A Branca do Vestido Florido: O dia em que uma casada fogosa nos levou para o quarto dela em CG

Uma Foda Descomunal em Campo Grande: O Relato de uma Noite Inesquecível
?Irmão, se eu te contar o que aconteceu naquela noite ali na rua do Fogão de Lenha, perto do West Shopping, tu não vai acreditar. Eu e o meu primo estávamos de bobeira no pagode, tomando uma cerveja e curtindo o som, quando de repente o clima do lugar mudou por completo. Entrou uma mulher que parou o evento. O nome dela descobri depois: Jéssica. Cara, que espetáculo de mulher. Uma branca grande, imponente, devia ter uns 35 anos, com um corpão daqueles de dar nó na mente de qualquer moleque. Ela tinha a pele bem clara, um quadril largo e era cheia de tatuagens espalhadas pelos braços e pelo colo, o que deixava ela com uma cara de muito poderosa e safada ao mesmo tempo. Ela sempre planejou a vida inteira para não ter filhos, porque gostava era de curtir e aproveitar a liberdade.
?O que a gente não sabia era que ela tinha brigado feio com o marido, um tal de Cláudio, que trabalha como bombeiro civil em uma empresa terceirizada. Ele tinha saído dizendo que ia cobrir um evento de última hora, falou que ia embora e sumiu. De pura raiva, a Jéssica vestiu sua roupa mais ousada e resolveu sair sozinha para espairecer. Ela chegou no pagode com uma marra do caralho, com a cara fechada de quem tinha brigado com o mundo, sentou numa mesa de canto bem do nosso lado e pediu logo um balde de Heineken.
?Ela estava sozinha, bebendo e mexendo no celular a todo momento, ignorando todo mundo em volta. Mas o tamanho e a presença daquela mulher não tinham como passar batido. Eu e o meu primo paramos de olhar para o palco na hora. A gente simplesmente começou a morder e a comer aquela mulher com os olhos. Cada gole que ela dava na cerveja, a gente ficava secando o decote dela, babando nas curvas e nas tatuagens daquela gostosa. A gente não disfarçava nada; o nosso olhar era puro tesão.
?O tempo foi passando e a cachaça foi subindo. Quando deu mais ou menos umas três horas da manhã — aquela hora em que o juízo já sumiu —, eu precisei ir ao banheiro de verdade. Na volta, o pagode estava tão lotado que o espaço entre as mesas sumiu. Para passar de volta para o meu lugar, eu tinha que passar bem por trás dela. Foi a minha deixa. Fui aproximando devagar. Ela estava sentada, e quando cheguei bem colado nas costas dela, botei uma das minhas mãos com firmeza naquela cintura gostosa dela, inclinei o corpo e falei bem no pé do ouvido dela, com a voz grossa da cachaça: "Tem como me dar licença, por favor?". No que eu falei, dei aquela sarradinha de responsabilidade bem no meio daquela bunda enorme e dura. Ela estava com um vestido branco, florido, de um tecido bem levinho. Senti a textura da bunda dela, o formato todinho, pele com pele, parecendo que ela estava até sem calcinha. Ela só deu aquela olhada de lado, por cima do ombro, e soltou com a voz mansa: "Pode passar".
?Levemente, eu e o meu primo fomos chegando ainda mais perto, até colar na mesa dela. Começamos a jogar conversas aleatórias e o desenrolo fluiu. A cachaça já estava subindo na mente dela também, e no meio do papo ela mandou a real: disse que era casada e que estava ali sozinha só para distrair a cabeça. Ficamos ali bebendo e rindo, até o exato momento em que o DJ mudou o clima e começou a tocar funk. A Jéssica começou a dar uma reboladinha bem de leve, dando aquela olhada para trás para ver se a bunda dela estava encostando em mim. No começo eu não encostava, mas ela mesma deu um passo curto para trás e rebolou com tudo. Deixei a minha piroca armada ali, servindo de escora. Minha piroca já estava dura feito uma pedra, marcando o short de um jeito que ela sentia perfeitamente o tamanho do problema.
?A partir dali, virou uma covardia completa. Eu e o meu primo revezávamos a Jéssica ali na pista, bem agarradinhos no meio do aperto. A gente ria um para o outro, sabendo que o entrosamento estava forte. Falávamos algumas besteiras no ouvido dela, e ela ria dizendo para a gente parar, que era casada e só queria curtir. Mas a gente se aproveitava, sarrava na bunda dela, botava a mão na cintura... Até que teve uma hora em que a luz se apagou na pista. Colei por trás, botei a mão na barriga dela e fui subindo bem devagarzinho até dar uma leve apertada naquele peito fartíssimo. Ela olhou para trás novamente sorrindo e disse: "Melhor você parar, que eu sou casada".
?O clima ficou fervendo naquela sarração entre eu, ela e meu primo. Quando deu 4 horas da manhã, com o pagode ainda bom e ninguém saindo, ela disse que queria ir embora. Pagou a conta e saiu. Eu olhei para meu primo e falei: "Vamos atrás dela?". Ele disse na hora: "Ué, vamos".
?Saímos batidos e vimos que ela tinha um carrão bem grande, uma SUV preta. Quando ela apertou a chave do alarme, nós nos aproximamos. Meu primo chegou junto e disse: "Ué, você já vai embora mesmo?". Ela disse: "Sim, por quê?". Ele emendou: "Não deu nem pra gente começar o que a gente terminou...". Ela estranhou: "Começar o que terminou, o quê?". E ele: "Nossa dança". Ela sorriu, mexendo no cabelo, e começamos a conversar com ela ali na porta do carro. Meu primo, que era muito mais malandro e bom de desenrolo do que eu, continuou instigando até que, do nada, foi lá e lascou um beijo nela. Ela tirou ele de leve e disse: "Menino, melhor você parar, sou casada, já disse". Ele respondeu na lata: "Eu já sei e eu não quero problema, eu só quero solução". Então voltou a beijar ela e a apertar ela todinha. Ele botava a mão por debaixo do vestido dela, apertando só a bunda, e com a mão esquerda me puxou para próximo.
?Ficamos ali nós três naqueles amassos na rua. Meu primo beijava ela e eu passava a mão naquele corpinho todinho, descendo até aquela bunda gigante. Foi aí que senti que a filha da puta estava com uma calcinha fio dental bem pequenininha. Meu primo pegou um de seus dedos, enfiou por dentro da calcinha e botou bem na buceta dela, empurrando com tudo. Ela olhou para mim e soltou um gemido forte. Ele tirou o dedo encharcado e mandou ela chupar. E não é que a desgraçada chupa mesmo? Depois disso, ela olhou para nós com o peito subindo e descendo e falou: "Meninos, melhor a gente parar por aqui, vem".
?Entramos na SUV preta e fomos direto para perto de um condomínio onde ela morava, ali perto de uma universidade que fica próximo à linha do trem em Campo Grande. Quando chegou na entrada do condomínio, ela deu uma piscadinha para o porteiro, que abriu o portão imediatamente. Ela estacionou, olhou para um lado e para o outro e disse: "Vamos descer, podem subir". A gente subiu sem nem acreditar onde tinha ido parar: logo na casa dela, um apartamentozinho simples.
?Os nossos amassos recomeçaram ali mesmo nas escadas, porque ela não quis subir no elevador alegando que tinha câmera. Ela era tão provocativa que fazia questão de subir na frente para a gente ficar assistindo, lá de baixo, aquele bundão imenso de vestido branco subindo degrau por degrau na nossa cara. Quando chegou na porta do apartamento, ela mandou a gente calar a boca e mandou entrar. Fomos direto para o quarto dela e lá começamos a nos beijar nós três de uma vez. Apertava ela, mordia ela todinha e chupava ela todinha, enquanto ela gemia feito uma desgraçada.
?Foi quando o meu primo sentou na beirada da cama, tirou a bermuda e ficou só de camisa, colocando para fora aquela piroca dele enorme — que, de verdade, o negócio é muito grande mesmo. A Jéssica ficou de ladinho e ele botou ela para chupar. Enquanto ela estava ali focada, ocupada com o boquete guloso na piroca do meu primo, eu vim por trás, levantei o vestido florido e fodi aquela filha da puta bem de ladinho, bem gostoso. Ela estava muito molhada, muito encharcada mesmo, facilitando a entrada do meu pau até o talo.
?O tesão foi subindo tanto que eu quis mudar a posição. Falei no ouvido dela: "Vem cá, agora eu quero de quatro". Taquei ela de quatro na cama, deixando aquele rabo gigante empinado, e enchi ela de tapa estalado. Ela pirou e começou a gemer muito alto, sem se importar com os vizinhos ou com onde estava. Eu mandava ela calar a boca para não explanar tudo, e forçava a cabeça dela para a frente, obrigando a desgraçada a engolir a piroca do meu primo até o fundo da garganta para ela não conseguir gemer alto. Ela ficava ali presa, tomando o meu pau por trás e engasgando no pau do meu primo na frente.
?Até que chegou o momento em que o meu leite subiu com força e eu quis gozar. Puxei meu pau da buceta dela, segurei no cabelo dela e botei a piroca direto na boca dela. Comecei a gozar forte, jorrando tudo, e o meu primo veio logo em seguida e também gozou muito na boca dela. A filha da puta foi profissional da safadeza: bebeu tudinho o leite dos dois garotões sem deixar cair uma gota.
?Depois que o furacão passou e todo mundo recuperou o fôlego, ela olhou para mim e para ele, ainda meio anestesiada, e disse: "Gente, não acredito no que aconteceu. Eu realmente sou casada...". Meu primo sorriu de canto, ajeitando a roupa, e mandou: "Relaxa, isso vai ficar entre nós". Ela deu um sorriso de cumplicidade, pegou o celular e falou: "Não vou levar vocês lá fora, tá bom? Pede um Uber que eu libero a entrada dele daqui de dentro".
?Quando o Uber chegou na portaria, nos buscou e nós fomos embora felizes da vida, rindo sozinhos no banco de trás. Até hoje nós nem sabemos quem é ela de verdade, pois não pegamos telefone, Instagram, nem nenhum contato. Só carregamos com a gente, até hoje, a lembrança eterna dessa foda descomunal que parou Campo Grande.
Foto 1 do Conto erotico: A Branca do Vestido Florido: O dia em que uma casada fogosa nos levou para o quarto dela em CG


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Branca do Vestido Florido: O dia em que uma casada fogosa nos levou para o quarto dela em CG

Codigo do conto:
267656

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
19/07/2026

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