Confissões de uma "Santa": O Preço do Silêncio e a Foda com o Síndico.
O dia seguinte ao feriado começou com um clima pesado. Denise ainda sentia o corpo dolorido daquela foda intensa na piscina, e a lembrança do plug rosa a deixava úmida só de pensar. Mas a paz acabou quando o celular vibrou. Era o Sr. Wagner, o síndico, um homem branco, forte, meio careca e com aquela cara de quem não deixa passar nada. ?As mensagens eram evasivas, o que deixava Denise em pânico. Quando ele finalmente soltou o que sabia, o chão dela sumiu. Um morador tinha visto "uma mulher transar com um homem negro e forte" na piscina. Wagner não era bobo; ele sabia que só Denise tinha a chave da área de lazer naquele horário. ?Denise, sentindo o mundo desabar, percebeu que precisava agir rápido. Se o Fábio soubesse, era o fim. Ela sentiu que sua "santidade" teria que ser usada para algo mais sujo agora: o silêncio. Quando Wagner aceitou subir para conversarem "pessoalmente", ela já tinha o plano traçado. ?Ela se despiu da roupa de igreja e vestiu aquela lingerie vermelha de renda, a mais provocativa que tinha. Por cima, apenas um robe de seda preto que mal escondia as curvas. Quando a campainha tocou, ela respirou fundo e abriu a porta com um olhar que Wagner nunca tinha visto. ?— Denise? O que é isso? — Wagner travou na porta, os olhos arregalados, a respiração ficando pesada ao ver os seios dela quase pulando para fora da renda vermelha. — E o seu marido? ?— Relaxa, Wagner... o Fábio não está. E o que ninguém vê, ninguém sabe — ela disse, com uma voz de puta experiente que nem ela sabia que tinha. — Vamos "desenrolar" esse assunto do morador aqui dentro. ?Ela puxou o síndico para dentro e fechou a porta. O homem estava em choque, mas o volume na calça dele já denunciava que o plano dela estava funcionando. Denise não deu tempo para ele pensar. Ela encostou ele contra a porta e começou a abrir o cinto dele. ?— Você disse que não gosta de se meter na vida de ninguém... então não se mete. Deixa que eu cuido de você e você esquece o que ouviu — ela sussurrou, descendo o zíper e dando de cara com uma piroca branca e grossa, que já estava pulsando de vontade. ?Denise, que já estava viciada na sacagem, não hesitou. Ela se ajoelhou e começou a chupar o síndico com uma fome desesperada, querendo garantir que ele nunca abriria a boca. Wagner, que sempre foi um homem sério, perdeu o juízo. Ele agarrou a cabeça dela com força, gemendo alto enquanto ela engolia tudo, demonstrando que a "boa menina" do prédio estava disposta a qualquer putaria para manter seu segredo. ?— Você é uma safada, Denise... quem diria — ele arfava, já entregue ao prazer. ?Ela parou por um segundo, olhou para ele com os lábios molhados e disse: — Eu sou o que você quiser, desde que você apague aquela conversa e me mostre como um síndico sabe foder de verdade. ?Ela o levou para o sofá da sala, bem na frente daquela mesma janela de vidro. Wagner não perdeu tempo; ele a jogou de quatro, rasgou a calcinha vermelha dela e começou a meter com uma força bruta, uma transa carregada de chantagem e luxúria. Denise gemia de prazer e de alívio, sentindo a piroca dele preencher cada espaço seu. Ali, ela percebeu que agora tinha dois homens da família e o síndico nas mãos — ou melhor, entre as pernas. ?Wagner gozou fundo nela, selando o acordo de silêncio com muito sêmen e safadeza. O problema do morador estava resolvido, mas Denise sabia que agora tinha mais um vício: o prazer de ser a puta dona do prédio.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.