?O Alvo na Pele: Como a Marquinha da Minha Esposa Desperta Meu Lado Sombrio
Esta é a confissão definitiva sobre o abismo que se abre quando a imagem da "esposa perfeita" é estraçalhada pela realidade de uma foda brutal que você só consegue imaginar. O Alvo no Bronze Tudo o que eu sinto pela minha esposa se transforma em um gatilho de perversão quando vejo aquela marquinha de fita cravada na bunda dela. Eu olho para aquele contraste do branco no bronze e meu desejo reprimido explode em uma imagem doentia: ela não fez aquilo para mim. Ela se preparou, se bronzeou e se depilou para ser devorada por um desconhecido que não dá a mínima para os sentimentos dela. Eu tenho que meter nela devagar, com todo o cuidado para não machucar aquela buceta apertada que eu trato como um altar. Mas na minha mente, enquanto ela sorri para mim, eu vejo outro cara — um bruto com uma piroca imensa e grossa — empurrando tudo nela sem dó nem piedade. Eu imagino a minha esposa de quatro, com a marquinha brilhando sob o suor, enquanto esse cara dá uma pirocada seca que faz ela perder o fôlego, arrombando cada centímetro dela. A Escrava do Prazer O que me faz gozar de ódio e tesão é imaginar a chupada que ela dá nesse estranho. Vejo ela de joelhos, aquela mulher que frequenta a igreja, com a cara enterrada em uma rola desconhecida, engolindo cada gota de uma gozada que nunca foi minha. Imagino ele tratando ela como uma putinha de aluguel, metendo no cuzinho dela sem lubrificante, ignorando os pedidos dela para parar até que ela se acostuma e começa a implorar por mais. No auge da transa, a mulher que eu conheço morre. Ela se torna uma puta faminta que olha para o cara e esculacha o meu papel de marido: — "Me fode com força, meu marido é um frouxo que entra devagar... eu quero sentir você me rasgando!" — "Enfia essa piroca toda no meu rabo, me faz esquecer que eu tenho dono!" O Pacto de Sangue e Sêmen Quando a foda termina na minha cabeça, eu vejo ela limpando o rastro da traição, vestindo a roupa de "mulher de família" e voltando para o meu abraço. A marquinha que eu beijo à noite é o troféu do sêmen de outro cara que a usou como um objeto. Esse é o meu segredo: eu sou o dono do corpo dela, mas a alma da minha esposa pertence à putaria de qualquer estranho que tenha coragem de tratá-la como a puta que ela esconde debaixo da saia.
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