?O Segredo do Churrasco: Como meu Primo me transformou em sua Putinha no Sigilo
?O domingo em Nova Iguaçu estava de rachar. O mormaço subia do asfalto e a única salvação era a cerveja estupidamente gelada que eu e meu primo Pedro vínhamos virando desde cedo. Minha mãe tinha saído para passar o dia fora, e o quintal era nosso. O cheiro da carne na brasa se misturava ao som de um pagode baixo, mas o clima entre a gente estava estranho. Eu, Claudio, sempre fui o primo "na dele", mas por dentro eu queimava. No fundo do meu guarda-roupa, escondidas, ficavam as lingeries e roupas de mulher que eu usava no sigilo, imaginando o dia em que um homem de verdade me faria perder a linha. E o Pedro, com 55 anos, aquele porte de homem rústico, braço grosso e jeito de quem manda, era o dono de todos os meus pensamentos mais sujos. ?O Convite do Abismo ?Lá pelas cinco da tarde, a caixa de cerveja já estava no fim. O Pedro, visivelmente alterado pela bebida, reclamou que o suor estava incomodando. — "Vou deitar um pouco lá no teu quarto, Claudio. O ventilador de lá é melhor" — ele disse, tropeçando nos próprios pés. Eu fui atrás, o coração batendo na garganta. Quando entrei no quarto, paralisei. O Pedro não só deitou, ele se despiu por completo. Jogou a bermuda e a cueca no chão e desabou na minha cama, completamente pelado. Ele apagou de barriga para cima, pernas abertas, exibindo uma piroca que, mesmo em repouso, era um monumento de carne escura e veias saltadas. ?Bebi o resto da minha lata de um gole só. A coragem líquida tomou conta. Me aproximei da cama com as pernas trêmulas. Me ajoelhei entre as coxas grossas dele, sentindo o cheiro de homem, suor e álcool. Meus lábios encostaram na cabeça daquela pica latejante e o mundo parou. Comecei a chupar bem devagar, sentindo a textura, a pontinha da língua brincando com o buraquinho que já chorava um pré-gozo transparente. ?O Despertar do Animal ?De repente, senti o peso de uma mão grossa e pesada sobre a minha cabeça. O Pedro não tinha acordado totalmente, mas a sua piroca estava consciente demais. Ele enterrou os dedos no meu cabelo e, com um movimento bruto, forçou a minha cara contra o seu púbis. — "P***... que delícia é essa..."* — ele rosnou, a voz rouca e arrastada. Ele não abriu os olhos de imediato, mas começou a guiar o movimento. Ele queria o pau dele fundo, batendo na minha garganta. Eu, tomado por uma safadeza que nem sabia que tinha, me entreguei. Eu era a puta dele ali, no chão, servindo o meu primo enquanto ele gemia o nome de qualquer mulher que passava na mente bêbada dele. ?A Transformação no Sigilo ?Foi aí que tive a ideia que mudaria tudo. Pedi um minuto e fui até o meu esconderijo. Com as mãos trêmulas, me vesti: enfiei a calcinha fio-dental vermelha da minha mãe, que apertava minha b***** e sumia no meu rabo; coloquei uma mini saia preta que mal cobria o início das minhas nádegas e um top de renda que deixava meus peitinhos marcados. Voltei para a beira da cama e o Pedro abriu os olhos, tentando focar. ?Na mente turva dele, ele não via o Claudio. Ele via uma fêmea, uma safada que tinha aparecido para satisfazer seus instintos. Ele me puxou com uma força animal e me jogou de quatro na cama. Puxou a calcinha vermelha para o lado e meteu a cara. Ele começou a chupar meu cuzinho com uma sede de quem queria abrir passagem à força. A língua dele era quente, áspera, entrava e saía me deixando louca. ?O Arrombamento e a Entrega ?Quando ele sentiu que eu estava no ponto, ele segurou minha cintura com as duas mãos e posicionou a cabeça daquela tora. No primeiro empurrão, eu soltei um grito agudo. Era grande demais, grosso demais. — "Relaxa, sua puta... eu vou te encher todinha" — ele disse, dando uma estocada seca que me atravessou. Ele foi entrando centímetro por centímetro, rasgando o meu sigilo, até que o saco dele bateu com força na minha bunda. Começou a foda mais animal da minha vida. O barulho da pele batendo, o Pedro me puxando pelo cabelo e me f******* com uma agressividade que me fazia gemer feito uma louca. Eu não era mais o primo; eu era a putinha do Pedro. A mini saia balançava, o fio-dental esticava e eu só sabia pedir por mais daquela piroca que me arrombava com vontade. ?Ele me virou de ladinho, dobrou minha perna e continuou o massacre. O prazer era tanto que eu já não sentia mais nada além daquele pau latejando dentro de mim. De repente, o corpo dele tencionou. Ele soltou um urro de vitória e eu senti: o primeiro jato de gozo quente inundando meu cuzinho. Foi um mar de leite. Ele descarregou tudo, preenchendo cada espaço interno meu, deixando o líquido escorrer pelas minhas coxas. Ele desabou e apagou de novo, ainda dentro de mim. ?O Round da Madrugada e a Fuga ?Dormimos agarrados, com o pau dele me servindo de rolha. Às duas da manhã, acordei com ele me chupando o pescoço. O tesão da madrugada é diferente. Ele me comeu de novo, agora com mais consciência, mas com a mesma safadeza. Me encheu de leite pela segunda vez, deixando meu cu transbordando. ?Quando ele finalmente entrou no sono profundo, eu saí dali na ponta dos pés. O resto de leite escorria pelas minhas pernas. Fui ao banheiro, me limpei, escondi as roupas da minha mãe no fundo do armário e voltei para o meu quarto, voltando a ser o Claudio "normal". O Pedro acordaria achando que teve o melhor sonho da vida dele, mas eu guardaria para sempre a sensação daquele pau enorme e o sabor de ter sido transformado na sua puta favorita no sigilo de um domingo de churrasco.
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