Letícia casada e putinha do primo ( Bêbada na casa dos tios )
A oportunidade que Letícia tanto esperava bateu à porta na sexta-feira. O marido arrumou as malas das crianças e avisou que passaria o final de semana na casa de uns parentes dele — uma parte da família que Letícia não suportava e sempre dava uma desculpa para não ver. Eles pegaram a estrada na sexta e a previsão era voltarem só na segunda-feira. Ela teria a casa inteira em Campo Grande só para ela por três dias. ?Livre e sem obrigações, Letícia decidiu curtir a noite. Em vez de ficar em casa, foi para uma praça movimentada bem perto da comunidade do Barbante, em Inhoaíba, onde fica a casa de sua tia. Ela achou que encontraria duas amigas por lá para beber e jogar conversa fora, mas acabou não achando ninguém conhecido. Mesmo sozinha, o clima de liberdade e o mormaço da Zona Oeste a fizeram pedir a primeira cerveja. Uma virou duas, duas viraram um combo, e Letícia começou a beber muito além da conta, ficando completamente bêbada. ?Naquela altura da noite, com as bochechas coradas e o andar meio incerto, a beleza daquela morena estilo índia começou a chamar atenção. Uns caras da praça se aproximaram e começaram a dar em cima dela. Sentindo-se poderosa e com o álcool ditando suas ações, Letícia deu corda. Ela conversou, sorriu, jogou charme e atiçou os caras até o limite, deixando todo mundo cheio de segundas intenções. Mas, na hora do "vamos ver", quando os caras acharam que iam levar vantagem, a lealdade distorcida de seu corpo falou mais alto. O único homem que ela aceitava naquele nível era o primo. Ela cortou o assunto abruptamente, virou as costas e saiu andando sozinha pela rua, trôpega e com o celular na mão. ?Percebendo que estava doidona demais e sem condições de pegar uma condução para sua própria casa, ela ligou para a tia: — Tia... estou aqui perto na praça... bebi um pouco demais e estou com medo de voltar para casa sozinha a essa hora. Posso dormir aí hoje? A tia, sem desconfiar de nada e acostumada com a proximidade dos dois desde a infância, respondeu prontamente: — Claro, minha filha. Vem logo para cá, a porta está aberta. ?Letícia chegou à casa arrastando os pés. Cumprimentou a tia rapidamente e foi direto para o quarto de Geovane, o ambiente onde ela sempre se acomodava quando passava as noites ali. Para manter as aparências e não levantar suspeitas na mãe, Geovane já tinha o esquema armado de, às vezes, pegar um colchão e fingir que ia dormir na sala, deixando o quarto livre para a prima. ?Ao entrar no quarto, o mundo girava. Letícia estava tão bêbada que mal conseguia parar em pé. Com o corpo queimando pelo álcool, ela começou a arrancar a roupa ali mesmo no escuro. Tirou a calça jeans, soltou a blusa e jogou tudo no chão de qualquer jeito. A intenção dela era pegar um shortinho leve de dormir, um conjunto que ela sempre deixava guardado na gaveta do primo para essas ocasiões, mas o cansaço e a bebedeira foram mais fortes. Do jeito que estava, usando apenas um top preto e absolutamente nada por baixo — completamente nua da cintura para baixo —, ela desabou na cama de Geovane e apagou instantaneamente, entrando em um sono profundo e pesado. ?A madrugada avançou no silêncio da comunidade. Passava das três da manhã quando a porta do quarto se abriu sem fazer o menor barulho. Era Geovane. Ele tinha acabado de chegar da rua, com aquele porte de negão imponente, e sabia perfeitamente que a prima estava ali. Ele fechou a porta com cuidado, travou o ferrolho e deixou os olhos se acostumarem com a penumbra do quarto, iluminado apenas pela luz fraca que vinha da janela. ?A visão na cama fez o sangue de Geovane ferver na mesma hora. Letícia estava jogada de lado, com os cabelos pretos espalhados pelo travesseiro, usando apenas o top que esmagava seus peitos fartos. A pele canela de suas pernas longas e as curvas daquela bunda redonda estavam totalmente expostas, brilhando de leve com o suor da noite quente. Geovane tirou os sapatos e a camisa, ficando apenas de bermuda. O caralho de 25 centímetros despertou pesado, marcando o tecido imediatamente. ?Com total controle da situação e sabendo do vício que a prima tinha nele, ele se aproximou da cama como um predador. Ele não a acordou com palavras. Geovane deitou-se devagar entre as pernas dela, afastando as coxas grossas de Letícia com as mãos grandes. Ele começou a dar beijos e chupões suaves na parte interna das coxas dela, subindo a boca quente pela pele macia. Letícia continuava desacordada, soltando apenas respirações pesadas por causa do álcool. ?Geovane subiu mais o corpo. Sua boca foi direto na intimidade da prima, que já exalava o calor natural daquela morena. Com a ponta da língua, ele começou a lamber a buceta dela de baixo para cima, de forma lenta, explorando os lábios carnudos com uma umidade persistente. Ele alternava as lambidas longas com sucções firmes no clitóris dela. ?Aos poucos, o estímulo elétrico daquela boca começou a romper a barreira do sono induzido pela bebida. O cérebro de Letícia reconheceu o toque que a dominava desde os 19 anos. Ainda de olhos fechados, ela soltou o primeiro gemido — um som arrastado, rouco e manhoso, que ecoou baixinho no quarto: — Hummm... Geovane... é você?... — ela balbuciou, a mente confusa entre o sonho e a realidade. — Fica quieta, putinha. Sou eu. Só relaxa e recebe — o negão sussurrou de volta, sem parar o trabalho com a língua. ?Letícia abriu os olhos devagar, as pálpebras pesadas pela bebedeira, mas o tesão que explodiu no seu ventre a fez esquecer qualquer tontura. Ela percebeu que estava completamente nua, com o primo entregue entre suas pernas, devorando a sua intimidade. Ela cravou os dedos nos lençóis da cama, arqueando o quadril para cima, oferecendo-se ainda mais para a boca dele. ?O quarto foi tomado por uma atmosfera de puro transe. Geovane aumentou a intensidade, usando os dedos de uma das mãos para abrir bem as bordas da buceta dela, enquanto sua língua trabalhava rápido, fazendo um som molhado e lascivo. Letícia já não conseguia se controlar. Ela gemia de prazer de um jeito sibilante, mordendo o travesseiro para o som não vazar pela parede do quarto onde a tia dormia. — Ahhh... meu Deus, Geovane... engole a minha buceta... bota a língua forte... hummm, você vai me fazer gozar... vai, negão... — ela sussurrava desesperada, o corpo inteiro tremendo. ?O prazer subiu como uma onda avassaladora, misturando o torpor do álcool com a sensibilidade extrema da carne. Geovane sugou o clitóris dela com força, segurando os quadris dela com as duas mãos para que ela não fugisse do estímulo. Foi o ponto de virada. Letícia esticou as pernas, os dedos dos pés se contraíram e ela desabou no orgasmo mais intenso da semana. Ela gozou forte, jorrando o mel quente direto na boca do primo, soltando um gemido agudo e sufocado que terminou num suspiro longo. ?O corpo da morena amoleceu por completo na cama, como se todas as suas forças tivessem sido drenadas naquele instante. Geovane subiu, deitou-se ao lado dela e limpou a boca na pele do ombro da prima, sentindo o peito dela subir e descer devagar. Letícia, completamente exausta, entregue ao prazer e nocauteada pelo resto do álcool, virou o rosto para o lado. Ela deu um último sorriso fraco para o primo e, em questão de segundos, dormiu desfalecida, entrando em um sono profundo de satisfação, enquanto o final de semana de liberdade estava apenas começando.
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