O Preço da Provocação: A Casada que se Veste para Ser Devorada
Tem uma chave que vira na cabeça de uma mulher casada quando ela decide cruzar a linha e viver o proibido na rua. A gente passa anos na rotina do casamento, naquele sexo morno, previsível, onde o marido já olha para o nosso corpo com costume, sem aquela fome avassaladora. Mas quando a gente descobre o sabor da transgressão, a nossa mente se transforma por completo. A gente vira uma verdadeira putinha de rua, sedenta por adrenalina, por perigo e por um macho faminto que esteja doido para nos devorar de todas as formas possíveis. ?Tudo começa no guarda-roupa. A gente não se veste mais para o marido; a gente começa a escolher as lingeries pensando exclusivamente no rito de sedução do amante. Eu passei a comprar as peças mais safadas que encontrava nas lojas de grife: conjuntos milimétricos, rendas transparentes e, principalmente, calcinhas minúsculas, daquelas com o fio dental bem fino que fica completamente cravado no meio da bunda, desenhando e destacando cada centímetro da raba. Quando eu coloco uma peça dessas por baixo da roupa do dia a dia, eu já saio de casa com o corpo pegando fogo, sabendo que aquela armadilha visual foi feita para ser notada, rasgada e devorada pelo homem da rua. ?O momento do encontro é onde a hipocrisia do casamento cai por terra. Esse homem da rua não quer saber de carinho ou de romantismo; ele tem uma fome primitiva. Quando ele me vê chegando com aquela roupa provocante, os olhos dele brilham com puro desejo e malícia. Eu adoro instigar essa fera. Tiro a roupa devagar, empino a bunda bem alta para ele ver o fio dental cravado na carne macia, exibindo o monumento que meu marido já não aprecia com a mesma intensidade. O amante perde o controle na hora. Ele me agarra com força, mete as mãos calejadas na minha bunda, apertando e deixando marcas, enquanto me puxa pelo cabelo para fazer tudo aquilo que o meu marido nunca teve coragem ou competência para fazer. ?Com o homem da rua, não existem tabus ou limites. Se ele quer que eu me ajoelhe no chão para mamar até o talo, eu faço com o maior tesão do mundo, engolindo o pau enorme dele e deixando a saliva escorrer, assumindo uma submissão que me excita profundamente. Na hora de foder, o ritmo é selvagem, bruto, sem pressa e sem descanso. Ele me coloca em posições que me fazem gemer alto, preenchendo cada espaço da minha buceta com uma força que me desmonta inteira. Eu me entrego totalmente, viro um brinquedo nas mãos dele, implorando por mais, sentindo o prazer extremo de ser possuída por alguém que me deseja como se eu fosse a última mulher da Terra. Ele vai até o limite e goza tudo, uma quantidade enorme de porra quente bem fundo em mim, me deixando completamente preenchida e exausta. ?A melhor parte desse jogo psicológico é a volta para casa. Eu chego cansada, com o corpo mole, a pele quente e a buceta ainda pulsando, banhada pelo sêmen do outro cara. O tesão acumulado e descarregado na rua me deixa tão leve e saciada que, quando entro em casa, eu simplesmente não me importo com mais nada. Se o meu marido me procura na cama, na inocência dele, querendo transar, eu aceito na hora e transo com ele sem o menor problema ou peso na consciência. Na cabeça dele, eu sou a esposa dedicada e fogosa que está se entregando por amor; mas na minha mente, enquanto ele se move em cima de mim, eu fecho os olhos e continuo revivendo cada detalhe da safadeza da rua, saboreando o segredo de estar fodendo com o marido enquanto o rastro do macho faminto ainda escorre de dentro de mim.
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