Melissa a danadinha da pousada de angra dos reis( Seduzida pelo padrasto)

O cenário era uma tarde sufocante em Angra, onde o ar parecia parado e o mar, de um azul metálico, refletia o sol impiedoso. Carla tinha ido ao centro resolver burocracias da pousada, deixando a casa sob o silêncio vigilante de Jorge. O ex-policial estava sentado na varanda, limpando um par de binóculos com a precisão de quem ainda vive sob o código da caserna, mas seus olhos, treinados para detectar ameaças, estavam prestes a encontrar sua maior fraqueza.
?Foi quando Melissa saiu para a área da piscina.
?O Contraste do Perigo
?Ela não estava usando roupas. Melissa tinha escolhido o biquíni preto de fita, o mais ousado de sua coleção. O tecido era minúsculo, uma arquitetura de d******* que contrastava violentamente com sua pele morena e intensamente bronzeada. A calcinha estava cravada e desaparecida em suas curvas, deixando à mostra cada músculo que ela esculpia com disciplina na academia.
?Ela caminhava com uma naturalidade calculada. Seus cabelos lisos balançavam nos ombros e o som de seus chinelos batendo no piso de pedra era o único som que quebrava o silêncio. Ela sabia que Jorge estava lá. Ela sentia o olhar dele, um olhar frio, analítico, mas carregado de um tesão que ele tentava sufocar com sua postura de autoridade.
?O Jogo de Sombras e Reflexos
?Melissa parou na borda da piscina, de costas para o padrasto. Ela se inclinou lentamente para testar a temperatura da água, fazendo com que o biquíni preto se esticasse ainda mais, revelando a perfeição da sua bunda e a marquinha de sol impecável. Ela percebia o peso do olhar dele nas suas costas; era uma pressão quase física, um desejo que parecia gritar no silêncio da varanda.
?Jorge não se movia. Ele mantinha a expressão de pedra, a mandíbula cerrada, mas a respiração estava mais pesada. Melissa, disfarçando com uma maestria absoluta, pegou um frasco de óleo bronzeador e começou a passar nas coxas. Ela deslizava as mãos lentamente, subindo até o limite onde o biquíni preto se enterrava na carne.
?— "Pai, o sol está castigando hoje, não acha?" — ela perguntou, sem se virar, com uma voz doce que escondia uma navalha de provocação.
?O Embate Silencioso
?Jorge demorou a responder. Ele olhava para as costas de Melissa, para o brilho do óleo na pele dela e para o fio preto que parecia cortar suas formas. O desejo dele era uma mistura de proibição e posse.
?— "O sol queima quem não sabe se proteger, Melissa" — ele respondeu, com a voz rouca, seca como o deserto.
?Melissa deu um sorriso de canto de boca, ainda de costas. Ela se virou devagar, deixando que ele visse os seios pequenos e firmes quase escapando pelo biquíni, e os olhos puxados dele brilharam com uma d******* que nenhuma farda poderia conter. Ela passou por ele para entrar na casa, propositalmente raspando o braço no ombro dele. O cheiro de coco e pele quente inundou os sentidos do policial.
?Ela entrou, mantendo a pose de "boa menina", mas por dentro, o fogo da vitória ardia. Melissa sabia que, sob aquela fachada de gelo e autoridade, Jorge estava em chamas. Ela tinha transformado o protetor da casa em seu prisioneiro visual, e o biquíni preto cravado era a prova de que, naquela pousada, quem dava as ordens — mesmo em silêncio — era ela.
O ar na sala da pousada estava tão denso que parecia que qualquer faísca causaria uma explosão. Melissa estava encostada no balcão da cozinha, bebendo um copo de água gelada, sentindo as gotículas escorrerem pelo pescoço e sumirem no decote do biquíni preto. Ela ouviu os passos pesados de Jorge. O ex-policial, que antes mantinha a distância na varanda, agora entrava no ambiente com uma determinação diferente.
?Jorge parou a poucos centímetros dela. Ele não tinha mais os binóculos nas mãos; agora, suas mãos estavam inquietas, e o olhar frio de autoridade estava dando lugar a uma d******* que ele não conseguia mais mascarar.
?O Cerco do Predador
?Ele fingiu que ia pegar um copo, mas não se afastou. Antes de qualquer coisa, Jorge lançou um olhar rápido para a janela, conferindo o caminho que levava ao cais, certificando-se de que o barco de Carla ainda não despontava no horizonte. Estavam sozinhos.
?— "Você passa muito tempo sob o sol, Melissa..." — ele começou, a voz muito mais baixa e rouca do que o normal. — "O corpo de uma mulher como você é como uma arma carregada. Você sabe o perigo que corre andando por aí com esse biquíni que mais parece uma pintura?"
?Melissa não recuou. Ela inclinou a cabeça, deixando o cabelo liso cair para o lado, e sustentou o olhar dele.
— "Perigo, pai? Achei que eu estivesse segura aqui, sob a sua proteção" — ela provocou, dando um gole lento na água e deixando uma gota correr propositalmente pelo canto da boca carnuda.
?O Exame Minucioso
?Jorge ignorou a ironia. Ele deixou os olhos descerem lentamente pelo corpo dela, parando no biquíni preto que estava tão cravado e enterrado que parecia parte da pele dela. Ele esticou a mão, mas não tocou; apenas apontou para a marca de sol que aparecia no quadril de Melissa.
?— "Você está muito malhada. Sua mãe comenta que você não sai da academia... mas vendo de perto, dá para ver que os resultados são... perturbadores." — Ele deu um passo à frente, invadindo o espaço vital dela. — "A Carla não faz ideia da mulher que você está se tornando quando ela vira as costas."
?O Jogo de Riscos
?Melissa sentia o calor emanando do corpo de Jorge. Ela percebia que ele estava trêmulo, lutando contra décadas de disciplina. Ela deu um passo lateral, fazendo o biquíni preto roçar levemente na calça dele, e sussurrou:
?— "E o que o senhor pretende fazer a respeito, Jorge? Vai me dar uma advertência... ou vai continuar apenas olhando?"
?O policial aposentado cerrou os punhos. Ele olhou novamente para a porta, o coração batendo forte contra o peito. O tesão era uma força que ele não sentia há anos, uma adrenalina que superava qualquer perseguição policial. Melissa sorriu, sabendo que tinha quebrado a última barreira dele. Ela não precisava dizer mais nada; o silêncio e o biquíni cravado já tinham feito todo o trabalho de destruição.
O ar na pousada parecia carregar o peso de uma tempestade iminente. Jorge, sentindo que o controle que sustentou por décadas como policial estava por um fio, fez um sinal sutil. Com o olhar fixo e uma autoridade que não admitia réplicas, ele a conduziu para uma área da propriedade que os hóspedes não frequentavam: um depósito isolado, cercado por vegetação densa, onde o som das ondas abafava qualquer outro ruído.
?Ali, as máscaras de "padrasto" e "boa menina" foram incineradas pelo calor do momento.
?A Queda da Proteção
?Assim que cruzaram o limiar da porta, Jorge deixou de ser o homem contido. Ele a tratou com a dureza de quem assume o comando total, transformando Melissa de soberana da provocação em sua prisioneira sensorial. Ele a submeteu a um jogo de dominação absoluta, tratando-a como uma ninfeta que finalmente havia encontrado o mestre que tanto buscou desafiar.
?Ele a manipulava como se ela fosse uma gueixa, exigindo silêncio e obediência enquanto explorava cada curva que ela exibiu durante o dia. A "boa menina" de Angra viu-se despojada de sua arrogância; Jorge a esculachou com palavras duras, expondo a safadeza que ela escondia sob o olhar puxado, tratando-a com o rigor e a crueza que o desejo proibido exige.
?O Abuso do Poder
?Melissa, sentindo a força das mãos calejadas dele, descobriu que ser dominada era o ápice da sua própria fantasia. Jorge usou e abusou do poder que tinha, manuseando-a com a frieza de um interrogador e a fome de um homem que estava faminto há anos. O biquíni preto, que antes era uma ferramenta de tortura visual para ele, foi rasgado pela necessidade bruta de posse.
?Ele a possuía em posições que desafiavam sua resistência física, ignorando qualquer delicadeza. Melissa gemia, mas seus gemidos eram de uma entrega que ela nunca havia experimentado; ela era, naquele momento, o objeto de de tesão total de Jorge. Ele a tratou como uma escrava de seus desejos mais sombrios, cobrando cada segundo de provocação que ela o fizera passar nos últimos meses.
?O Pacto das Sombras
?A cada tapa, a cada palavra pesada, Melissa sentia que sua identidade de modelo e estudante se dissolvia na putaria daquele depósito. Jorge a consumiu por inteiro, usando sua experiência para levá-la a um estado de êxtase que beirava a dor.
?Quando o ato terminou e o silêncio voltou a reinar no esconderijo, Jorge a olhou de cima a baixo, ainda com o olhar frio do policial, mas com o peito arfando. Melissa estava trêmula, com a pele bronzeada marcada pelo esforço e pela brutalidade do encontro.
?— "Agora você sabe o que acontece quando provoca o homem errado" — ele sussurrou, ajeitando a própria roupa com a mesma precisão de quem acaba de encerrar uma ocorrência.
?Melissa, ainda no chão, ajeitou os restos do biquíni, sentindo o corpo latejar. Ela não disse nada, mas o olhar que lançou para Jorge não era de medo, era de uma cumplicidade profana. Eles tinham um pacto agora, um segredo escrito com suor e putaria nas sombras de Angra.
A tensão na pousada mudou de figura. O que antes era um jogo de sedução e poder tornou-se uma armadilha de aço. Melissa estava no seu quarto, ainda sentindo o corpo latejar daquele encontro brutal no depósito, quando o celular vibrou.
?Ao abrir a mensagem, o sangue dela gelou. Jorge não estava apenas jogando; ele estava operando com a frieza de um investigador que monta um dossiê.
?A Mensagem da Sentença
?"Eu sempre soube o tipo de mulher que você era sob essa máscara de boa menina. A 'puta encubada' finalmente se revelou. Mas não pense que aquele momento no depósito foi o fim. Foi apenas o começo. A partir de agora, Melissa, você é minha propriedade. Eu sou o dono do seu tempo, do seu corpo e dos seus segredos."
?Melissa leu e releu, o coração batendo na garganta. Mas o golpe final veio no parágrafo seguinte:
?"Se você pensar em me desobedecer ou se achar que pode continuar o seu teatrinho com os hóspedes, lembre-se: eu sou o responsável pela segurança desta pousada. Eu tenho os registros das câmeras de ângulo morto que instalei. Tenho cada segundo da sua 'apresentação' para aqueles coroas ontem. Imagine a cara da Carla ao ver a filha exemplar se oferecendo daquela forma... Quer arriscar?"
?O Encurralamento
?Melissa sentiu o mundo girar. Ela, que sempre se achou a mestre da manipulação, estava agora contra a parede. O policial aposentado tinha usado sua experiência para cercar cada saída dela. Ela olhou para a porta, depois para o espelho, vendo a marca vermelha no pescoço que o biquíni preto não conseguia mais esconder.
?Ela desceu para a cozinha, onde Jorge estava sentado calmamente tomando um café, como se nada tivesse acontecido. Quando os olhos deles se cruzaram, ela viu o brilho de posse. Melissa não disse uma palavra. Pela primeira vez na vida, a boca carnuda que tanto provocou estava trêmula. Ela simplesmente abaixou a cabeça, aceitando o peso daquela nova realidade.

Foto 1 do Conto erotico: Melissa a danadinha da pousada de angra dos reis( Seduzida pelo padrasto)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Melissa a danadinha da pousada de angra dos reis( Seduzida pelo padrasto)

Codigo do conto:
259408

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
14/04/2026

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