Letícia casada e putinha do primo ( Sabado a tarde )



O sábado à tarde estava abafado, e o clima dentro daquela casa parecia ainda mais quente por causa do celular que não parava de vibrar. O marido de Letícia estava na sala, assistindo à televisão, enquanto ela tentava se concentrar nas tarefas domésticas. Mas a cada cinco minutos, a tela acendia com uma enxurrada de mensagens de Geovane. O primo estava na rua, bebendo com os amigos num pagode, e a proximidade do álcool só deixava o negão ainda mais audacioso. Ele mandava áudios sussurrados, fotos daquela piroca de 25 centímetros latejando e textos cheios de putaria, dizendo o quanto estava louco para arrancar a roupa dela e foder a sua buceta até o talo ali mesmo na Zona Oeste.
Letícia digitava rápido, com o coração na boca, olhando de rabo de olho para o marido: "Para, Geovane! Pelo amor de Deus, meu marido está aqui do lado. Para de mandar essas coisas". Mas o primo não cedia: "Eu sei que você está se molhando aí, sua putinha. Eu estou perto, com o caralho duro só de pensar em você". Aquilo operava como um veneno na mente de Letícia. Ela pedia para parar, mas por dentro estava se queimando viva de tesão, a calcinha inexistente deixando o calor do corpo ainda mais evidente.
A oportunidade perfeita surgiu quando os dois filhos do casal pediram para ir brincar na casa de uns amiguinhos da rua. Letícia deixou na hora, ansiosa por um pouco de silêncio, ficando em casa apenas com o marido. Para continuar limpando a casa naquele mormaço, ela vestia um top preto justo e um shortinho curto de lycra, também preto, que ficava completamente enterrado na sua bunda redonda de morena. Como estava sem calcinha, o tecido fino colava direto na sua intimidade, que já estava completamente úmida por causa das mensagens do primo. Ela passava o pano nos móveis, conversava bobagens com o marido para disfarçar, mas a cabeça estava no celular.
De repente, o marido se levantou, pegou as chaves e disse:
— Amor, vou dar uma pulada ali no lava-jato para dar uma geral no carro, deve demorar umas duas horas. Quer alguma coisa da rua?
— Não, lindo, vai lá. Vou terminar de dar faxina aqui — ela respondeu, com a voz mais natural do mundo, embora o peito estivesse arfando.
Assim que o portão bateu e o barulho do motor do carro sumiu na rua, Letícia desabou no sofá. O tesão acumulado explodiu. Ela pegou o telefone e digitou para Geovane: "Onde você está?". A resposta veio na hora: "No bar da esquina, a dois minutos daí". Sem pensar nas consequências, a mente totalmente dominada pelo caralho do primo, ela ordenou: "Vem logo. Estou sozinha".
Não deu dez minutos, a campainha tocou de leve. Letícia abriu a porta e Geovane entrou como um furacão. Ele estava visivelmente bêbado, com os olhos vermelhos e aquele hálito de cerveja misturado com o perfume forte de homem. Sem dizer uma única palavra de carinho, o negão a prensou contra a parede. Suas mãos enormes e pesadas apertaram a cintura dela com tanta força que deixou marcas vermelhas na pele canela. Ele desceu a mão e desferiu dois tapas estalados e violentos na bunda dela por cima do short de lycra, fazendo a carne tremer.
— Você é uma puta mesmo, né? O marido sai e você chama o primo para te comer — ele sussurrou com a voz arrastada da bebida, chamando ela de puta com uma crueza que a fez arrepiar inteira.
Letícia ficou quieta, aceitando a humilhação porque aquele jeito bruto do negão era o seu maior vício. Ela apenas respirava fundo, sentindo o volume duro dele esmagando sua barriga. Geovane, sem paciência para preliminares longas, largou-a, caminhou até o sofá da sala e se jogou para trás. Com movimentos brutos por causa do álcool, ele abriu a bermuda e colocou aquela monstruosidade de 25 centímetros para fora. A piroca estava completamente ereta, escura e latejando de tanto sangue.
— Vem aqui. Limpa o meu pau agora — ele ordenou, batendo a mão na coxa.
Letícia não tirou uma única peça de roupa. Com o short de lycra enfiado na bunda e o top preto sustentando seus peitos, ela se ajoelhou no chão da sala, bem no meio das pernas do primo. Ela segurou a base daquele caralho colossal com as duas mãos e abriu a boca, envolvendo a cabeça roxa e quente da piroca. O contraste do tamanho era absurdo. Ela começou a chupar com uma vontade desesperada, querendo saciar o tesão que a consumia desde o início da tarde.
O boquete foi intenso e barulhento. Como Geovane estava bêbado, ele segurou a cabeça da prima pelos cabelos pretos com força, ditando um ritmo agressivo. Ele empurrava o quadril para a frente, fazendo a piroca entrar inteira, batendo no fundo da garganta de Letícia. Os olhos dela lacrimejavam pelo impacto, o nariz batendo contra os pelos pubianos dele, mas ela não recuava. Ela sugava com força, fazendo um som molhado de saliva ecoar pela sala vazia, usando a língua para lamber o tronco do membro e envolvendo os testículos pesados dele com os dedos livres.
Geovane gemia alto na sala, jogando a cabeça para trás no estofado do sofá, completamente entregue ao talento da boca da prima. Ele puxava o cabelo dela para trás, olhava ela ali de joelhos, vestida de preto, com a bunda empinada no chão, e metia a boca dela como se fosse um buraco qualquer.
— Caralho, Letícia... chupa, sua puta... engole tudo — ele balbuciava, completamente embriagado de álcool e prazer.
A morena acelerou o movimento, usando as mãos para massagear a base enquanto a boca trabalhava freneticamente até o talo. O calor e a pressão da garganta dela foram demais para o negão bêbado. Depois de alguns minutos de puro massacre na boca, Geovane deu uma estocada final profunda na garganta dela, seu corpo inteiro travou no sofá e ele começou a gozar.
Foram jatos massivos e quentes de porra. Letícia não recuou; manteve a boca firme, recebendo aquela quantidade absurda de leite direto na garganta. Ela engoliu a maior parte em goles pesados, sentindo o gosto forte do sêmen do primo, enquanto o resto escorria pelo canto da sua boca, melando o queixo e caindo sobre o tapete da sala. Geovane teve alguns espasmos finais e relaxou, o pau amolecendo devagar dentro da boca dela.
Assim que ele terminou, o feitiço do tesão pareceu dar lugar ao pânico em Letícia. O relógio estava correndo e o marido podia voltar a qualquer momento. Ela se levantou rapidamente do chão, limpando a boca com as costas da mão, os olhos focados na porta. O short de lycra continuava perfeitamente enterrado na sua bunda, e a buceta, embora intocada naquela tarde, estava encharcada de desejo.
— Pronto, Geovane. Agora chega — ela disse, a voz firme misturada com o cansaço. — Limpa isso aí, guarda esse pau e vai embora agora. Meu marido daqui a pouco está entrando por aquele portão e os meus filhos estão voltando. Vai, se arruma e some daqui!
Geovane, ainda meio zonzo pela bebida e pelo orgasmo brutal, deu um sorriso de canto, limpou o resto de porra no próprio corpo com um pedaço de papel que ela entregou, guardou o membro na bermuda e se levantou do sofá pesadamente. Ele sabia que já tinha conseguido o que queria. Deu mais um tapa de despedida na bunda dela e saiu pelos fundos, deixando Letícia sozinha na sala para limpar os vestígios daquela traição relâmpago antes que a família retornasse.
Foto 1 do Conto erotico: Letícia casada e putinha do primo ( Sabado a tarde )

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Letícia casada e putinha do primo ( Sabado a tarde )

Codigo do conto:
265787

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
01/07/2026

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