?O Ritual do Estúdio de tattoo: O Pagamento que o Marido Não Vê
"Meu marido acha que entende de desejo, mas ele não tem noção da profundidade do buraco. Em casa, o sexo é sempre a mesma história: as mesmas posições, a mesma pressa, aquele roteiro que eu já decorei. Ele reclama que eu não tiro a roupa toda, que eu fico de lingerie... e é verdade. Eu criei essa barreira. Com ele, eu mantenho a lingerie, o top, a farsa. É como se eu não quisesse entregar a minha nudez total para alguém que não sabe o que fazer com ela. ?Mas quando eu cruzo a porta do estúdio de tatuagem, a história é outra. ?O tatuador já conhece o meu jogo. Ele sabe que aquelas marcas pretas na minha pele morena têm um preço que não se paga com cartão. O trato é bruto e silencioso. Quando a sessão termina e o barulho da máquina para, o verdadeiro trabalho começa. E o que eu mais amo, o que me faz perder a cabeça, é que ele não tem as travas que o meu marido tem. ?Eu fico ali na maca, deitada de bruços, sentindo o arrepio da pele recém-tatuada. Ele vem por trás, com aquela mão pesada de quem lida com aço e tinta o dia todo. O ápice do meu prazer, o que eu imploro para ele fazer, é quando ele se abaixa e começa a chupar o meu cuzinho. É uma sensação de entrega total, de quebra de qualquer tabu. Ele faz com uma vontade, com uma sujeira, que me faz morder a almofada da maca para não gritar o nome dele. ?Enquanto meu marido tem nojo ou medo de explorar essa parte de mim, o tatuador devora. Ele me explora por completo, sem pressa, fazendo o meu corpo todo vibrar antes mesmo de me possuir. ?E tem o detalhe que me deixa mais excitada: eu não tiro a lingerie para ele também, mas por um motivo completamente diferente. Com o meu marido, a lingerie é um escudo; com o tatuador, é um acessório de p********. Eu adoro quando ele apenas afasta a fio-dental vermelha para o lado, deixando o tecido esticado contra a minha pele, e entra com tudo. Sentir a pressão da calcinha me apertando enquanto ele me maceta com força, sentindo o contraste da renda com a pegada bruta dele, é o que me faz gozar de verdade. ?Eu volto para casa com uma tatuagem nova na pele e uma marca invisível na alma. Meu marido me olha, vê a lingerie vermelha por baixo da camisola e acha que é para ele. Ele tenta, mas eu dou a desculpa de sempre, o cansaço de sempre. Ele mal sabe que aquela mesma peça de renda ainda está úmida do suor de outro homem, da boca de outro homem, e que o meu 'cuzinho' — que ele nunca teve coragem de tocar — ainda queima com o rastro do pagamento que eu acabei de fazer no estúdio."
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