A Casada Arreganhada: Onde o Marido não Chega, a Língua do Negão Devora
"Pro meu marido, eu sempre fui a mulher difícil, a exigente. Eu fazia ele acreditar que o prazer era uma ciência complicada. Quando ele descia, eu ficava ali, ditando as regras: 'Mais pra esquerda', 'Não, assim dói', 'Você não sabe onde é o meu ponto G', 'Tem que ser com calma'. Eu fazia ele se sentir um eterno aprendiz, um cara que nunca chegava lá, enquanto eu fingia um orgasmo ou outro só para ele parar de tentar. Eu criei um personagem de mulher sensível que precisava de um mapa para sentir prazer. Mas a verdade? A verdade é que o mapa só funciona quando o motorista tem vigor. O Fim da Aula de Anatomia Quando eu saio daquela redoma de vidro e encontro o negão que eu desejo na rua, toda aquela palhaçada de 'ponto G' e 'sensibilidade' desaparece. Eu não preciso dar aula, porque ele já chega como dono da situação. Com ele, eu não sou a esposa que ensina; eu sou a mulher que arreganha as pernas feito uma galinha pronta para o abate. Na frente dele, eu perco a pose. Eu abro tudo, escancaro a minha intimidade sem qualquer vergonha. Ele não pede licença e não fica procurando com delicadeza. Ele me trava, segura as minhas coxas com aquelas mãos imensas e me devora por inteiro. O Banquete de Horas Enquanto meu marido cansava em dez minutos e reclamava de câimbra na língua, esse homem me chupa por horas. É uma surra bruta, profunda, sem frescura. Ele usa a língua, usa os dedos, usa a boca de um jeito que parece que quer me engolir viva. Eu não dou instrução nenhuma; eu só urro. Eu perco o sentido, me contorço, cravo as unhas nas costas dele e gozo várias e várias vezes. É um jorro atrás do outro, uma porra que me deixa trêmula e sem forças. O ponto G que o meu marido nunca achou? O negão encontra em dois segundos e faz ele pulsar até eu não aguentar mais. Eu volto para casa, coloco a minha máscara de esposa 'difícil' e volto a reclamar do jeito que o meu marido me toca. Mas por dentro, eu ainda sinto o calor daquela boca que me tratou como eu realmente gosto de ser tratada: como uma puta , entregue ao prazer que só um homem de verdade sabe tirar de mim." "Voltar para casa depois de ser devorada daquele jeito é o maior tesão e a maior tortura que existe. Eu entro no elevador e sinto o rastro do pecado. Eu saí de casa como a esposa impecável, a 'professora' exigente, e agora estou voltando toda gozada e melada, sentindo o sabor dele escorrer lentamente pela minha coxa, sujando a renda da calcinha que eu escolhi a dedo para ser rasgada por ele. O cheiro dele está em mim. Está no meu pescoço, no meu cabelo e, principalmente, naquela região que o meu marido jura que é sensível. Eu me sinto pesada, preenchida, com aquela sensação de que fui 'usada' até o meu limite. Cada passo que eu dou no corredor do meu andar, sinto a umidade entre as pernas, um lembrete viscoso de que eu passei as últimas horas sendo a fêmea de outro homem. O Beijo da Traição Abro a porta e o meu marido está lá, sentado no sofá, provavelmente assistindo algo irrelevante. Ele olha para mim e sorri: 'Oi, amor, demorou hoje, hein?'. Ele se levanta para me dar um selinho, e eu tenho que fazer um esforço sobre-humano para não rir da cara dele. Ele me beija com aquela boquinha morna, sem imaginar que a minha boca ainda tem o gosto do que eu acabei de fazer, e que o meu corpo está fervendo, pulsando com o sexo quente de um negão que me destruiu. — 'Tô cansada, vou direto pro banho', eu digo, evitando que ele chegue muito perto e sinta o aroma da safadeza que emana dos meus poros. O Banho de Realidade Entro no banheiro e tranco a porta. Ali, no silêncio, eu me dispo diante do espelho. Vejo as marcas das mãos dele na minha cintura, a vermelhidão nos meus peitos de tanto serem abocanhados e a minha buceta, que meu marido mal consegue tocar, totalmente inchada e úmida. Eu entro debaixo do chuveiro e deixo a água quente levar o melado, mas não a lembrança. Enquanto eu passo o sabonete, sinto o ardor gostoso do esculacho que levei. Eu vejo o suor dele indo pelo ralo, misturado com a água, e fecho os olhos lembrando do boquete de horas, daquelas pernas arreganhadas e dos orgasmos múltiplos que o meu marido nunca vai conseguir me dar. Saio do banho, coloco o pijama, passo um hidratante e volto para a sala com aquela cara de 'santa'. Sento ao lado dele, e quando ele tenta colocar a mão na minha perna para começar aquele carinho sem graça, eu logo solto a minha frase clássica: 'Ai, amor, hoje não... estou com um nervoso, estou sensível'. Ele recua, pedindo desculpas, enquanto eu dou um sorriso interno. Ele continua sendo o instrutor de uma aula que eu já graduei com honras nos braços de outro. Ele tem a esposa recatada; o negão da rua tem a p**** que eu realmente sou."
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Realmente é uma grande verdade, melhor ser AMANTE, que ser marido.
Marido é sempre um atraso, não sabe nada, enquanto, que amante, não tem de ser meigo, mas sim bruto, e assim dá mais gozo á PUTA, que está dentro da Esposa do Marido...