Casada por Dinheiro e Entregue ao Desejo: O Segredo de uma Coroa (Visita do sobrinho)
?A rotina de viagens de João parecia não ter fim, e para Carla, isso era a mais pura definição de liberdade. Daquela vez, o marido supervisor tinha pegado um voo para auditar as filiais mais distantes do estado, o que significava que a coroa de 41 anos passaria dois finais de semana inteiros completamente sozinha na enorme mansão do casal. Para uma mulher com o tesão insaciável que ela tinha, aquela casa vazia era um convite perigoso para o pecado. ?Era sábado de manhã. Carla tinha acabado de acordar e estava no quarto de casal organizando o closet. Por causa do calor que fazia, ela vestiu apenas um vestido de malha amarelo, curtíssimo e bem colado ao corpo, que desenhava com perfeição suas coxas grossas e o quadril violão. Ela estava sem calcinha por baixo, deixando aquela raba gigante de 1,78m totalmente livre sob o tecido fino. ?Enquanto jogava algumas roupas sobre a cama de casal luxuosa, o celular dela vibrou no criado-mudo. Era uma mensagem no WhatsApp do sobrinho de João, um moleque de uns 20 anos que morava na região e vivia rodando de moto por ali. Carla sempre soube que o garoto era um tremendo safado, daqueles novinhos desenrolados que não perdoavam ninguém e passavam o rodo nas meninas da faculdade e do bairro. O moleque tinha aquele olhar de malícia que sempre fazia a coroa morder os lábios em jantares de família. ?A mensagem dele dizia, em tom de brincadeira: ?"E aí, tia Carla! Meu tio comentou que viajou a trabalho. Pô, tô rodando aqui perto do condomínio e batendo aquela fome... Será que posso passar aí para almoçar a sua comida hoje? Kkkk" ?Carla olhou para a tela e sentiu a buceta dar aquela fisgada instantânea de tesão. Ela estava se sentindo sozinha, entediada, e a audácia daquele novão foi o gatilho perfeito. Com um sorriso cínico no rosto, ela respondeu na hora: ?"Pode vir, seu safado. A casa tá vazia, entra direto." ?Não demorou nem vinte minutos. O ronco da moto dele ecoou na garagem e, logo em seguida, a porta da frente se abriu. Como já era de casa, o sobrinho subiu direto as escadas e bateu na porta do quarto principal, que estava entreaberta. ?Quando ele entrou, deu de cara com a visão dos deuses: Carla estava sentada de lado sobre a cama, com as pernas grossas e cruzadas, bem no meio das roupas que estava arrumando. O vestido amarelo tinha subido até o limite da virilha, deixando o bronzeado das coxas dela totalmente exposto. ?O garoto de 20 anos travou o olhar na hora, engolindo seco. O perfume marcante e o corpo arredondado daquela coroa gostosa preenchiam o quarto. ?— Pô, tia... se eu soubesse que a recepção ia ser com a senhora tão linda assim, tinha vindo mais cedo — ele falou, com um sorriso malicioso de canto de boca, encostando-se no batente da porta e medindo a morena de cima a baixo. ?Carla soltou aquela risada safada de coroa experiente, jogando o cabelo preto para o lado e olhando bem nos olhos dele. ?— Deixa de ser bobo, garoto. Entra e senta aqui. Vamos conversar enquanto eu decido o que vou fazer com essa sua fome — ela respondeu, com a voz mansa, arrastando-se um pouco para o lado na cama e dando um tapinha no colchão, convidando o novão para o perigo. ?Estou pronto. Pode mandar a próxima parte que eu continuo de onde parou! O novão entrou no quarto e se acomodou na beirada da cama de casal luxuosa, bem ao lado de Carla. Ele vestia uma camisa social rosa-bebê que contrastava com a sua calça preta, dando um ar alinhado, mas o olhar dele era puro pecado. A conversa começou despretensiosa, girando em torno de assuntos aleatórios da família e do dia a dia, mas a proximidade física entre os dois no colchão e o perfume sexo da coroa logo mudaram o rumo do papo. O tom foi ficando cada vez mais quente, cheio de insinuações e segundas intenções. ?Foi quando o garoto perdeu de vez o respeito de família. Com um olhar totalmente safado, ele esticou uma das mãos e espalmou a palma da mão na coxa grossa e arredondada de Carla, sentindo a pele quente e macia da tia. Carla não disse uma única palavra de reprovação; ela estava transbordando de desejo, com a intimidade ardendo de tanto tesão por aquele novão. Em vez de se afastar, ela simplesmente se inclinou para frente, olhou bem nos olhos dele e colou seus lábios nos dele, entregando um beijo de língua profundo e urgente. ?O clima incendiou. No meio do beijo intenso, o rapaz segurou as alças do vestido amarelo de Carla e o arriou com tudo até a cintura, deixando os seios fartos e pesados da coroa totalmente à mostra, com os bicos rígidos de excitação. Completamente entregue , Carla ficou de joelhos em cima da cama, com o corpo corpudo de 41 anos exposto. Enquanto continuavam se beijando loucamente, a mão do sobrinho desceu com malícia, escorregando pela barriga dela até chegar bem embaixo, na fresta da buceta. Ao dedilhar a intimidade de Carla, ele sentiu que ela já estava completamente ensopada, babando de tesão. ?Sentir os dedos dele ali foi o limite para a coroa. Sem perder tempo, ela mesma foi tirando o resto do vestido amarelo, desnudando por completo sua raba gigante de 1,78m e suas coxas grossas tatuadas. Completamente peladinha, ela voltou a agarrar o rapaz em um beijo ainda mais safado e violento. O novão a jogou de costas sobre a cama, e Carla, sem qualquer pudor, arreganhou as pernas grossas para o alto. O garoto afundou a cara no meio das pernas dela, metendo a língua com força na buceta ensopada da tia, chupando o clitóris dela com vontade. ?Carla gemia alto, mas o tesão dela era de ser penetrada. Ela não quis chupar ele; a pressa de sentir a rola era maior. Ela se virou de ladinho na cama, levantou uma das pernas grossas para o alto e mandou ele meter de uma vez. O rapaz tirou a roupa às pressas, botando o cano duro para fora, e socou a rola com força naquela posição de lado. Ele fodeu a coroa por vários minutos ali, ouvindo o som da carne batendo com força e os gemidos pesados dela ecoando no quarto. ?— Ahhh, bota tudo, seu safado... Me fode! — ela implorava. ?Depois de castigar a coroa de lado, o rapaz mudou a posição para o clássico papai e mamãe. Carla abriu completamente as pernas para ele, expondo toda a sua fresta em carne viva, e mandou ele vir com tudo. O novão se posicionou por cima daquele corpo corpudo e arredondado e começou a meter nela feito um louco, descarregando toda a energia dos seus 20 anos em estocadas violentas e profundas. Carla já não tinha mais controle sobre si mesma; ela rebolava na rola e gemia feito uma cadela no cio, arranhando os lençóis caros da cama que o marido supervisor comprou. ?Para finalizar o massacre de safadeza o rapaz a virou de costas, tacando a coroa de bruços na cama com a raba gigante empinada para o alto. Ele segurou firme no quadril largo e tatuado de Carla e continuou o sexo brutal por trás, socando a piroca até o talo, fazendo o colchão balançar e a fresta dela estalar a cada metida selvagem. ?O ritmo estava tão frenético que o jovem sentiu a porra subir e avisou, com a voz falhando de tanto prazer: ?— Caralho, tia... Eu vou gozar! Vou despejar tudo! ?Carla, que estava no ápice do prazer, mas consciente do perigo, implorou desesperada entre os gemidos: ?— Dentro não!... Não goza dentro de mim que eu não tomo remédio! Tira, tira! ?O novão obedeceu no último segundo. Ele puxou a rola para fora da buceta estuprada dela com um estalo e gozou muito, despejando uma enxurrada de porra quente e leitosa sobre aquela bunda enorme e arredondada de Carla. O sêmen escorreu pela pele bronzeada e cheia de tatuagens da coroa, selando aquela tarde de pura traição no sigilo da mansão.
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