão daquele membro imponente, escuro e reluzente como chocolate, deixou a branquinha em transe. O contraste com a pele dela era hipnotizante.
?Sem que ele precisasse pedir, Amanda se ajoelhou na cama. Ainda vestida com o sutiã preto e a calcinha grande, ela entregou-se a um desejo que nem sabia que existia, perdendo-se naquela p******** nova e avassaladora.
?O Banquete Proibido
?Amanda, que sempre teve bloqueios, agora parecia faminta. Ela ajeitava os óculos a todo momento para não perder nenhum detalhe daquela cena. Marcão apenas observava do alto, com as mãos na cabeça dela, guiando o ritmo enquanto ela descobria sabores e sensações que o seu casamento pacato nunca permitiu. O quarto estava tomado pelo som da respiração ofegante e pelo calor que emanava dos dois.
?A Maratona de Prazer
?Marcão não teve pressa. Ele queria que Amanda sentisse cada centímetro do "esculacho" que ele prometera.
?De Quatro: Ele a virou de costas, e a visão daquela calcinha preta de algodão sendo puxada para o lado para dar passagem à força dele foi o ápice da humilhação deliciosa para ela. Amanda gemia alto, com o rosto enterrado no travesseiro, sentindo a potência de 1,90m de homem a preenchendo por completo.
?De Frente e de Costas: Ele a fez sentar, dominando o ritmo. Amanda olhava para Marcão por cima dos óculos, vendo o suor brilhar na pele retinta dele, enquanto ela cavalgava com uma fúria que nunca imaginou ter. Depois, ele a virou de costas, sentindo o peso e o calor de um corpo que parecia feito sob medida para o dela.
?O Final Avassalador
?O cansaço e o prazer absoluto levaram Amanda ao limite. Marcão a colocou de bruços, prensando o corpo pequeno dela contra o colchão. O peso dele era uma autoridade que ela não queria mais contestar. Amanda sentia a buceta pulsar como nunca; o "gozo" era diferente, era uma onda de calor que parecia queimar por dentro.
?No ápice, Marcão não recuou. Ele segurou a cintura dela com força, as veias dos braços saltadas, e gozou tudo dentro dela. Amanda sentiu aquele jato quente inundando sua intimidade, uma sensação de preenchimento total que a fez arquear as costas e soltar um grito abafado. Era um calor tão intenso que ela sentia escorrer, marcando de vez a sua rendição.
?O Silêncio Após o Caos
?Marcão desabou por um momento sobre as costas dela, o peito arfando. Amanda estava em choque, com os óculos tortos e o coração disparado. Ela nunca tinha sentido nada parecido — o prazer era tão real e bruto que o mundo lá fora, com Claudio bêbado na sala e sua vida na igreja, parecia pertencer a outra pessoa. Ali, naquela cama, ela tinha sido batizada no desejo de Marcão.
O silêncio que se seguiu ao clímax foi quebrado apenas pelo som da respiração pesada de Marcão no seu ouvido e pelo ronco distante de Claudio na sala. Amanda estava paralisada, sentindo o calor intenso que ainda pulsava dentro dela, uma sensação líquida e quente que parecia marcar sua pele por dentro. Ela nunca tinha experimentado um preenchimento daquela magnitude; era como se Marcão tivesse tomado posse de cada centímetro do seu corpo.
Marcão se levantou devagar, a pele retinta brilhando com o suor do esforço. Ele olhou para a branquinha deitada de bruços, os cabelos pretos espalhados e os óculos caídos de lado no travesseiro, e soltou um riso baixo e vitorioso.
A Marca da Propriedade
Ele não disse "eu te amo" ou "foi bom". Ele se inclinou e sussurrou com aquela voz de barítono que agora fazia o corpo de Amanda vibrar de medo e desejo:
— "Agora você sabe, Amanda. Sabe o que é ser de um homem de verdade. O que aconteceu aqui dentro... esse calor que você tá sentindo... é o meu selo em você. Amanhã, quando você olhar para o Claudio, vai lembrar do peso da minha mão na sua cintura."
Ele se vestiu com uma calma irritante, abotoando a camisa preta enquanto Amanda se encolhia nos lençóis, sentindo a calcinha grande e o sutiã preto agora úmidos e marcados pelo que acabara de acontecer. Ela se sentia suja, mas, pela primeira vez em 22 anos, sentia-se viva.
A Saída Estratégica
Marcão saiu do quarto e foi até a sala. Claudio continuava apagado, a boca entreaberta, um quadro deprimente de desleixo. Marcão deu um tapinha no rosto do marido bêbado, apenas o suficiente para ele resmungar sem acordar.
— "Valeu pela cerveja, parceiro. Sua mulher é uma santa..." — debochou para o nada, antes de sair pela porta da frente e sumir na noite de Nova Iguaçu.
O Despertar da Culpa
Amanda levantou-se com as pernas trêmulas. Ela foi até o banheiro e se olhou no espelho. Viu a marca vermelha da mordida no pescoço, o cabelo desalinhado e os olhos por trás dos óculos que agora carregavam um segredo pecaminoso. Ela sentia o "gozo quente" escorrer por suas coxas, um lembrete físico de que o gigante de 1,90m tinha ido fundo demais.
Ela começou a se lavar freneticamente, tentando apagar o rastro de Marcão, mas a sensação do calor interno permanecia. Cada vez que ela passava a mão na pele onde ele a mordeu, o tesão voltava a faiscar.
O Confronto com a Realidade
Quando o sol começou a nascer, Claudio acordou no sofá, com uma dor de cabeça infernal e o gosto amargo da ressaca. Amanda já estava na cozinha, de óculos, fazendo o café, vestindo uma saia longa e uma blusa de gola alta para esconder a marca no pescoço.
— "Nossa, Amanda... eu apaguei, né? O Marcão já foi?" — perguntou Claudio, coçando a barriga, sem nem perceber o cheiro do perfume de Marcão que ainda impregnava a casa.
— "Já, Claudio. Ele foi embora faz tempo" — ela respondeu sem olhar para trás, a voz firme, mas o corpo ainda pulsando com a lembrança do esculacho.
Naquela segunda-feira, quando Amanda chegasse à recepção do 12º andar, ela não seria mais a mesma. Ela ajeitaria os óculos para ver Marcão passar, e ambos saberiam que, por baixo daquela saia evangélica e da postura quieta, existia uma mulher que agora pertencia ao calor proibido do gigante da segurança. O jogo de sedução tinha terminado, e a era da possessão estava apenas começando.
Foto 1 do Conto erotico: A Santa de Óculos e o Selo do Pecado: A Rendição de Amanda


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Ficha do conto

Foto Perfil diario-malicioso-
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Nome do conto:
A Santa de Óculos e o Selo do Pecado: A Rendição de Amanda"

Codigo do conto:
259416

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
15/04/2026

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
1