"Fingi Estar Dormindo: O Relato do que o Filho do Meu Padrasto Fez Comigo no Sigilo"
?Meu nome é Amanda, e eu moro com a minha mãe, Paula, e o meu padrasto, Cláudio. A nossa rotina sempre foi bem normal, até o dia em que o passado do Cláudio resolveu bater à nossa porta. Ele tem um filho de um relacionamento antigo, um garoto de uns 25 anos que eu nunca tinha visto na vida. Sabia apenas que o nome dele era Lucas e que o garoto era o orgulho do pai: aquele tipo de nerd focado, que passava o dia enfiado nos livros e estudando para concursos. ?Na minha mente, eu já tinha desenhado o esteriótipo perfeito: um menino bobo, sem graça e sem nenhuma malícia. Que inocência a minha... ?Ele marcou de passar o final de semana conosco e chegou numa sexta-feira no final da tarde. Quando abri a porta, confesso que o choque foi inevitável. Ele realmente tinha aquela cara de bom moço, óculos de grau discretos e um estilo bem arrumadinho, mas tinha um porte atlético escondido por baixo da camisa e um sorriso simpático que, no mesmo segundo, me deu um estalo de curiosidade. O "nerd" tinha o seu charme, e aquele olhar tímido dele acendeu uma faísca de provocação em mim. ?A Casa Só Nossa ?O plano inicial era ficarmos todos em casa naquela noite, mas o destino — ou o meu próprio desejo oculto — jogou a meu favor. Minha mãe e meu padrasto receberam o convite de última hora para uma festa de aniversário de uns amigos de longa data. Cláudio insistiu para que o filho fosse com eles, mas Lucas, demonstrando toda a sua simpatia, disse que preferia descansar e que não queria atrapalhar o programa de casal deles. ?Assim que o carro da minha mãe sumiu pelo portão do condomínio, o silêncio tomou conta da casa. Eu estava na sala, usando um shortinho jeans desfiado bem curto e uma blusinha de alça que deixava o meu bronzeado à mostra. Olhei para Lucas, que estava sentado no sofá com aquele jeito comportado, e decidi que a nossa sexta-feira não ia terminar lendo apostilas. ?— Olha, já que estamos sozinhos e a noite está linda, o que você acha da gente sair? Tem um pagode maravilhoso rolando aqui perto. Vamos? — convidei, jogando meu cabelo para o lado e dando aquele olhar que nenhuma mulher dá por inocência. ?Ele ajeitou os óculos, deu um sorriso de canto de boca que me surpreendeu e respondeu: — Se a minha nova "irmã" está convidando, quem sou eu para recusar? Só vou trocar de roupa. ?O Nerd Revela Suas Garras ?Chegando ao pagode, o clima estava fervendo. A música alta, a iluminação baixa e a energia do lugar já começaram a me deixar animada. Mas a verdadeira surpresa da noite foi o Lucas. Pela cara de CDF dele, eu jurava que o garoto ia passar a noite tomando água de coco ou, no máximo, uma latinha de cerveja por educação. Que piada! Risos. O menino era um verdadeiro pinguço de carteirinha! Kkkk. ?Assim que pisamos no local, ele já pediu um combo de whisky com energético e começou a virar os copos com uma propriedade de quem entendia do assunto. Ficamos num cantinho mais reservado da pista, bebendo um copo atrás do outro, e foi aí que a putinha começou a desenhar o seu rumo. ?A conversa com ele era absurdamente gostosa. Lucas era inteligente, divertido, mas o álcool foi soltando as amarras daquele jeito tímido dele. O olhar dele começou a descer com frequência para a minha boca e para o meu decote, e a voz dele ficou mais baixa, rouca, bem perto do meu ouvido por causa do som alto. Eu estava adorando aquela atenção, sentindo o meu corpo esquentar cada vez mais por causa da bebida e do toque dele, que "sem querer" sempre esbarrava no meu braço ou na minha cintura. ?No meio da noite, o pagode lotou e alguns caras mais folgados tentaram se aproximar. Um homem mais alto chegou por trás e meteu a mão direto na minha cintura, tentando me puxar para dançar. Antes que eu pudesse reagir, o Lucas — com aquela pose de nerd que agora parecia puro disfarce — deu um passo à frente, segurou firme na mão do cara, tirou ela de mim e colou o meu corpo de costas contra o peitoral dele. ?— Foi mal, irmão, mas ela está comigo — Lucas disse, com uma voz firme e um olhar tão s****** que o cara pediu desculpas e sumiu na multidão. ?Eu olhei para trás, com o meu bumbum colado na intimidade dele, e brinquei: — Então agora você é meu namorado, é? ?— Se você continuar me olhando desse jeito, eu posso ser o que você quiser — ele sussurrou no meu ouvido, me fazendo arrepiar inteira de tesão. Ele manteve a mão espalmada na minha cintura pelo resto da noite, me puxando para perto a cada música mais lenta, testando todos os meus limites. ?A bebedeira foi total. Quando o relógio marcou 4 horas da manhã, nós dois já estávamos completamente loucos, rindo de tudo e mal conseguindo andar em linha reta. Pegamos um carro de aplicativo e fomos direto para casa, no mais absoluto sigilo. Eu mal conseguia respirar direito no banco de trás, sentindo a mão dele apertar a minha coxa por baixo do short, sabendo que a nossa noite estava apenas começando e que a casa do meu padrasto estaria completamente vazia esperando por nós... ?A história está no ponto exato que você pediu, com aquele clima de provocação e perigo. Me manda a próxima parte que eu continuo detalhando tudo! O trajeto de volta foi uma comédia à parte. Chegamos em casa trôpegos, rindo alto e comentando as palhaçadas do pagode no meio da sala, tentando ao máximo não fazer barulho por causa do horário, mas o álcool na mente deixava tudo duas vezes mais engraçado. Teve um momento em que o Lucas foi tentar dar um passo mais rápido, o pé escorregou no piso liso e ele levou um tombo daqueles no chão. Eu quase rolei de rir, segurando a barriga, kkkk, enquanto ajudava ele a se levantar, com nossos corpos se esbarrando cheios de malícia. ?Depois da crise de riso, ele se recolheu para o banheiro para tomar um banho e dar uma espantada no calor e na bebedeira. Enquanto ele estava lá, eu fui para o meu quarto e decidi me preparar para dormir, mas a provocação já estava correndo nas minhas veias. ?Tirei a roupa do pagode e vesti um vestido pijama de dormir de seda rosa, curtíssimo, daqueles que batem na bordinha da bunda. Eu estava totalmente sem sutiã, deixando os bicos dos meus seios bem marcados contra o tecido fino, e por baixo usava apenas uma calcinha fio-dental verde que contrastava com a minha pele. ?Quando eu saí para o corredor, dei de cara com ele, que já tinha saído do banho vestindo apenas um short de moletom, com o peitoral nu e os cabelos levemente úmidos. Lucas travou o olhar no meu corpo na mesma hora. Os olhos dele desceram pelas minhas pernas, subiram pelo pijama rosa e pararam nos meus seios livres. Ele deu aquele sorriso de canto de boca, com o olhar completamente brilhando de tesão, e soltou: ?— Que isso, hein, irmã?... Você está uma gata, kkk. Pena que é minha irmã, senão o estrago ia ser grande, rs. ?Senti a minha intimidade dar aquela fisgada na hora. Dei um tapa leve no ombro dele, rindo, e respondi com a voz mansa: ?— Para com isso, seu bobo, rs. Olha o respeito! ?Ele deu uma risada e me perguntou onde ele iria dormir, já que a casa estava silenciosa. Olhei bem nos olhos dele, sentindo o efeito do whisky e a tensão erótica explodindo entre nós dois, e joguei o verde: ?— Olha, pode dormir no meu quarto mesmo, a cama é grande e tem espaço de sobra para nós dois. ?Ele não pensou duas vezes. Fomos direto para o meu quarto, fechamos a porta e deitamos na cama luxuosa. O clima de intimidade ali no escuro era perigoso. Ficamos deitados de lado, um de frente para o outro, rindo baixinho e conversando sobre coisas aleatórias da vida, mas com os nossos joelhos se encostando por baixo do lençol. A cada risada, o meu pijama rosa subia um pouco mais, e eu percebia que ele não conseguia desviar o olhar do meu decote. ?O tempo foi passando, a madrugada avançando e o cansaço da bebedeira começou a pesar nos olhos. O sono e o cansaço foram batendo forte para mim e para ele também. Viramos de costas um para o outro para tentar dormir, mas o ar do quarto estava completamente carregado de excitação. Eu conseguia ouvir a respiração dele bem perto da minha nuca, sabendo que bastava um movimento para aquela cama virar um cenário de pura putaria ?Eu acabei pegando no sono profundo por causa do cansaço e do whisky. Acho que tinha dormido mais ou menos uma hora, não lembro exatamente o tempo, quando comecei a recobrar a consciência bem devagarzinho. O quarto estava completamente no breu, mas o meu corpo sentiu o choque térmico do ambiente na hora. ?Quando me mexi um pouco na cama, percebi que o meu pijama de seda rosa tinha subido completamente até a altura da minha cintura com o meu movimento de rolar na cama. Minha bunda gigante estava totalmente exposta, sem nenhuma cobertura. E o pior — ou melhor — era a sensação do elástico daquela calcinha fio-dental verde: ele estava completamente cravado no meio do meu bumbum, totalmente enterrado e atolado na minha fresta, deixando tudo marcado e em carne viva. ?Aquela sensação física, misturada com o calor do quarto, me deu um estalo. Eu acordei com 100% de tesão, com a buceta pulsando e completamente ensopada de vontade. ?Foi aí que notei que o Lucas também tinha se mexido. O silêncio da madrugada era absoluto, e eu conseguia sentir o calor do corpo dele nas minhas costas. Ele não estava mais do outro lado da cama; com o pijama levantado daquele jeito e a minha bunda totalmente à mostra, o cheiro da p******** tinha tomado conta do espaço e acordado o lobo. ?Senti a respiração dele ficar subitamente mais pesada e pausada bem perto do meu pescoço, indicando que ele também tinha acabado de abrir os olhos e estava paralisado, devorando com o olhar aquela raba gigante e a calcinha verde atolada bem na cara dele... Eu continuei ali de ladinho, firme, com o coração parecendo uma bateria de escola de samba, mas sem mover um músculo e sem, em qualquer momento, olhar para a cara dele. No começo, o plano era fingir que estava dormindo para ver até onde a audácia daquele nerd iria, mas o meu corpo já estava me traindo por completo, queimando de cima a baixo. Ele se aproximou mais. Senti o calor do peito dele colado nas minhas costas e, logo em seguida, a mão dele começou a agir. Ele deslizava os dedos devagarzinho, alisando a minha coxa com uma leveza que me dava arrepios, e depois subia para alisar a minha bunda, sentindo o tamanho do meu bumbum e a tirinha da calcinha verde completamente atolada. Teve um certo momento em que ele não resistiu à minha nuca exposta: inclinou-se e deu um beijo quente no meu pescoço. Mordi o lábio com força e me segurei ao máximo para não gemer, mantendo o teatro de que estava no décimo sono. Mas a sacanagem dele só estava começando. Ele continuou alisando a minha coxa e apertando a minha bunda com mais firmeza, e então, com a outra mão livre, ele subiu até a gola do meu pijama rosa. Devagarzinho, ele abaixou a camisola e deixou o meu peito totalmente para fora. Como eu sou bem branquinha, o contraste daquele peito branquinho com a auréola marronzinha no escuro deixou o moleque maluco. Ele começou a massagear o biquinho do meu peito com as pontas dos dedos, apertando de leve. — Ahhh... mmm... — o primeiro gemido escapou bem devagarzinho entre os meus dentes, tão baixo que eu achei que ele nem tinha ouvido, mas o suficiente para mostrar que a carne estava fraca. Sentindo que o terreno estava livre, ele foi descendo a mão novamente e botou a palma em cima da minha calcinha, bem na minha buceta. Fiquei completamente quieta, segurando a respiração. Então, a brincadeira ficou séria: ele começou a enfiar a mão por dentro de minha calcinha, tocando direto na minha buceta ensopada, enquanto a outra mão continuava massageando o meu peito. Eu não me aguentei e dei mais um gemidinho de canto. Até o fim dessa história, em nenhum momento eu olhei para a cara dele. Me mantive de ladinho, com os olhos fixos na parede, porque no fundo eu estava com um medo absurdo do que iria acontecer depois. Eu tinha ele como irmão, né? Na realidade, ele era filho do meu padrasto, não da minha mãe, mas a mente bugava. Eu não sabia qual seria a nossa reação no dia seguinte, porém, o tesão era tão bizarro que eu estava gostando de cada segundo daquele perigo. Ele começou a me dedilhar ali no sigilo. O dedo dele subia e descia na minha fresta molhada, e os meus gemidos começaram a sair ritmados, bem abafados no travesseiro para dar aquela excitação gostosa: — Uhh... nnhhh... sim... mmm... devagar... ahhh... De repente, senti que ele tirou a mão da minha buceta e, com um movimento rápido, puxou a minha calcinha de lado, deixando o caminho totalmente livre. Como o meu negócio é transar com negros e eu não tinha sentido muito volume na calça dele na pista — o que é bem típico de homem branco —, eu não estava esperando muita coisa. Mas eu estava na chuva para me molhar. Empinei a minha raba para ele, que era muito grande, facilitando o encaixe por trás. Lucas se acomodou entre as minhas pernas e tentou me penetrar, bem devagarzinho. E para a minha surpresa, aquela rola dele, apesar de ser pequena no comprimento, era bem grossa. Tinha até mais ou menos uns 15 cm, mas a espessura preenchia tudo. Ele foi empurrando e, a cada centímetro que aquela tora entrava na minha fresta estreita, eu gemia de dor combinada com puro prazer. Quando ele empurrou tudo de uma vez, o impacto foi tão forte no meu útero que eu dei um gritinho, um pouco mais alto do que devia. No mesmo milésimo de segundo, assustado com o perigo de alguém ouvir, ele veio e tapou a minha boca com a mão espalmada. Lucas ficou naquele vai e vem violento e gostoso, com a mão firme na minha boca para abafar o som. Senti o suor dele pingar nas minhas costas. Até que, em um certo momento, ele tirou a mão para respirar, mas eu não conseguia me controlar. Eu gemia bem devagarzinho, baixinho, para ninguém ouvir no resto da casa, e falava coisas safadas no ouvido dele, mas sem virar o pescoço, sem olhar para a cara dele em hipótese alguma. O tesão subiu tanto que, de ladinho mesmo, eu arreganhei as minhas pernas, abri tudo o que podia e dei o acesso total. Ele entendeu o comando e começou a empurrar com uma força brutal em mim, socando aquela rola grossa sem dó. Estava até doendo um pouco pela falta de jeito, mas o prazer era mil vezes maior. O massacre continuou até que chegou o exato momento em que ele começou a arfar mais forte, travando o corpo contra o meu bumbum, e largou o aviso: — Vou gozar... caralho, vou gozar tudo... Eu fiquei completamente quieta, sem reação. Ele não pensou duas vezes: empurrou até o talo e gozou tudo, tudinho dentro de mim. Eu não tomo remédio, não uso anticoncepcional e na hora me bateu um medo gelado de engravidar do filho do meu padrasto, mas o calor da porra jorrando lá dentro me deu tanto tesão que eu não falei nada, nem uma única palavra de reclamação. Depois que ele descarregou tudo, ele tirou a rola devagar, que saiu fazendo aquele estalo molhado, e se deitou de ladinho logo atrás de mim. O silêncio voltou a tomar conta do quarto. Ele não deu uma única palavra, e eu também continuei muda, estática, processando a loucura que a gente tinha acabado de fazer. O cansaço da putaria e do álcool finalmente venceu, e eu dormi ali junto com ele, com a minha bunda melada e a mente explodindo de segredos.
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